No cenário das mensagens tocantes do Dia das Mães, uma se destaca este ano não apenas pela melodia, mas pela história que a envolve. Gilson Machado Neto, renomado veterinário, empresário e ex-ministro do turismo no governo Bolsonaro, surpreendeu o público ao lançar uma homenagem emocionante para sua mãe e para todas as mães.

"Onde você estiver esta música é para você, mamãe. A minha, a sua, a de todos nós", compartilhou Gilson em suas redes sociais, acompanhando o lançamento da canção que toca os corações de todos que a ouvem. A mensagem é simples, profunda e universal: perdoar, amar e valorizar nossas mães.

O que torna essa homenagem única é a trajetória diversificada de Gilson Machado Neto. Além de seu sucesso como veterinário e empresário nas áreas de turismo e agronegócio, ele também é reconhecido como um talentoso músico e compositor. Sanfoneiro da banda Brucelose e autor de mais de 300 músicas registradas no Ecad, Gilson transmite sua emoção e gratidão por meio da música de uma forma autêntica e comovente.

Neste Dia das Mães, a mensagem de Gilson Machado Neto ressoa não apenas como uma melodia, mas como um convite para refletirmos sobre a importância da família, do perdão e do amor incondicional. Seja você fã de sua música ou não, a sinceridade e a emoção de suas palavras são capazes de tocar qualquer coração.

Assista ao vídeo de Gilson Machado Neto interpretando sua canção especial para o Dia das Mães e deixe-se envolver pela emoção desse momento único de amor e reconhecimento.




A Prefeitura de Surubim continua seu compromisso de investir no cuidado e nos serviços de saúde municipal, com a entrega de um aparelho radiológico digital nesta quinta-feira (09). Esse equipamento é de grande importância para o atendimento clínico e emergencial da cidade.

O novo aparelho já está em pleno funcionamento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Coqueiro, proporcionando uma melhoria significativa no atendimento à população. Além do aparelho digital, foram instalados equipamentos de impressão e revelação das chapas radiográficas. Os técnicos responsáveis pela operação desses equipamentos passaram por um treinamento especializado para garantir a eficiência e segurança na utilização das novas tecnologias.

O investimento em praticidade, eficiência e qualidade no atendimento demonstra o compromisso da Prefeitura de Surubim em cuidar da saúde e bem-estar da nossa gente. Essa iniciativa reforça o comprometimento da gestão municipal em oferecer serviços de saúde de excelência, contribuindo para uma melhor qualidade de vida para todos os surubinenses.

A população pode contar com uma infraestrutura de saúde cada vez mais moderna e capacitada para atender às necessidades médicas e emergenciais, reafirmando o compromisso da Prefeitura em garantir o acesso à saúde de qualidade para todos os munícipes.


Prof. Me. Luiz Eduardo (Diretor) e Prof. Dr. Pedro Filho (Assessor Executivo).

 

Dedico essa reportagem ao Professor de Matemática, Me. Luiz Eduardo Wanderley Buarque de Barros, do IFPE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco) - Campus Cabo de Santo Agostinho e da Rede Pública Municipal do Ipojuca que à luz da sabedoria e da tolerância, com a sua maestria não se limita aos números, mas se estende ao nobre ensinamento diário de sermos mais ecumênicos, tolerantes e pacientes em todos os aspectos da vida. Agradeço por ser um guia inspirador, cultivando virtudes que transcendem qualquer disciplina.

 A pluralidade religiosa no Brasil é uma característica marcante de nossa sociedade, refletindo a riqueza e a diversidade cultural do país. No entanto, essa convivência nem sempre é harmoniosa, e a intolerância religiosa continua a ser uma realidade preocupante. Neste texto, aprofundaremos nossa compreensão sobre essa questão, explorando as saudações “Axé para quem é de axé, amém para quem é de amém” como símbolos de identidade e espiritualidade em meio a essa complexidade religiosa.

 As expressões “Axé” e “Amém” representam tradições religiosas distintas, mas igualmente válidas. Enquanto “Axé” é uma saudação nas religiões de matriz africana, “Amém” é comumente associado ao cristianismo. Ambas refletem valores essenciais para aqueles que as utilizam, como positividade, fé e conexão espiritual.

 É fundamental reconhecer que a intolerância religiosa constitui uma violação dos direitos humanos e das liberdades fundamentais. Nesse sentido, a legislação brasileira oferece importantes instrumentos de proteção. A Lei nº 7.716/1989, em seu Art. 20, define como crime praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de religião. Da mesma forma, a Lei nº 9.459/1997, em seu Art. 1º, amplia essa proteção para incluir expressamente os crimes resultantes de discriminação ou preconceito religioso.

