DRª Virginia Pignot.

Para a frente é que se anda

O relatório Radar divulgado pelo Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento mostra que o Brasil teve Índice de Desenvolvimento Humano no topo global ao lado de países como a Noruega, Alemanha, EUA,  pela primeira vez. Isso mostra que é possível avançar. Foi a partir de politicas publicas implantadas ou incrementadas pelos governos de Luis Inácio Lula da Silva e do PT, como o bolsa família,  levando crianças que não precisam mais trabalhar para a escola. A prevenção de doenças, os investimentos nas áreas da educação,  trouxeram aumento da expectativa de vida (aumento da longevidade), aumento do índice da educação, com mais brasileiros com nível técnico e universitário, por exemplo.

Boas Noticias silenciadas pela turma da desinformação

O Brasil saiu de novo do Mapa da Fome da ONU em 2025, quer dizer, menos de 2,5% da população sofre atualmente de carência nutricional grave. O desemprego longo atinge atualmente recorde histórico mais baixo. Restam problemas, mas ha avanços, que nem sempre são divulgados pela mídia tradicional.  Publiquei um artigo, Meias verdades, Mentiras e manipulação informativa, no jornal por Whats app O Poder de 27-05, sobre a midia que desinforma e que pode atacar a democracia. Neste ano eleitoral, vamos ver se podemos ter esperança no avanço esperado da democracia sobre o golpismo, da informação sobre a desinformação.

O escândalo Master está nas mãos da direita

Segundo o professor de direito Constitucional Vinícius Figueiredo, o escândalo Master está nas mãos da direita e do bolsonarismo. As Operações policiais mais recentes parecem lhe dar razão. A busca e apreensão da P.F. cujo alvo foi o Senador Ciro Nogueira, ex ministro da Casa Civil de Bolsonaro, se deu pois elementos de suspeição contra ele apareceram no material apreendido nas Operações de combate ao crime organizado visando o banco Master.

Em um dos celulares apreendidos do banqueiro, um primo (que agora esta preso) de Daniel Vorcaro  fala com ele: “O dinheiro do Ciro esta atrasado. Devo dar 500 mil, ou pode ser 300 mil”?

Essa ligação é do mesmo  período de um documento que foi encontrado nas operações de busca e apreensão que visavam Ciro Nogueira. Documento redigido por pessoas ligadas ao Banco  com o mesmo texto que o Senador usou na Emenda Parlamentar que favoreceria Daniel Vorcaro, pois propunha aumentar o fundo garantidor de crédito de 250 a um milhão de reais, aumentando o ônus da administração fraudulenta do banqueiro para a sociedade, se a emenda tivesse sido aceita.

Depois de Benedita da Silva só dá ladrão

Contrariamente ao que a mídia tenta passar, que governos do PT seriam corruptos ou ineficientes, se a gente olhar a série de governadores do Rio de Janeiro depois de  Benedita da Silva nos últimos anos, ela foi a única a não ter problemas com a justiça. Todos os governadores depois dela foram presos ou condenados, e nenhum deles era do PT.

Outro alvo de busca e apreensão ligado ao Banco Master foi o ex governador bolsonarista do Rio Cláudio Castro. Castro é suspeito de ter participado do investimento de  três bilhões de reais do regime próprio da previdência dos cariocas em um banco que já dava sinais de ter problemas. Se isso for comprovado seu patrimônio imobiliário ou financeiro deverá ser usado para ressarcir o prejuízo dos pensionistas.

Mais um questionável queridinho da Globo 

As criticas de Luciano Huck ao bolsa-família se transformaram em  polêmica, ele foi objeto de muitas criticas nas redes sociais. O editor-chefe da revista Fórum, Renato Rovai, traz elementos para enriquecer o debate: “Alguém que faz propaganda para as BETS, para as casas de aposta que se enriquecem às custas do endividamento do povo, pode criticar o bolsa família? Em todo caso, é muita hipocrisia”. 

Rovai lembra que Huck utilizou o seu “Domingão” em horário nobre, para dar um escudo de credibilidade ao Will Bank, braço digital do Banco Master, quando o Master já dava sinais de grave comprometimento operacional. Huck dizia no material promorcional: “Will Bank é meu novo banco, parceiro que eu escolhi para estar ao meu lado nos próximos anos”. Ao colocar o Will Bank no centro do horário nobre, na maior emissora de comunicação do país, Vorcaro queria dar uma casca de solidez para uma instituição que já estava quebrada. Este é mais um exemplo de grandes corruptores que atuam no mercado financeiro e que são blindados na mídia tradicional.

Lava Jato e golpe nunca mais.

