Comemorando seus
quarenta (40) anos de fundação, a Federação de Teatro de Pernambuco – FETEAPE,
realiza a XVII edição do festival TODOS VERÃO TEATRO - o primeiro projeto de
popularização do teatro de Pernambuco, reunindo
pela primeira vez de forma “competitiva”
13 espetáculos, sendo 11 de todo estado de Pernambuco, 01 da Paraiba e
01 do Ceará, além de 01 oficina de
maquiagem artística. Os espetáculos selecionados serão avaliados durante suas
apresentações por uma comissão julgadora formada por profissionais da área
definida pela coordenação do festival, que escolherá nas categorias adultas e
infantis: Melhor espetáculo; melhor direção; melhor ator; melhor atriz; melhor
ator coadjuvante; melhor atriz coadjuvante; ator revelação; atriz revelação;
melhor cenário; melhor figurino; melhor sonoplastia; melhor iluminação e melhor
maquiagem. Os premiados receberão o
troféu “Socorro Raposo”, a reconhecida e primeira atriz a interpretar a
compadecida, da obra de dramaturgo Ariano Suassuna, que durante anos esteve a
frente da Dramart Produções, filiada a Feteape. Os ingressos custarão R$10,00 e R$ 5,00
reais.
HOMENAGEADO - O
Evento homenageia o Produtor, Diretor, iluminador e Professor JOSÉ FRANCISCO
FILHO- Presidente fundador da FETEAPE. José Francisco de Paula Cavalcanti Filho
(Recife PE 1947). Diretor e professor. Desde 1970, realiza encenações de textos
clássicos e contemporâneos. Tem se dedicado também ao teatro para a infância e
a juventude. Sua versatilidade o faz transitar entre o trágico e o cômico com
desenvoltura, mas são suas experimentações com a comicidade que o notabilizam
como encenador.
Além de trabalhar como encenador, José Francisco Filho atua intensamente
na formação de grupos de teatro e na consolidação de entidades de classe, a
exemplo da Federação de Teatro de Pernambuco (Feteape) e da Associação dos
Produtores de Teatro de Pernambuco (Apatedepe).
Para chegar aos 40
anos, muitos nomes importantes do nosso teatro tiveram papeis de destaque neste
processo político de organização do Movimento Teatral de Pernambuco, tais como:
Waldemar de Oliveira, Diná de Oliveira, João Ferreira, Argemiro Pascoal, Zara
Santiago, José Francisco Filho, Marcus Siqueira, Valdir Coutinho entre outros
se reuniram e fundaram a FETEAPE. Hoje, em 2015, por mais de três décadas, a
FETEAPE foi e continua sendo marcada pela gestão de cada um de seus
presidentes, dezesseis no total, podendo, até mesmo concluirmos, que sua
história são as diretrizes traçadas por cada um desses nomes em particular.
Foram eles: José Francisco Filho, Marcus Siqueira, Celso Muniz, Conceição
Acioli, Paulo de castro, Zélia Sales, José Manuel, Tereza Amaral, Willians
Santanna, Didha Pereira, Feliciano Felix, Romualdo Freitas, Zácaras Garcias,
Roberto Carlos, Sebastião Costa e atualmente Roberto Xavier. Todos deram sua
contribuição com seus Diretores e colaboradores, tais como: Romildo Moreira,
Antonio Cadengue, Rudimar Constâncio, Albemar Araújo, Paulo Maffe, Edjeso
Ferreira, Manoel Constantino, Reinaldo de Oliveira, Odé Felix e muitos outros
para que a FETEAPE chegasse aos seus 40 anos de existência, sempre trabalhando
na perspectiva de dias melhores para o movimento artístico, tendo como base a
formação, a reciclagem, o intercâmbio e o fortalecimento das artes cênicas.
Nesse formato “competitivo” o
”XVII Todos Verão Teatro” levará aos palcos 13 espetáculos, sendo 08
espetáculos adultos e 05 espetáculos infantis, são eles:
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
XVII TODOS VERÃO TEATRO
Troféu Socorro Raposo
TEATRO APOLO Fone:3355-3319/
3355-3321 - ABERTURA
08/ Abril (Sexta) - 20:00 Horas -
ADULTO CHICO COBRA E LAZARINO – Assartic – Caruaru – PE.