 No ordenamento jurídico brasileiro, a Constituição da Republica Federativa do Brasil de 1988 assegura a liberdade religiosa como um direito fundamental em seu Art. 5º, inciso VI. Além disso, a Lei nº 12.288/2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial, visa combater a discriminação e promover a valorização da diversidade cultural, incluindo as religiões de matriz africana.

Contudo, apesar das garantias legais, casos de intolerância religiosa continuam a ocorrer, afetando principalmente as religiões de matriz africana. Ataques a terreiros de candomblé e umbanda, por exemplo, são exemplos alarmantes dessa realidade. Essas manifestações de ódio não apenas violam os direitos dos praticantes dessas religiões, mas também ameaçam a coexistência pacífica e a harmonia social.

Recentemente, por exemplo, um terreiro de candomblé na cidade de Salvador foi alvo de vandalismo, com imagens sagradas sendo destruídas e mensagens de ódio deixadas no local. Em outro caso, uma família foi expulsa de sua comunidade por praticar uma religião de matriz africana, sofrendo intimidação e ameaças constantes.

Diante desse cenário, a frase “Axé para quem é de axé, amém para quem é de amém” assume um significado ainda mais profundo. Ela nos convoca não apenas a celebrar a diversidade religiosa, mas também a refletir sobre a importância de respeitar e valorizar as diferentes expressões espirituais presentes em nossa sociedade. Promover o diálogo inter-religioso e combater a intolerância são passos essenciais para construir uma sociedade mais justa, inclusiva e harmoniosa.

É imprescindível que todos os setores da sociedade e o Estado se unam para garantir o respeito às diversas manifestações religiosas no Brasil. A legislação oferece ferramentas importantes para combater a intolerância religiosa, mas é necessário um esforço coletivo para promover a tolerância e o respeito mútuo entre todas as crenças e práticas religiosas. Somente assim poderemos construir uma sociedade verdadeiramente democrática, onde a diversidade seja celebrada e as diferenças sejam vistas como oportunidades para o enriquecimento mútuo.

Prof. Dr. Pedro Ferreira de Lima Filho. 


Por: Prof. Dr. Pedro Ferreira de Lima Filho -  Articulista, Assessor Executivo, Colunista Especial, Correspondente Jurídico, Polígrafo, Polímata, Servidor Público Concursado de Carreira, Leitor Crítico, Filósofo, Pedagogo, Teólogo, Especialista em Educação Especial e Inclusiva, Pós-graduado em Ensino Religioso, Mestre em Bíblia, Doutor em Teologia e Professor Universitário nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação no Brasil e no Exterior. E-mail: filho9@icloud.com

 

 



No dia 20 de abril, a tradicional Reunião da Academia de Letras do Brasil (ALB/PE) marcou um momento significativo com a posse da nova presidente, Confreira Maria do Socorro Costa. A sede da Academia Pernambucana de Letras foi o palco onde a transição de liderança ocorreu de forma tranquila e respaldada pelo apoio unânime dos membros.

O evento ganhou destaque não apenas pela mudança na presidência, mas também pela forma como a transição foi conduzida. Maria do Socorro Costa assumiu o cargo de presidente após a renúncia de Paulino Fernandes, que fez questão de comparecer à reunião e parabenizar a nova líder. Fernandes, ao se colocar à disposição para colaborar com a nova gestão, destacou que sua decisão de renunciar foi motivada por questões de natureza pessoal.

Um aspecto notável da transição foi o fato de que a nova presidente já ocupava o cargo de vice-presidente na gestão anterior, o que eliminou a necessidade de novas eleições. Esse cenário demonstrou a coesão e o apoio dentro da Academia, garantindo uma transição suave e uma liderança contínua.

Maria do Socorro Costa, ao assumir a presidência, expressou seu compromisso em dar continuidade ao trabalho da Academia de Letras do Brasil em Pernambuco, mantendo a excelência nas atividades literárias e promovendo o desenvolvimento cultural da região. Seu histórico de dedicação e conhecimento no campo literário a tornam uma figura respeitada e capaz de liderar com êxito a instituição.

Com o respaldo e apoio de todos os membros, a nova gestão da ALB/PE inicia seu mandato com expectativas positivas e um horizonte promissor para a promoção da literatura e da cultura em Pernambuco e além.


 
DRª Virginia Pignot.