Isso é o que podemos desejar, pois dez anos atrás, com a onipotente Lava Jato tivemos um exemplo traumático de lawfare, o uso da justiça para fins perseguição politica; e com a Globo que julgava e condenava por manchetes o grupo politico no poder, a população sofreu “lavagem cerebral” efetuado pela imprensa. Aquela historia perniciosa que uma mentira repetida muitas vezes se torna verdade. Em consequência, o povo brasileiro sofreu mazelas politicas, econômicas e sanitárias muito dolorosas e de difícil resolução. O Brasil voltou para o Mapa da fome da ONU em 2018; o numero de mortos brasileiros na pandemia foi proporcionalmente bem mais elevado que a media de mortos por habitantes/país mundial.

Concluindo

Recentemente a imprensa tradicional tentou fazer manipulação da informação envolvendo de novo um dos filhos de Lula, o próprio, o atual presidente do Banco Central em escândalos. As “acusações” seriam baseadas em insinuações, sem embasamento jurídico. Atacam também com uma certa frequência Ministros do Supremo, enquanto tratavam Flavio o filho 01, de “bolsonarista moderado”.

O Jornal Nacional está perdendo audiência, não sei se é sinal de perda de credibilidade, mas se for, porque as pessoas estão percebendo que eles deformam a informação ou mentem, para levar ao poder candidatos da sua predileção, ou para derrubar governos que não lhe agradam, esta pode ser mais uma ótima noticia para o nosso país.

Por: DRª Virginia Pignot - Cronista e Psiquiatra. É Pedopsiquiatra em Toulouse, França. Se apaixonou por política e pelo jornalismo nos últimos anos.  Natural de Surubim-PE



Maria da Graça Costa e Costa, nasceu na cidade de São Bento (MA), e reside em São Luís - Maranhão. Graduou-se em Pedagogia e Direito pela Universidade Uniceuma. Pós -graduada em Planejamento e Gestão Escolar e Processo do Trabalho. Na Universidade Federal do Maranhão, exerceu a Função de Secretaria Executiva, e Diretora de Administração, junto ao Departamento de Assuntos Estudantis e da Pró -Reitoria de Pesquisa e Pós -graduacao . Membro efetivo da Academia Sambentuense de Artes e Letras, desde 2016, ocupante da cadeira 17, patroneada  pelo  professor Felipe Benício de Oliveira Condurú e Academia Ateniense de Artes e Letras. Título do Mérito Cultural, concedido pela Academia Sambentuense de Artes e Letras. Obras publicadas : SONHO. São Luís: EDUFMA, 2019, TODOS CANTAM A SUA TERRA - poemas (coautora e organizadora) São Luís, 2019; FOGO DE OLARIA - Antologia Poética. (Coautora e organizadora) São Luís: EDUFMA, 2021; CRISÁLIDAS- literatura feminina (coautora) São Paulo: ed.versejar, 2021; OLHAR EM CHAMAS- São Luís, EDUFMA, 2022. PUCARO LITERÁRIO IV, EVM gráfica e editora: 2023 (coautora) Antologia Cora Coralina- 2024; ( coautora). VOZES SAMBENTUENSES: Antologia Poética: gráfica e editora Psiu7. São Paulo, 2025 (coautora e organizadora).

ENTREVISTA

1. A quantos tempo está como presidente da ASBAL?

Maria da Graça Costa e Costa: 2 anos, reeleita por mais 2 anos.

2. Qual a importância das academias juvenis?

Maria da Graça Costa e Costa: A importância das academias juvenis, está em formar não apenas escritores, mas sujeitos sensíveis, críticos e conscientes do seu papel na sociedade. A Academia Juvenil não é apenas “ uma versão jovem”, ela cumpre um papel estratégico na formação cultural e humana.

Forma leitores e escritores conscientes. Além disso, tem uma importância enorme na valorização da identidade cultural. Funciona como ponte entre gerações. Por fim, a Academia Juvenil é um investimento no futuro da própria cultura.

3. Como vê o futuro de instituições culturais como as academias de Letras?

Maria da Graça Costa e Costa: O futuro de instituições culturais como as academias de Letras não é propriamente de desaparecimento, mas de transformação inevitável. Historicamente, essas academias foram guardiãs da língua, da memória e de certos cânones literários. No entanto , o mundo mudou : a produção cultural se democratizou , as vozes se multiplicaram e a autoridade simbólica já não está concentrada em poucos espaços. Isso coloca um desafio claro: ou se reinventam, ou correm o risco de se tornarem apenas espaços cerimoniais, desconectados da vida cultural.

No entanto se conseguirem equilibrar trafica e escuta do presente, ainda têm um papel poderoso: o de ponte entre memória e criação,  entre passado e aquilo que ainda está sendo escrito.

4. A cada ano, segundo estatística, o Brasil é menos leitor. Quais seriam boas práticas de incentivo à leitura?

Maria da Graça Costa e Costa: Boas práticas de incentivo à leitura , nascem em ambientes vivos, afetivos e conscientes.

Uma das práticas mais eficazes é o exemplo.

Quando uma criança e jovens vêem adultos lendo em casa, na escola - a leitura deixa de ser obrigação e passa a ser algo natural.