A comédia, conta a história de dois personagens: o farmacêutico,
Francisco Carneiro, um homem apaixonado por pastoril e pela literatura de
cordel. Se sentido rejeitado, resolve se vingar-se de toda cidade de Coité.
Toda primeira sexta-feira do mês, as cinco horas da manhã ali, na encruzilhada,
se preparando para sua vingança. No seu ritual veste-se de cangaceiro, e com a
ajuda de um chá alucinógeno da casca de jurema, vive os conflitos de sua
memória, e o inconsciente de seus desejos, passando a se chamar de “Chico Cobra
o perverso”. Mas, por ironia do destino, Lazarino, o vendedor de bodes e
rezador, sai de casa atrasado, e se encontra com Chico Cobra na encruzilhada. A
partir desse encontro, os planos dos dois não serão mais os mesmos. Misto de
aventura e comédia, o diálogo entre os dois provoca reflexões sobre o papel do
homem no mundo, e nos faz questionar a que banda realmente pertencemos.
As peças teatrais de Racine Santos atualizam imagens referentes ao
Nordeste e ao nordestino, como Nordeste do homem simples, nordestino viril,
cangaceiro e religioso e outras, já cristalizadas no ambiente sociocultural,
elaborando, com isto, um conceito de “popular” para a cultura nordestina. O
conceito de cultura popular do Nordeste que Racine escreve no seu teatro, é
comparativa entre sua obra e a do seu contemporâneo, Ariano Suassuna, que
também escreveu teatro em defesa do que considera “cultura popular nordestina”.
A dramaturgia popular
Quando li Chico Cobra, fiz uma viagem à dramaturgia nordestina
referenciada na cultura de uma região, onde magia e encantamento dão substratos
a um imaginário poético, que se recusa a ceder às imposições de uma
racionalidade moderna. Tanto no interior, quanto na periferia das grandes
cidades, reduto de animismo povoam de narrativas míticas os ritos da vida
popular, que se refaz em novos encantamentos.
Voltando as minhas releituras, vou descobrindo mais com Chico cobra e
Lazarino, vou mim encantado, e mim encantando, vou mim transportando a outra
dimensão da realidade, no caso a dimensão artística. Isto só é possível ao
teatro de uma região onde a realidade é reinventada em metáforas e mimeses, verdade/imaginação,
que se confundi na linguagem dos sonhos, para produzir uma sociedade de
visionários, justiceiros de reinos encantados e pavões voadores. Que o digam os
feirantes, os poetas do cordel, da cantoria e da embolada de coco, os cegos
rabequeiros, os sanfoneiros alucinados, os artesões inventores e as jornadas de
pastoril desse nordeste brasileiro em todos os seus devires, contraditório em
sua riqueza, mas nunca pobre de espírito.
A Montagem: O processo de montagem mim fez visualizar uma pedra na encruzilhada
em que a história se passa. A pedra que o poeta fala em sua poesia: “no meio do
caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. E nesse caminho
se encontra Chico Cobra e Lazarino, dois destinos, duas vidas, nas
encruzilhadas da vida.
A literatura de cordel é “puro” na sua essência, na nossa cultura
nordestina, daí o objetivo, não só de registrar o que chamamos de tradição da
região nos escritos de cordéis, mas acredita ser necessário passar essa
tradição para os mais jovens, através do teatro.
Lamartine Duarte: é conhecido pelo personagem que faz durante o São João
o Coroné Cornelho, é Artista Plástico, Ator e Comediante.
Nelson Lima: cordelista, ator e poeta.
Jô Albuquerque: Dramaturgo, Diretor e Ator é presidente da Associação dos
Artistas de Caruaru.