Ex heróis do combate à corrupção são julgadas por indícios de corrupção

Se não tivesse sido encerrada em 2021 durante o governo Bolsonaro, a operação Lava Jato teria dez anos em março deste ano. O balanço recapitulativo da Operação deixa um gosto amargo na boca :TSF e Jornalistas investigativos revelaram falhas graves no histórico processual do juiz Moro, assim como os prejuízos que a Operação causou ao país. Walter Delgatti, estudante de direito e vítima de um erro judicial, descobre graças à sua competência em informática, os diálogos no Telegram reveladores das ilegalidades cometidas na Lava Jato, enquanto a mídia dos barões mantém a sua tradição golpista se tornando a principal promotora e defensora da Operação.

A Lava Jato recolheu mais de vinte e três bilhões de reais de indenizações e multas entre 2014 e 2020. O relatório do TCU evoca uma falta de transparência e “gestão caótica” destes recursos pela Operação. O dinheiro devia ser recolhido pelo ministério publico e ser depositado numa conta da União, mas as coisas não se passaram bem assim. Neste artigo, vamos nos inclinar sobre os mecanismos ou fatores que fizeram o sucesso da Operação, e sobre aqueles que contribuíram à sua decadência. Está em pauta a regulamentação que coíba fake news, incitação ao crime na mídia.

A população e a Lava Jato: relação de engano, cumplicidade e resistência

Carla Gimenez trabalhava no jornal El Pais Brasil no tempo da Lava Jato. Ela conta como de início ela e seus colegas acreditaram nos Procuradores e foram submersos pela avalancha de informações, de denúncias. Mas aos poucos foram percebendo a seletividade das denúncias, dos processos e dos vazamentos; seus colegas europeus eram menos entusiastas e confiantes com a “cruzada” da Lava Jato, pois na Itália, por exemplo, a Operação “Mãos limpas” acabou alimentando a extrema direita e levando um corrupto ao poder. Atualmente, ocorre o julgamento que determinará se o senador Moro será cassado ou não, e o julgamento de correição de membros da Lava Jato por suspeita de desvio de dinheiro publico, de fraude processual, no Conselho Nacional de justiça e do Ministério Publico. 

O magistrado travestido de investigador

Antes da Lava Jato Moro, já tinha sofrido julgamento de suspeição no STF em 2013, por “uma sucessão de fatos graves indicando a parcialidade do juiz: o monitoramento de advogados, o descomprimento reiterado de decisões do TRF-4, a manipulação de distribuição de processos...” Na época, Celso de Melo e Lewandowsky votaram pela suspeição, Carmem Lucia, Gilmar Mendes e Teori Zavaski votaram contra a suspeição. No seu voto, Celso de Melo lembra o direito fundamental de qualquer pessoa, independentemente do delito que lhe seja imputado, de ser julgado por um juiz ou tribunal imparcial, o que impõe o dever da neutralidade. E sobre Moro: “E um absurdo o que este rapaz fez; o magistrado surge travestido de verdadeiro investigador, desempenhando funções inerentes ao  Ministério Publico.” A partir dai, o monstro se expandiu, diz um advogado. “Se tivessem votado pela suspeição lá em 2013, Moro não teria cometido as arbitrariedades e abusos que ele cometeu na Lava Jato”. 

Moro usava a prisão e penas pesadas, ameaça de prender familiares, como meio de tortura para forçar aqueles que cediam a delatar o que lhes era ditado por procuradores em conluio com o juiz, para atingir desafetos pessoais e políticos do juiz e procuradores.

Análise sangrante

O consultor jurídico e jornalista Marcio Chaer faz uma análise “sangrante” dos mecanismos e efeitos da Operação: “A Lava Jato foi a institucionalização da mentira, dos julgamentos sem provas, das condenações sem culpa. Os empresários concordaram em pagar multas altíssimas para que os familiares não fossem para a cadeia. Não fizeram confissão, foram vítimas de extorsão.” Ele evoca a perversidade, a tendência ao linchamento dos falsos juízes, falsos jornalistas: “um grupo de jornalistas publicava fake news contra ministros do Supremo para pressioná-los a não anular decisões da Lava Jato. A partir de 2014 esse grupo maluco governou o Brasil; estraçalhou nosso parque de infra-estruturas, interferiu nas eleições e contribuiu ao desmonte de politicas públicas”. Os diálogos do Telegram foram parar no Supremo graças ao juiz Appio, e deram acesso as planilhas de dinheiro que foi desviado pela Operação. Questão : As desonestidades e ilegalidades cometidas na Operação e na cobertura dela pela mídia serão punidas? 