É preciso garantir o avesso. É preciso que os livros estejam disponíveis e próximos: bibliotecas organizadas, acervo variados , circulação de livros.

Criar momentos de leitura compartilhada.

Em fim, incentivar a leitura é criar condições para que ela aconteça com sentido: acesso , liberdade, e emo e afeto. Isso fazem do leitor alguém que lê não porque precisa, mas porque deseja.

5. Mensagem aos jovens leitores 

Maria da Graça Costa e Costa:

Jovens leitores,

Há um universo inteiro esperando por vocês - silencioso, mas vibrante, dentro das páginas de um livro. Ler não é apenas decifrar palavras; é aprender a enxergar o mundo com outros olhos, é viajar sem sair do lugar, é sentir o que antes parecia distante .

A leitura forma não apenas estudantes , mas cidadãos sensíveis, críticos e criativos.

Não importa por onde comecem - poesia, romance, crônica, fantasia - o importante é começar. Permitam-se encantar, questionar, sonhar.

Um leitor nunca está sozinho, ele carrega consigo histórias, ideias e possibilidades infinitas.

Que vocês descubram , na leitura , não uma obrigação, mas um refúgio e uma força. É que cada página lida seja um passo a mais na construção de quem vocês desejam ser.

E VIVA AS ACADEMIAS INFANTO-JUVENIS!!!

Por: Renata Barcellos (BarcellArtes) - Professora, Poetisa, Escritora e Membro Correspondente do Instituto Geográfico de Maranhão, Apresentadora do programa Pauta Nossa da Mundial News RJ.
Pr. Geraldo Magela.


Vivemos dias de muito medo, ansiedade, ingratidão e vazio espiritual. Há pessoas cercadas de bens, mas pobres de esperança. 

Há gente sorrindo por fora e chorando por dentro. Em meio a tudo isso, uma pergunta surge: o que ainda sustenta o coração humano? 

Para milhões de pessoas, a resposta continua sendo Deus. Não apenas uma religião. Não apenas uma tradição. Mas a experiência profunda de perceber que existe um Deus presente, amoroso, misericordioso e fiel. 

Ao olhar para minha caminhada, percebo algumas razões pelas quais continuo amando e admirando o Senhor. São verdades simples, mas poderosas. Coisas que experimentei na prática da vida. 

1. Ele me ama Talvez essa seja a maior de todas as verdades. Deus me ama mesmo conhecendo minhas falhas, meus erros e minhas limitações. O amor humano muitas vezes depende de aparência, desempenho ou utilidade. O amor de Deus não. Ele nos ama porque essa é a essência Dele. A Bíblia diz: “Com amor eterno te amei”. 

2. Ele tem misericórdia de mim Se Deus me tratasse apenas com justiça, eu estaria perdido. Mas Ele escolhe agir com misericórdia. Misericórdia é Deus olhar para nossa fraqueza e ainda assim nos dar uma nova oportunidade. Todos nós precisamos desesperadamente disso. 

3. Ele sempre me socorre Quantas vezes pensamos que não conseguiríamos continuar? Quantas noites escuras enfrentamos? E, mesmo assim, Deus apareceu. Às vezes através de uma palavra. Outras vezes através de uma pessoa. Outras vezes apenas renovando nossas forças silenciosamente. Ele nunca abandona os Seus. 

4. Ele não me trata como mereço, mas com Graça é favor imerecido. É receber bênçãos sem merecer. É ser levantado depois da queda. É descobrir que Deus continua estendendo a mão mesmo quando falhamos. A graça de Deus é um dos maiores milagres da existência humana. 

5. Ele sempre proporciona o que preciso Nem sempre Deus nos dá tudo o que queremos. Mas Ele sempre provê o que realmente precisamos. O pão de cada dia. A força necessária. O consolo certo. A porta que se abre na hora exata. Quem anda com Deus aprende que provisão é diferente de luxo. 

6. Ele não muda comigo. Os sentimentos humanos mudam rapidamente. Hoje muitos gostam; amanhã esquecem. Mas Deus permanece fiel. Quando estou forte, Ele é Deus. Quando estou fraco, Ele continua sendo Deus. Quando erro, Ele continua disposto a me restaurar. Sua fidelidade não depende do meu humor. 

7. Ele não tem nojo de mim. Há pessoas que se afastam quando descobrem nossas feridas. Deus não. Ele toca o leproso. Abraça o pecador arrependido. Levanta quem caiu. Escuta quem todos ignoraram. Deus não rejeita um coração quebrantado. 

8. Ele me protege. Nem sempre percebemos, mas muitos livramentos acontecem diariamente. Coisas que poderiam dar errado e não deram. Caminhos perigosos que foram evitados. Decisões erradas das quais fomos poupados. A proteção de Deus muitas vezes trabalha no invisível. 