Ficha Técnica:
Diretor: Jô Albuquerque
Elenco: Lamartine Duarte e Nelson
Lima
Iluminador: Marcelo Mota
Sonoplastia: Rafael Amancio
TEATRO ARRAIAL ARIANO SUASSUNA – Fone: 3184-3057
• 09/ Abril (Sábado) -
16:00 horas - INFANTIL - ARUÁ, O BOI ENCANTADO – Garanhuns - PE
Sinopse: Lourenço, vaqueiro rico dono do cavalo Voador, o mais rápido da
região, perturba-se com um boi estranho rondando a propriedade e decide ir
atrás do bicho. Mas dizem que “só um vaqueiro que não tem mau pensamento é que
pode pegá-lo". Depois de realizar várias tentativas sem êxito, ele segue
para a última perseguição quando terá que enfrentar vários desafios, inclusive
o de tentar vencer o orgulho e o de ver fraquejar o cavalo que ele tem como
amigo. O espetáculo "Aruá, O Boi
Encantado" foi apresentado a mais de 500 pessoas no Parque Euclides
Dourado, no 24º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), Agreste pernambucano. A
Troupe Azimute, responsável pela montagem, já enfrentou platéias de milhares de
pessoas, mas o público recente foi considerado um recorde naquele espaço, indo
além da lotação. Foi preciso que a coordenação organizasse as cadeiras e que
crianças sentassem no colo dos pais. Não bastasse esta alegria, a companhia de
teatro Garanhuense foi selecionada para apresentar a peça na Mostra Na Lona
2014, realizado em agosto na cidade de
Hortolândia, São Paulo. o grupo já levou a peça a sete cidades de SP, a Troupe
Azimute informou que também receberá o prêmio de segundo lugar na classificação
geral dos espetáculos da mostra.
ELENCO
Julierme Galindo – Lourenço
Duvennie Pessôa – Carmita (esposa de Lourenço)
Nadiel Torres – Tiúba (empregado de Lourenço) e Velhinha Encantada
Raphael Santos– Vaqueiro-Narrador e Vaqueiro I
João Paulo Costa– Vaqueiro II
Neilson Neves – Vaqueiro III
Bichos
Papagaio – Duvennie Pessôa
Ema – Nadiel Torres
Boi Aruá – Duvennie Pessôa, João Paulo Costa e Neilson Neves
Bezerro Encantado – Nadiel Torres
Música ao vivo
Rapahel Santos e Elenco
• 09/ Abril (Sábado) -
20:00 Horas - ADULTO - ANARQUIA MISTICA
–Paraiba - PB
Sinopse: O espetáculo Anarquia Mística compôs a programação do IV
Colóquio de Estudos Lingüísticos e Literários da UEPB, celebrando e incitando
uma educação alicerçada em uma anarquia mística. Os textos que compõem a apresentação, que
dura em média 40 minutos, traz um texto português e cinco textos do poeta
paraibano Raniel Quintans. O espetáculo finaliza com uma experiência de
expressão corporal a partir de fundo musical instrumental, representativo da
cultura nordestina. Anarquia Mística esteou dia 8 de agosto em Monteiro- PB e
já percorreu 7 cidades nordestinas. O grupo explica que a pretensão é
contribuir para a difusão da obra poética do autor, fazendo jus a universalidade
das questões levantadas pelo escritor paraibano. Lucélia Alves, assistente de
direção, explica que “como o próprio título do espetáculo sinaliza, defendemos
uma anarquia mística. Anarquia na educação, nas artes, na vida, anarquia por
não compactuar com os jogos hierárquicos de poder, anarquia por lutar por
condições para que todos possam efetivamente atuar. O místico remete a um
processo interno, íntimo, é algo do âmbito do não visível, que esta para além
das aparências”.
Elenco: Cristiane Agnes, Gilson Alves, Guilherme Sinésio, Lucélia
Alves Classificação: 16 anos
10/ ABRIL (Domingo) - 16:00 horas - INFANTIL -HARU-A PRIMAVERA DO
APRENDIZ
(Espetáculo Convidado)
Em uma barraca de feira,
localizada em todo lugar e lugar nenhum, ficção e realidade se apresentam
mescladas, descortinando um universo de mistérios. Nesse cenário múltiplo, o
jovem mágico busca reconhecimento e orientação de um sábio mestre para
aperfeiçoar os seus dons ilusionistas. Sem que ele perceba, cada ação que se
desenrola é uma lição e um teste de magia ao mesmo tempo, que põe à prova sua
vocação. O jovem aprendiz não tem consciência do seu potencial e vai descobrir
junto com o público o encantamento que brota da simplicidade, num jogo lúdico
onde a mágica é a verdadeira protagonista. Nesta tenda especial, teatro e
ilusionismo tecem uma trama lúdica, um diálogo poético que fala a língua do
sensível. HARU fala do invisível, daquilo que não é palpável, de um tempo que
não se mede com os ponteiros do relógio. Mudam as estações, e HARU descobre
enfim sua primavera, que sempre esteve ali e ele não conseguia ver. Nesse
aprendizado mágico que vai além dos livros e das palavras, mestre e aprendiz
constroem um universo paralelo, onde a ilusão é a verdade absoluta. HARU- A
PRIMAVERA DO APRENDIZ é feito da crença no encantamento e no poder
transformador da mágica. Transcender a realidade e mergulhar em outra dimensão
que parte desta tenda especial e tem o ilusionismo como caminho e destino, é a
viagem proposta por HARU. E para entrar nesse portal de ilusão, é preciso se
deixar voar, é preciso acreditar! E assim, a mágica realmente acontece, mesmo
que os segredos nunca sejam revelados!
