Cinco vezes eleita melhor do mundo, Marta apoiará o trabalho pela igualdade de gênero e empoderamento feminino
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© Roberto Castro/ ME/ Brasil2016
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A Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento
das Mulheres anunciou nesta quinta-feira que a jogadora Marta se tornou
embaixadora global da boa vontade da entidade. Conhecido como ONU Mulheres, o
órgão é um braço da Organização das Nações Unidas (ONU).
"É uma honra me tornar uma embaixadora da Boa Vontade
da ONU Mulheres para mulheres e meninas no esporte. Estou totalmente
comprometida em trabalhar para garantir que mulheres e meninas em todo o mundo
tenham as mesmas oportunidades que homens e meninos têm para realizar seu
potencial e eu sei, da minha experiência de vida, que o esporte é uma
ferramenta fantástica para o empoderamento", disse Marta ao site da
entidade.
Diretora-executiva do órgão, Phumzile Mlambo-Ngcuka
comemorou o "reforço". "Marta é um modelo excepcional para
mulheres e meninas em todo o mundo. Sua própria experiência de vida conta uma
história poderosa do que pode ser alcançado com determinação, talento e
coragem. O esporte é uma linguagem universal, que nos inspira e nos une, pois
amplia nossos limites. Estamos ansiosas para trabalhar de perto com Marta para
trazer o poder transformador do esporte para mais mulheres e meninas, e
construir rapidamente a igualdade. Tenho o prazer de recebê-la na família da
ONU Mulheres", afirmou.
Eleita cinco vezes pela Fifa a melhor jogadora do mundo,
Marta já havia desempenhado um papel na ONU. Em 2010, a brasileira passou a
colaborar com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD),
criado para promover ações que visam erradicar a pobreza no mundo.
"Em todo o mundo, hoje, as mulheres demonstram que
podem ter sucesso em papéis e posições antes mantidas para os homens. A
participação das mulheres no esporte e na atividade física não é exceção. É por
meio do esporte que mulheres e meninas podem desafiar normas socioculturais e
estereótipos de gênero, aumentar sua autoestima, desenvolver habilidades de
vida e liderança. Elas podem melhorar sua saúde, posse e compreensão de seus
corpos, tomar consciência do que é violência e como evitá-la, procurar serviços
disponíveis e desenvolver habilidades econômicas", concluiu. Com
informações do Estadão Conteúdo.
Por: Notícias ao Minuto.
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