9. Ele me entende Talvez ninguém compreenda completamente nossas dores, mas Deus compreende. Ele conhece lágrimas que ninguém viu. Conhece batalhas silenciosas. Conhece os medos escondidos atrás do sorriso. Não existe oração perdida diante Dele. 

10. Ele me exaltou Deus gosta de levantar pessoas improváveis. Muitos que foram desprezados pelos homens foram honrados por Deus. Ele pega o caído e o coloca de pé. Pega o esquecido e lhe dá valor. Pega o ferido e lhe devolve dignidade. 

11. Ele tem transformado maldições em bênçãos. Quantas coisas ruins acabaram produzindo crescimento, amadurecimento e vitória? Há dores que nos aproximaram de Deus. Há perdas que abriram portas melhores. Há crises que salvaram nossa alma. Deus é especialista em transformar tragédias em testemunhos. 

12. Ele tem me presenteado com amigos valiosíssimos Uma das maiores riquezas da vida são pessoas sinceras. Amigos verdadeiros são presentes do céu. Pessoas que oram conosco, choram conosco e permanecem ao nosso lado nos dias difíceis. Quem encontra amizades leais encontra um tesouro raro. 

13. Ele torce por mim Muita gente cresce ouvindo palavras negativas: “você não consegue”, “você não vai vencer”, “você não presta”. Deus faz o contrário. Ele nos encoraja. Nos fortalece. Nos chama para recomeçar. Nos lembra que ainda existe esperança. Deus acredita na transformação humana. 

14. Ele ouve minhas orações Orar não é falar sozinho. Existe um Deus que escuta. Talvez a resposta não venha no tempo que desejamos, mas nenhuma oração sincera é ignorada pelo céu. Quem ora nunca está completamente sozinho. 

15. Ele me salvou. Essa é a maior dádiva de todas. Mais importante que bens materiais, fama ou sucesso, é saber que Deus salvou minha alma através de Jesus Cristo. A salvação traz esperança, paz e sentido para viver. Num mundo tão confuso, ainda vale a pena caminhar com Deus. Porque, no final das contas, descobrimos que sem Ele podemos até existir… mas jamais viver plenamente.

Por: Pr. Geraldo Magela.


Com uma história marcada pelo compromisso com a formação humana e acadêmica de gerações de surubinenses, a EREM Ana Faustina tem mais de oito décadas de ontribuição para a educação pública de qualidade.

Fundada em 1945, durante a gestão do então prefeito Nelson Barbosa, a escola recebeu o nome de Ana Faustina em homenagem à avó do gestor municipal. Desde sua criação, a instituição passou a ter como padroeira Santa Ana, avó de Jesus Cristo, fortalecendo uma tradição que une educação, valores humanos e compromisso com a comunidade.

Ao longo de sua trajetória, a escola consolidou-se como uma das mais importantes instituições de ensino do município de Surubim e da região. Inicialmente denominada Grupo Escolar Ana Faustina, a unidade passou posteriormente a integrar a rede estadual de ensino de Pernambuco, tornando-se a Escola de Referência em Ensino Médio Ana Faustina (EREM Ana Faustina), vinculada à Gerência Regional de Educação do Vale do Capibaribe.

Durante sua história, a escola contou com a liderança de gestores que deixaram importantes contribuições para o fortalecimento da instituição. Entre eles destacam-se nomes como Ademilson Ramos, Cristina Barbosa, Hercília Campos, Sônia Barbosa, Nilza Amorim, entre outros profissionais que ajudaram a construir o legado de excelência da escola.

Atualmente, a gestão da EREM Ana Faustina está sob a responsabilidade do professor Antônio Bernardo, servidor da Rede Estadual de Ensino de Pernambuco há 16 anos. Licenciado em Educação Física, construiu grande parte de sua trajetória profissional na EREM João David de Souza, no município de Santa Maria do Cambucá, onde atuou por 14 anos como professor, contribuindo para a formação de centenas de estudantes. Em 2024, após participar do processo seletivo para gestores escolares da rede estadual, foi credenciado para assumir a direção da EREM Ana Faustina. Desde então, tem conduzido a instituição com o compromisso de fortalecer a qualidade da educação, ampliar as oportunidades de aprendizagem e consolidar ainda mais o papel da escola como referência educacional para Surubim e toda a região.

Ex aluno da EREM Ana Faustina é hoje atuando como gestor, é a prova viva de que  a educação é o caminho e da mesma forma que transformou sua vida pode também impulsionar a vida dos jovens que passam por esta instituição de ensino. 

Hoje, a EREM Ana Faustina atende 648 estudantes e conta com uma equipe formada por 67 servidores. A escola oferece Ensino Médio Integral no período diurno e Educação de Jovens e Adultos (EJA) no período noturno, garantindo oportunidades de formação para diferentes públicos.