FICHA TÉCNICA
CONCEPÇÃO: Rapha Santacruz & Christianne Galdino
COLABORAÇÃO DRAMATÚRGICA: Carla Denise
ENCENAÇÃO: Marcondes Lima
COLABORAÇÃO EM LINGUAGEM CÔMICA (TÉCNICAS DE CLOWN): Fernando Sampaio
INTÉRPRETES CRIADOR E DIRETOR DE ILUSIONISMO: Rapha Santacruz
ATOR CONVIDADO: Sóstenes Vidal
TRILHA SONORA ORIGINAL: Marcelo Sena
DESENHO E OPERAÇÃO DE LUZ: Eron Villar
DIRETORA DE PRODUÇÃO: Christianne Galdino
CENOGRAFIA, FIGURINOS E MAQUIAGEM: Marcondes Lima
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO e CONTRA-REGRA: Silvio Barreto
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO E GESTÃO: Carla Navarro
FOTOS E VÍDEO: Silvio Barreto
10/ ABRIL (Domingo) - 20:00 Horas
- ADULTO - 25 ANOS MATEUS E CATIRINA –
MC Produções Promoções e Eventos Culturais Ltda Recife – PE.
Sinopse: A hilária comédia, 25 Anos de Munganga!,é uma coletânea de tudo
o que os atores Ivan Leite e José Brito fizeram ao longo de 25 anos de estrada,
interpretando em territórios nacionais e de reconhecimento internacional a
famosa dupla folclórica nordestina “Mateus e Catirina”. No palco ou na rua, os
artistas expõem a rotina de um casal comum, uma terapia de casal exposta ao
público, que tem direito de opinar e interferir no desenrolar da história. É um
misto da ingenuidade do século passado com a força do atual. Leve e divertida,
a peça tem um propósito de favorecer o acesso ao conhecimento sobre a cultura
nordestina, sob a ótica do artista popular e da própria região
Ficha Técnica: Atores: Ivan Leite,
José Brito. Texto: Ivan Leite e José
Brito. Direção e Cenário: Alberto Braynner. Figurinos e Adereços: Fábio
CostaDireção Musical: Maestro Forró. Designer de Luz: Saulo Uchôa. Coreografia
e Trabalho de Corpo: Fernando Oliveira. Produção: MC Produções Promoções e
Eventos Culturais Ltda.
CASA DA CULTURA – SEDE DA FETEAPE - OFICINAS GRATUITAS
Rua: Floriano Peixoto, s/nº - raio Oeste - 2º andar – Salas 306/ 307 – São José – Fone:
13 e 14 de Abril –
15:00 horas - Maquiagem Artística
- André Neri
TEATRO APOLO - Fone: 3355-3319/
3355-3321
• 13/ Abril - ADULTO -20:00 Horas - 20:00 HORAS - O MISTERIOSO ENCANTADO –
Vanguarda Teatro Produções – Jaboatão – PE.
A narrativa foi construída em rimas e versos, “O misterioso encantado”
contaà história de forma melodiosa, cadenciada
alegre e descontraída, as aventuras de um rapaz chamado João Evangelista
que ao contemplar a beleza de Creusa, donzela conservada prisioneira pelo conde
(seu pai), sente-se invadido por um forte desejo: tirar a moça do sobrado do
conde e tomá-la como mulher. Evangelista foge com Creusa, ajudado por um pavão
mecânico. Construído a partir de diferentes
versões do cordel, o espetáculo “Misterioso Encantado” valoriza ritmos
populares tocados ao vivo, executados por
músicos instrumentistas misturando diversos ritmos.
