Inscrições podem ser feitas entre quarta-feira (7) e 3 de julho, pela internet. Estado oferece salário de R$ 3.8772,82, além de de transporte e vale refeição.
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Agentes penitenciários em Pernambuco trabalham em plantão de
24 horas (Foto: Ascom seres/WhatsApp)
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O governo de Pernambuco anunciou, nesta quinta-feira (1º), a
abertura de concurso para público para agentes de segurança penitenciária. São
oferecidas 85 vagas. Os interessados poderão se inscrever entre quarta-feira
(7) e 3 de julho, pela internet. A taxa custa R$ 120.
Para concorrer, é necessário ter diploma de conclusão de
curso superior em qualquer área de formação, reconhecido pelo Ministério da
Educação (MEC), e Carteira Nacional de Habilitação, na Categoria “B”.
São oferecidos vencimentos de R$ 3.872,82. O valor é
referente ao salário e a gratificações de risco penitenciário. O governo também
disponibiliza vale refeição e ajuda de transporte. A jornada de trabalho é de
plantão de 24 horas trabalhadas com 72 horas de descanso. Também há a opção de
oito horas diárias em serviços administrativos.
Provas
O concurso terá duas etapas. A primeira será de provas
objetiva e discursiva, no dia 20 de agosto. Também estão previstos exames
médicos, avaliação de capacidade física, avaliação psicológica e investigação
social. A segunda etapa compreenderá o Curso de Formação do concurso.
As provas objetiva e discursiva serão aplicadas no Recife,
em Caruaru, no Agreste, e em Petrolina, no Sertão. As demais fases e o curso de
formação ocorrerão na capital.
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Após a retomada das obras em Itaquitinga, primeiro módulo da
penitenciária está previsto para ser entregue até o fim de 2017, segundo
governo de PE (Foto: Marina Meireles/G1)
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Sistema
No dia 3 de maio deste ano, o secretário de Justiça e
Direitos Humanos do estado, Pedro Eurico, anunciou o aumento do número de vagas
no sistema pemitenciário do estado. Em Pernambuco, segundo ele, haverá espaço
para mais sete mil presos, em 2018.
O secretário participou da assinatura de licitação para
retomar as obras da segunda unidade do Centro Integrado de Ressocialização
(CIR), em Itaquitinga, na Zona da Mata Norte.
Desse total de vagas, duas mil ficarão disponíveis com as
duas unidades que integram o CIR, quatro mil serão no presídio de Araçoiaba, na
Região Metropolitana do Recife, e outras mil serão distribuídas em unidades
prisionais de Garanhuns, Palmares e Tacaimbó.
Construção interrompida
Orçado inicialmente em R$ 350 milhões, o Centro Integrado de
Ressocialização (CIR) teria 70% do investimento feito pela iniciativa privada e
outros 30% seriam investidos pelo governo do estado. A obra tinha previsão de
ser o maior complexo prisional do estado, com capacidade para abrigar 3,5 mil
presos.
A construção deveria ter sido iniciada em outubro de 2009,
com prazo de três anos para a conclusão. No entanto, os trabalhos só iniciaram
em junho de 2010 e, em 2012, com a saída do consórcio Advance-Socializa, as
obras foram interrompidas.
Obra citada em delação da Odebrecht
De acordo com relatos de Marcelo Bahia Odebrecht, Fernando
Luiz Ayres da Cunha Santos Reis e Benedicto Júnior, registrados na petição
6.706, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, solicitou apoio à
Odebrecht em 2012 para auxiliar na construção do Centro Integrado de
Ressocialização (CIR). Apesar de não haver interesse por parte da Odebrecht
para participar da licitação e ingressar na obra, a empreiteira entrou no
projeto através da DAG Construtora.
Na prática, foram aproximadamente quatro meses no canteiro
de obras. Durante esse período, a DAG chegou a fazer uma limpeza na área e,
segundo Marcelo Odebrecht, a empresa precisou sair devido a problemas
‘escabrosos’.
Por: G1.


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