O trabalho desenvolvido pela unidade conta com o apoio permanente da Gerência Regional de Educação do Vale do Capibaribe, sob a liderança da professora Ana Xavier e de toda a sua equipe, que têm sido parceiros importantes no fortalecimento das ações pedagógicas e na promoção de uma educação cada vez mais inclusiva e transformadora. O suporte do governo do estado por meio da Secretaria de Educação tem feito a diferença com programas como: Pix tênis, programa Ganhe o Mundo, Bisca Ativa, entrega de kits escolares e de higiene bucal além de investimentos fortalecendo as ações pedagógicas e a valorização profissional dos docentes, programas como estes e outros tantos refletem positivamente na qualidade do ensino ofertado. 

Nos últimos anos, a EREM Ana Faustina tem se destacado pelos resultados alcançados nas avaliações externas estaduais e nacionais, evidenciando o compromisso permanente com a excelência educacional. Entre os avanços mais significativos está o crescimento de aproximadamente 20% no SAEPE no último ciclo avaliativo, resultado que reflete o empenho coletivo de estudantes, professores, gestores e demais profissionais da educação. Além disso, no IDEB, a escola alcançou, em 2025, a meta projetada para ser atingida apenas em 2031, demonstrando que o trabalho desenvolvido vem produzindo resultados acima das expectativas estabelecidas para a rede. Esses indicadores revelam não apenas a melhoria contínua da aprendizagem, mas também o compromisso da instituição com uma educação pública de qualidade, capaz de promover avanços consistentes e ampliar as oportunidades para os jovens. Com isso, a EREM Ana Faustina segue avançando a passos largos na oferta de um ensino cada vez mais qualificado, consolidando-se como uma das principais referências educacionais do município e da região.

Reconhecida como uma das principais escolas de referência do município e da região, a instituição tem como lema: “EREM Ana Faustina: a escola que acolhe, aponta o caminho e ajuda na caminhada”. Mais do que uma frase, esse princípio orienta diariamente as ações da escola, promovendo acolhimento, orientação e oportunidades para que os jovens construam seus projetos de vida.

Nesse contexto, a escola incentiva a participação dos estudantes em programas educacionais, olimpíadas do conhecimento, projetos científicos e iniciativas que ampliam horizontes e desenvolvem o protagonismo juvenil.

Um dos exemplos desse trabalho é o projeto de pesquisa sobre saúde mental no período da pandemia, desenvolvido pela professora Janailza, O projeto conquistou reconhecimento em diversas mostras científicas e foi apresentado em eventos realizados em Recife, Fortaleza e Lima, no Peru. Recentemente, foi credenciado para apresentação nos Emirados Árabes Unidos onde foi apresentado pela estudante Maria Jhulia, na Mostra Mundial de Projetos e já está habilitado para participar, em 2026, de uma importante mostra científica internacional na Colômbia.

Essas conquistas demonstram que a educação pública de qualidade é capaz de transformar realidades, abrir portas e criar oportunidades para os jovens alcançarem espaços cada vez mais relevantes no cenário nacional e internacional.

Com uma equipe comprometida, projetos inovadores e uma trajetória construída com dedicação e responsabilidade, a EREM Ana Faustina segue firme em sua missão de educar, formar cidadãos e construir um futuro de oportunidades para as novas gerações.

Mais do que uma escola, a EREM Ana Faustina é um patrimônio educacional de Surubim, cuja história continua sendo escrita diariamente por todos aqueles que acreditam no poder transformador da educação.




 ABRAMMIL




25ª Reunião Literária da ABRAMMIL. O evento aconteceu no auditório Santa Barbara do Forte de Copacabana, em 26 de abril de 2026, com homenagens a autoridades  civis e militares, posse de novos membros, e diretores, entrega de troféus, condecorações, medalhas e diplomas, apresentação musical, muitos registros fotográficos, seguido de coquetel de confraternização.

Parabéns ao presidente, Cel. Régis Lermen, aos novos membros, aos novos diretores, aos patrocinadores, apoiadores, e a todos que direta, ou indiretamente contribuíram para a realização do excelente evento.






COMEMORAÇÃO



Dil Mendonça recebe amigos, e admiradores, em um requintado almoço no restaurante do Clube Militar, do Centro do Rio de Janeiro, para comemorar seu aniversário, entre os convidados, artistas que abrilhantaram o evento com suas artes. Garçons gentis e atenciosos, serviram o delicioso almoço,  regado a bebidas finas, e delicadas sobremesas.
Parabéns a aniversariante!








UBE/RJ



Aconteceu em 27 de abril, a Tarde Cultural da UBE/RJ:( União Brasileira de Escritores). Posse de novos membros, entrega de certificados, palestra da historiadora e escritora Mary Del  Priore, cujo tema “Chica da Silva: Uma História de Francisca”, encantou o público presente. Sorteio de livros da palestrante, foto oficial, seguido de coquetel de confraternização. Ao término da reunião a palestrante autografou os livros sorteados.