Ficha técnica:
atuando na narrativa cantada e contada – billé ares
violão, flauta, e direção musical – hélio machado
bateria e efeitos– leonardo ferreira
baixo – léo calazans
teclado e escaleta – gustavo andrade
cenarios e figurinos – denilson neves
texto, musicas letras e melodias – billé ares
producão executiva – madelaine eltz
assistente de direçao – j anndrade
coreografia corporal – claudemir de abreu
mascaras e bonecos – billé ares
genero – musica e teatro
classificação – livre
14/ Abril - ADULTO - 20:00 Horas -
ENGENHO BANGUÊ – Cia. Yakecam – Recife - PE.
Sinopse
A poética retratada na linguagem textual de Morte e Vida Severina
descreve a relação do(s) retirante(s) que narram a sua trajetória do Sertão
nordestino ao litoral. Em uma linguagem que envolve o teatro-dança e que mantém
a sutileza de uma série de signos típicos do nordeste brasileiro traz embarcado
no espetáculo Engenho Banguê.
O espetáculo que por sua vez fala
da relação entre personagens que ao longo do caminho mantém uma ligação que se
trata da locomoção em busca de uma região de relativa prosperidade. Os
personagens encantam-se com as maravilhas da natureza como o rio, a árvore,
vales secos e com uma cantoria que é encarregada de conduzir o corpo dos atores
a uma dança performática.
Diante do encontro com a morte, os personagens resolvem a tratar a morte
como uma nova “vida”, trazendo a ideia do contexto principal da obra. Engenho
Banguê é uma releitura da obra de João Cabral de Melo Neto ligando ao teatro
social, sagrado e ritualístico transformando a relação entre o teatro
tradicional com o teatro pós contemporâneo, unindo as artes num espetáculo onde
se é possível retratar uma resposta para as questões de representação e
reafirmação da vida diante da morte.
Direção: Otacílio Júnior
Elenco: Dayana Fernandes, Faby
Jordanne, Fagner Fênix ,Flavia Ribeiro, Joseane Silva, Halberys Morais, Monica Rocha , Vitor Silva, Otacílio
Junior
• 15/Abril - ADULTO - 20:00 Horas - O MELHOR PRESENTE -
Theatros e Cia – Recife – PE.
Este espetáculo é uma livre adaptação do conto I Figli di Babo Natale de
Italo Calvino que resultou numa paródia sobre o anuncio e nascimento de Jesus
Cristo, mas que enfatiza o contexto social da mensagem, a virtude da caridade e
a comunhão fraterna entre os seres humanos, independentemente de credo
religioso.
Direção: Marcos Portela
TEATRO ARRAIAL ARIANO SUASSUNA – Fone:3184-3057
• 16/ Abril (Sábado) -
INFANTIL - 16:00 horas - A MENINA QUE BUSCAVA O SOL –Núcleo de pesq. cênica de
PE – Vit. Stº Antão- PE.
Texto: Maria Helena Kühner. Direção: Thamiris Mendes e Wedson
Garcia. A história de Putz, uma menina
que não quer ter sua cor imposta e para escolher as cores que quiser, atravessa
os reinos da terra, do ar, do fogo e das águas em busca do Sol, que possui
todas as cores juntas. No caminho, vai se deparar com estranhos habitantes e
suas escolhas de vida.
• 16/ Abril(Sábado) -20:00 Horas - ADULTO - A DAMA DA NOITE – Pane Produções –
Garanhuns – PE.
