Trabalho deve prosseguir até que cesse a mortandade de peixes
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Toneladas de peixes mortos foram retirados da Lagoa Rodrigo
de Freitas, no Rio
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
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A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) retirou
nessa quinta-feira (20) 21,8 toneladas de peixes mortos da Lagoa Rodrigo de
Freitas, na zona sul do Rio de Janeiro. O trabalho começou às 8h da manhã de
quinta-feira e deve prosseguir durante toda esta sexta até que cesse a
mortandade de peixes. Até as 11h (horário de Brasília), 252 garis e 29 agentes
de limpeza urbana foram mobilizados.
A Agência Brasil ouviu o biólogo Mario Moscatelli, que
estuda as lagoas do Rio, para entender o fenômeno. Ele avalia que o forte calor
na cidade contribuiu para a tragédia ambiental, mas que este não foi o único
fator da mortandade.
Moscatelli disse que caminhou pelo entorno da Lagoa e
reparou que parecia que os cardumes estavam em banho-maria. “A água estava
quente, extremamente quente, e água quente não é muito bom, porque ela reduz a
concentração de oxigênio”, disse.
Em nota divulgada nessa quinta, a Secretaria de Conservação
do Município do Rio (Seconserva) informou que os órgãos ambientais estão em
alerta e confirmou a redução dos níveis de oxigênio na água.
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Toneladas de peixes mortos foram retirados da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
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Toneladas de peixes mortos foram retirados da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
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Toneladas de peixes mortos foram retirados da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
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Toneladas de peixes mortos foram retirados da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
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Por: Folha de Pernambuco.





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