Parabéns à presidente, Luiza Lobo, aos novos membros, aos agraciados pelos certificados e premiados com livros da palestrante, e a todos que contribuíram para a realização do evento!





SHOW!



Tony Correia, ator internacional, apresentou em 5 de abril, no Centro Cultural da Justiça Federal, o espetáculo “Navegar é Preciso”, homenageando  o Dia Mundial da Língua Portuguesa,  homenageando também, a fadista Maria Alcina. Um espetáculo impecável, onde ator e  público interagiram com perfeição! O Instituto Cultural Marinha Mercante-ICMM, presidido Comte. Andréa de Fátima Bacala esteve presente ao excelente espetáculo.







HINO OFICIAL




Em 11 de maio de 2026,  a Academia Nacional de Letras e Artes, presidida por Lúcia Regina de Lucena, em sua reunião ordinária, realizou em sessão solene o lançamento do Hino Oficial da Academia, de autoria do Acadêmico Abílio Kac, interpretado por Nina Fernandes,homenageou o Dia das Mães, sendo eleita a Mãe do Ano, a Drª Vera Gonzalez. Angela Guerra e Lydia Simonato, apresentaram suas obras Infanto Juvenis.

Destaque para João Miguel MiyaKi Correia Gomes, escritor de apenas 8 anos, que foi apresentado ao meio  acadêmico, pela presidente Lúcia Regina de Lucena, como escritor, sob os aplausos de nomes renomados da literatura.  Foram sorteados livros, cedidos pelas escritoras. Muitos registros fotográficos, seguindo do coquetel de confraternização.






SOLENIDADE





Em 12 de maio de 2026, a Associação dos Ex-combatentes do Brasil, fundada em 1 de outubro de 1945, atualmente presidida por Sylvio Ernesto Cocchiarella Filho, realizou no Teatro Centro Cultural da Justiça Federal, uma Seção Solene, ocasião em que foram homenageadas autoridades civis e militares, com a Medalha do Mérito do Ex-combadente da Marinha Mercante “Capitão-de- Longo-Curso José Moreira Pequeno”. Entre as autoridades presentes, o Consul da Armênia, Sr. Abrahan Kulajían. Evento abrilhantado por Ane Janin, cantora lírica e a Banda Brazilian Pipers, apresentando músicas celtas. Muitos cumprimentos, registros fotográficos. Encerrando com    coquetel.  Todo o evento foi capitaneado por Francisco César Monteiro Gondar, 1º Comodoro da Marinha Mercante.








Por: Nina Fernandes - Jornalista e Escritora.


Maio de 2026 foi marcado por uma expressiva participação internacional da escritora Arlinda Lamego, que esteve na Europa cumprindo uma intensa programação literária, integrando importantes eventos culturais e acadêmicos de projeção internacional. A agenda incluiu feiras, encontros literários e palestras que reafirmaram seu compromisso com a literatura, o pensamento crítico e o diálogo intercultural.

Entre os destaques esteve a participação no Salão Internacional do Livro de Turim, em sua XXXVIII edição, considerado o maior evento literário da Itália. Realizado pela Presidente Sônia Miquelin, entre os dias 14 e 18 de maio, no moderno centro de exposições Lingotto Fiere, o salão alcançou números históricos, com um público recorde de 254 mil visitantes, mais de 810 mil utilizadores e cerca de 3 mil lançamentos editoriais.

A edição teve como tema central “Il mondo salvato dai ragazzini” (O mundo salvo pelas crianças), celebrando a força criativa das novas gerações e destacando a expressiva participação do público jovem. O evento consolidou-se como uma verdadeira celebração das ideias, da diversidade cultural e do encontro de mentes e mãos que constroem o futuro da literatura.

Após os compromissos em Turim, Arlinda Lamego retornou a Lisboa, onde proferiu a palestra “A Filosofia do Envelhecimento”, reflexão profunda e sensível sobre o tempo, a maturidade e a experiência humana. A escritora também marcou presença na Feira Literária Internacional de Lisboa, fortalecendo os laços da literatura lusófona no cenário europeu.

O Brasil teve representação expressiva no Salão de Turim, com delegações vindas de diversas regiões do país — Acre, Rondônia e São Paulo — compondo um vibrante mosaico cultural. Autores de diferentes partes do mundo enriqueceram o evento, incluindo representantes da Suíça, Holanda, Paraguai, Ilha da Madeira, Luxemburgo, Guiné-Bissau e de várias regiões da Itália, promovendo um verdadeiro caleidoscópio de culturas, saberes e pluralidades de olhares.

A escritora pernambucana também acompanhou de perto os trabalhos da A.C.I.M.A, que realizou sua 15ª edição consecutiva em comemoração ao Jubileu de Cristal. A edição foi dedicada ao universo feminino, reafirmando um projeto sólido, visionário e de forte impacto cultural, com ecos que ultrapassam fronteiras e promovem a conexão de vozes femininas no cenário literário internacional.