Sinopse: Neste solo a personagem principal se autodenomina Dama da Noite
uma mulher que como a flor que recebe esse nome, apenas mostra seu verdadeiro
“perfume” a noite) e seu ouvinte (e interlocutor) é um sujeito que ela apenas
chama de “boy”. Essa denominação nos leva a criar algumas imagens desse segundo
personagem que apenas será ouvido pela protagonista; ele seria jovem,
inexperiente e confuso, sendo assim, um belo exemplo de uma geração que a
partir da segunda metade da década de 80 se perdeu entre excesso de liberdade e
inexistência ideológica. Uma geração que nasceu preocupada em se prevenir
neuroticamente contra doenças, alienada com consumos fúteis e conformada com
uma sociedade administrada por políticos corruptos. A Dama da noite é a própria
imagem do desencantamento e a roda que ela tanto divaga é a imagem de uma vida
que a mesma não quis ou não pode seguir. Excluída de sociedade-modelo em que
todos têm que ter carro, filhos, emprego e ter apenas um parceiro fixo.
Ficha Técnica
Texto – Caio Fernando de Abreu
Elenco – Marcelo Francisco
Direção – Pacheco Neto
Direção musical – Alexandre Revoredo
• 17/ Abril(Domingo) 10:00
horas - INFANTIL – A BICHARADA – Grupo
Tam tam de Teatro - JABOATÃO – PE;
Sinopse: A Bicharada é um
espetáculo Infantil que narra a História de Cinco Animais: Dona Galinha Tatá, MC Macaco,
Dog Junior, Juca Jumento e a Gata
Alice, Amigos talentosos que decidem formar um grupo e ir até a Cidade de Jubileu “Que é reconhecida como a Cidade da
Fama” para começarem a tão sonhada carreira artística. Atores:
Jailson Diaz, Claudiane Luna, Del
Vieira, Lidiane Souza, Wander Medeiros.
Direção e Sonoplastia Carlos Mallcom.
• 17/ Abril(Domingo) 16:00
horas - INFANTIL – POR QUE EU NÃO POSSO
SER O QUE EU QUERO SER? POR QUE? - Olinda
– PE.
O espetáculo narra a história de
Toinho, uma criança que passa a maioria do seu tempo no porão de sua casa
brincando com seus brinquedos, como: pipa, super-herói, carrinho, bola de
futebol, brinquedos ditos como de''menino'', Toinho se recusa a brincar com
seus amigos principalmente as meninas. As crianças Rute e Belinha não
desistindo de sua amizade decidem convidar-lo para brincar na rua, ao entra no
seu porão ficam encantadas com tantos brinquedos espalhados no chão, não
pensando duas vezes, pegam uns dos seus brinquedos e brincam se divertem
bastante. Toinho ao perceber logo impedi, fala que seus brinquedos são de
meninos e não de meninas e resolve expulsa-las do seu porão! O espetáculo
infantil “Por que eu não posso ser o que eu quero ser? Por quê? De forma lúdica
e poética faz uma abordagem dos valores sociais que são ditos como corretos. E
provoca uma reflexão sobre as escolhas, igualdade de gênero, violência
doméstica e preconceito. É uma aventura com seus mistérios e a sua magia, as músicas
faz um resgate as cantigas de roda, com coreografias simples, mais,
informativo. A iluminação ambienta a cena de uma forma reveladora, que dar
destaque em elementos cênicos da trama.
• 17/ Abril (Domingo) - 20:00 Horas - ADULTO - OS ANJOS DE AUGUSTO
– Cia. de Teatro Baco – Aracati/Ceará.
Os Anjos de Augusto foi uma proposta desafiadora para a Cia. de Teatro
Baco, pois teve como objetivo exigir do educando/artista uma concepção diferenciada
de interpretação, a partir de personagens que nasceram de poemas do escritor
Augusto dos Anjos. A obra poética permitiu ao grupo mergulhar nas profundezas
do desconhecido, revelando as necessidades mais escondidas do sujeito/homem.
Aqui, não se pretende interpretar poemas de Augusto e falar de suas histórias,
mas recitarvidas de personagens fictícios/reais através de uma literatura
reveladora e instigante
Afinal, todos nós trazemos um pouco de Augusto! Cada um com os seus
Anjos, sejam eles bons ou maus! Porque o que importa no final de tudo não é o
preto ou o branco, mas o CINZA!
Elenco: Dimitrya Kawashima, Erik Willyam, Franciane Augusta, Gabriel
Bernardo, Gabrielli dos Santos, Luísa Groff Matthes, Maíra Oliveira, Matheus
Nogueira, Nycollas P
Por: FEDERAÇÃO DE TEATRO PE




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