País ocupa o sétimo lugar na lista de países empreendedores estabelecidos, que representam os negócios com mais de três anos e meio
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Creative Commons/Pexels - Pandemia e e-commerce foram
fatores propulsores de micro e pequenas empresas |
De acordo com dados do Sebrae, o Brasil registrou 3,9
milhões de novos empreendimentos formalizados, como micro e pequenas empresas,
em 2021. Ter o próprio negócio é o sonho de muitos brasileiros que têm tentado
empreender nos últimos anos. A pandemia foi um fator propulsor dessa tendência,
porque boa parte das pessoas que encararam um novo negócio o fizeram por
necessidade. No entanto, segundo o Sebrae esse cenário já apresenta mudanças.
Em 2021, houve uma queda no chamado empreendedorismo de necessidade, o que deu
espaço para o empreendedorismo de oportunidade.
Atualmente, o Brasil ocupa o sétimo lugar na lista de países
empreendedores estabelecidos, que representa os negócios com mais de três anos
e meio. Diante das mudanças sociais, alta na inflação e crise e econômica, a
chegada do ano eleitoral pode assustar pessoas que querem empreender,
justamente pela incerteza sobre quem será o governante no próximo ano e quais
políticas serão adotadas. No entanto, especialistas avaliam que o cenário atual
não é impeditivo para empreender.
O diretor do Sebrae, Marco Vinholi, ressaltou que o
empreendedor terá desafios diferentes neste período. “Evidente que as
incertezas colocam o empreendedor com um desafio maior em um ano eleitoral. Mas
a gente tem acompanhado as pesquisas globais entorno do tema e essas mudanças
no cenário político não excluem a possibilidade de empreender. Pelo contrário,
também são uma janela de oportunidade”, explicou o especialista em entrevista à
Jovem Pan News. Ele apontou também que os novos formatos de negócios, como o
e-commerce, fomentaram o empreendedorismo no Brasil.
Por: Jovem Pan.

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