Durante o evento, a A.C.I.M.A apresentou quatro projetos editoriais, consolidando sua excelência, compromisso cultural e projeção internacional na missão de promover a cultura lusófona entre Itália, Brasil e a comunidade global. As comemorações incluíram um elegante jantar de gala no Salão Resigno do complexo NH Lingotto, em uma noite marcada por gestos, abraços e emoções compartilhadas.

Um dos pontos altos foi o lançamento da Antologia Bilíngue “TEMPO”, que reuniu 77 coautores em reflexões sensíveis sobre a passagem do tempo, memórias e experiências humanas. O evento também foi marcado pelo reconhecimento de Mérito Honorífico “Embaixador(a) Cultural A.C.I.M.A”, reforçando a convicção de que a cultura é um nobre encontro humano e uma ferramenta essencial na construção do futuro.

A presença de Arlinda Lamego nesses importantes espaços reafirma o protagonismo da literatura brasileira e lusófona no cenário internacional, evidenciando a força do pensamento, da arte e do diálogo como pontes entre povos, culturas e gerações.









José Vieira Passos Filho.


Aproveito os 100 anos da criação do Samba Brasileiro para evocar à memória do meu primo Jaime Victal quando discorríamos no povoado Bananal da Viçosa das Alagoas, na década de 1990, sobre Música Popular Brasileira. As dezenas de conversas lá no “Pais do Bananal” resultou em um trabalho inédito escrito por Jaime e organizado por mim, intitulado “Comentando a Música Popular Brasileira” onde meu primo disserta sobre os mais diversos gêneros musicais que se originaram no Brasil a partir do final do século XIX: Samba, Marchas, Música Moderna, Bossa Nova e a Atual Música Brasileira. Jaime era (faleceu em 2007) grande conhecedor de letras musicais, em todos os gêneros. Migou para o Rio de Janeira em 1934. Na Cidade Maravilhosa, viveu seu auge da boemia. Em 1985 voltou para Alagoas – Maceió/Bananal. O que segue tem 80% de mérito do meu primo Jaime Victal.

O Brasil é rico de melodias. Essa diversidade de ritmos veio da formação mestiça de seu povo. Até o final do século XIX havia duas castas de apreciadores de músicas no Brasil. A dos aristocratas, frequentadores da Corte, onde as músicas que predominavam era a valsa, de influência austríaca; a mazurca e a polca, de influência teuto-húngara; o minueto, de influência italiana; a canção, de influência francesa; a modinha e o fado, de influência portuguesa. E a do Povo, representado pelos portugueses mais humildes, pelos mestiços e cafuzos, apreciadores das músicas mais alegres. Na época do Império, com as dificuldades enfrentadas pela falta de comunicação, tornava-se quase impossível a divulgação da música. No início do século XIX surgiu o disco de 78 rotações, tocado nos gramofones de corda com corneta acústica; trazia as novidades melódicas para as camadas mais abastadas. Antes do advento do rádio, no começo da década de vinte, o que se ouvia era a execução de dobrados, pelas bandas de música existentes nas localidades, inclusive no interior. Quase todas as cidades tinham uma praça com um coreto e, aos domingos, ouviam-se as músicas de compasso militar e algumas canções populares. Chiquinha Gonzaga, a partir de 1885, com suas composições alegres, revolucionou a música brasileira. Seus chorinhos, o maxixe e a mistura do jongo com o fado e outros ritmos deram origem ao nosso samba. O primeiro samba brasileiro foi “Pelo Telefone” de Donga e Mauro de Almeida, lançado pela Casa Edson do Rio de Janeiro, em 1917: O chefe da polícia, pelo telefone/Mandou me avisar/Que na Carioca tem um coreto/Para se tocar.../Ai, ai, ai, olha para trás e verás/Ai ai, ai, vai tratar de tua vida, rapaz... Mais tarde Sinhô e Noel Rosa lançaram outras gravações e o novo ritmo brasileiro tomou conta dos salões de dança, seguindo o exemplo do que ocorreu com o tango na Argentina. Outros sambas memoráveis são: “Aquarela do Brasil” de Ary Barroso; “Trem das Onze” e Saudosa Maloca” de Adoniram Barbosa e “Canta, Canta, Minha Gente” de Martinho da Vila.

O samba brasileiro, hoje considerado o padrão da melodia do país, demorou muito para ser recebido nos meios mais requintados da sociedade. São muitas suas variações de ritmo: o samba canção, o samba batucada e muitos outros introduzidos na linguagem dos nossos compositores, principalmente dos mais modernos. O grande divulgador do samba foi o rádio que surgiu no Brasil, comercialmente, em 1919, com a fundação da Rádio Clube de Pernambuco. Em 1921 foi fundada a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Roquete Pinto foi o grande mentor da difusão da radiofonia em nosso país. Várias emissoras de rádio foram surgindo em todo o território brasileiro. A partir de 1930 seu desenvolvimento foi aumentando e tornou-se o rádio o principal veículo de difusão da música popular brasileira.

Da década de 1930 até 1970 tivemos no Brasil a fase dos grandes sucessos musicais, com letras elaboradas segundo as normas cultas da língua, além de respeitar a ética e a moral do momento. O Rio de Janeiro era o centro cultural do país e de lá eram levadas para todo o território nacional as melodias brasileiras. Os críticos musicais faziam seus comentários nos jornais a respeito da letra e da melodia de cada composição que era lançada. Em 2016 estaremos homenageando com vários espetáculos pelo país, os 100 anos do samba. Vale conferir.

Por: José Vieira Passos Filho - Pres. da Academia Alagoana de Cultura, Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, Sócio Efetivo da Academia Maceioense de Letras, Sócio Honorário do SOBRAMES (AL), Sócio Efetivo da Comissão Alagoana de Folclore. Presidente da ALB de Alagoas.

Malude Maciel.


Com admiração, compulsava as páginas do Jornal Vanguarda, à época, em busca da Coluna denominada: “Nelseanas”, assinada por nada mais, nada menos que Nelson Barbalho, o historiador mor da cidade de Caruaru, com fama reconhecida. Eu, jovem e entusiasmada, era a maior fã daquele estilo literário, tão despojado e até humorístico que nos brindava semanalmente o magnífico autor com os mais variados assuntos, sem papa na língua, consciente e inteirado do cotidiano geral. Diferentes e sensacionais seus textos fugiam do lugar-comum deixando-me deslumbrada diante das pérolas publicadas, especialmente quando eram demonstrados seu profundo conhecimento da nossa História.

Admirava aquela maneira inteligente e peculiar com que ele conduzia seus escritos e isso serviu de incentivo ao ponto de despertar em mim um desejo de projetar um livro, inspirada naquelas e demais leituras que costumava fazer; assim, ousei procurar o “monstro sagrado” que estava vivendo praticamente isolado no Bairro de Encruzilhada no Recife. Foi então que descobri a pessoa mais simples, atenciosa e altruísta, descendo de um pedestal, que ele nunca deu valor e acolhendo-me como um mestre. Incentivou-me, corrigiu-me, orientou-me e levou a sério minha ideia, dando todo apoio e orientação.

Entrar naquele mundo particular e deslumbrar seu rico acervo, em sua casa, foi um privilégio. Ver suas inúmeras produções, não somente nos escritos mas também nas músicas e composições me deixou perplexa. E, a rapidez com que ele falava, escrevia e dominava quaisquer assuntos era fenomenal. Tudo foi impressionante.

Caruaru, nossa terra natal, foi sempre seu tema preferido. Havia uma paixão e apego àquela “terrinha santa”, imensurável e Nelson fazia questão de alardear tal sentimento com muita ênfase em suas obras onde se apreciava a beleza de um amor irrestrito que transbordava automaticamente.

Quisera que nossos jovens aprendessem com o legado que Nelson deixou, pois é um patrimônio grandioso de História e Cultura que tem muito a ensinar ao alunado do Educandário que tem o seu nome, com mais de cinquenta livros publicados e outros a serem lançados pós-morte que aconteceu em 22/10/1993.

Dos treze livros de sua autoria que tenho comigo, todos com seu importante autógrafo, a maioria fala em Caruaru como sua musa inspiradora a quem batizou de: País de Caruaru. Citamos apenas: “Caruaru de Vila a Cidade”; “Caruaru Cidade Princesa”; “Caruaru do Cel. João Guilherme”; “Caruaru do Meu Tempo”; “Baú de Sovina (caruaruísmos, nordestinidades  e outros bichos); “O Mundo Livre do Major Sinval (Caruaru em Versos e Prosas); “Caruaru, Nomes e Cognomes”, além de: “Nordestinidades”, “Altinho”, “Recife Versus Olinda”, “Luiz Luna”, “Os Amigos”, etc.

Sua amada filha, Valéria, tem se dedicado a tirar do ostracismo tantas preciosidades que Nelson não levou a público, já tendo publicado o livro: “José Condé, o Romancista de Caruaru” com sucesso.

Por tudo isso, Nelson tem recebido muitas homenagens e reconhecimentos e sua famosa música: “A Morte do Vaqueiro”, cantada por Luiz Gonzaga tem sido ao longo dos anos tema da cerimônia da missa do Vaqueiro em Serrita.

Nelson Barbalho representa para nós, caruaruenses, o filho da terra que mais divulgou e elevou o nome de Caruaru historicamente e temos obrigação de ser gratos pela sua “FENOMENAL” existência. Nosso conterrâneo foi genial, um verdadeiro fenômeno.

Por: Malude Maciel - Jornalista, Escritora e Membro da ACACCIL 
Cadeira 15 – Profa. Sinhazinha.