Por: DRª Virginia Pignot - Cronista e Psiquiatra.
É Pedopsiquiatra em Toulouse, França.
Se apaixonou por política e pelo jornalismo nos últimos anos. 
Natural de Surubim-PE
Ronnaldo de Andrade.


Parodiando Lucas e Mateus 4:4: “Nem só de pão viverá o homem”, digo que nem só de inspiração ser faz poesia (muitos estudiosos da área já falaram sobre isso).

É preciso de uma boa dose de criatividade, técnica, paciência, autoanálise etc. para compor poesia. Chomsky enxerga dois níveis no fato linguístico. 1) o da competência, que se refere ao nível de domínio técnico; 2) o do desempenho, que é aquele em que o falante cria em cima do nível da competência (Pignatari,2011, p.12) A meu ver, essas particularidades fazem a diferença na obra de um poeta. A criatividade deixa impressa as características do(a) autor(a), ou seja, a marca de sua escrita, que pode se assemelhar a características alheias; contudo, não é igual devido ao toque pessoal de cada autor(a). Sabemos que, como falou Ezra Pound em seu célebre livro Abc da Literatura (1977, p. 41), as palavras são repletas de significados, principalmente, por três modos, os quais ele chamou de fonopeia, melopeia e logopeia. Determinada palavra quando dita ou escrita pode lançar uma imagem visual na imaginação do leitor ou ouvinte; também pode representar algum tipo de som; usando a figura de linguagem onomatopeia. 

Os textos poéticos são carregados de figuras de linguagem, tais como aliteração, assonância, metáfora, comparação e, entre outras, paranomásia, que O poeta Antônio Queiroz, apreciador da poesia concreta, faz uso com admirável propriedade em muitos dos seus poemas. Leiamos um trecho do seu ESFORÇO DA VIDA, para nos certificarmos do que foi dito acima:


“O preço do meu apreço

é o terço que eu rezo.

O forço do meu esforço

é o torço que eu prezo.”


Como podemos perceber, as palavras preço/apreço/terço do primeiro dístico, e as forço/esforço e torço do segundo, trazem uma repetição de sons parecidos, formando uma paronomásia. Há uma elaboração pensada para cada verso dos poemas deste e de seu primeiro livro (Queiroz, 2021), sendo esse todo de poesias SPINAS de excelente qualidade literária e estética! Esta sua nova obra traz alguns SPINAS e cito um, com o objetivo de o leitor tomar conhecimento do refinamento linguístico, da estética-visual e dos níveis de competência e desempenho do poeta, filho do Nordeste (Juazeiro, Ceará) Antônio Queiroz, que com delicadeza e ternura pede: 


“DESPRENDA-TE DE MIM!


Medonho o querer

que quer somente

meu hálito jasmim!


Com tanta gente no firmamento,

carente de outros quereres afins,

ressentes sede apenas por mim?

Sejas feliz, olvides, sintas outros

áridos aromas de beijos carmim!”


Queiroz demonstra zelo e paciência, à semelhança de um artesão, e mesmo tendo nascido poeta e poetizando a vida com sua filosofia particular, não se opõe ao que diz seu eu lírico (SER E ESTAR): “Jamais te direi quem eu sou”. Nada o eu lírico confessa, mas deixa, no final do texto, explícito o motivo, o porquê nada dirá, “Pois tudo muda a toda hora, /Nos ponteiros deste tempo do agora.”, o que nos faz pensar que vive receoso de dizer quem é no “agora-presente” e não o ser mais no “agora-depois”, ou tem alguma dúvida sobre quem realmente é. Quanto a isso “mais nada te direi”, caro leitor. O próprio texto irá falar para e com você. Ouça-o atentamente. E em caso de “DÚVIDA”, ou seja, “Na certeza da dúvida,/ volte atrás e recomece”. Não fique estático nem siga adiante com incerteza, dúvidas. Não se deixe abater. Seja resiliente e mais tarde dirá que (RENASCER EM MIM) “Em trilhas da minha vida por onde andei,/ ganhei vigor em tudo que muito aprendi.”, e “Renasço todo dia de escuras nuvens para ser feliz”. O eu lírico demonstra que os percalços do dia a dia fizeram e fazem o poeta ser mais forte e experiente, até mesmo nos “embates constantes entre a essência e a aparência”. Como se vivesse uma constante dualidade.

Você, leitor(a), pode adquirir os livros do poeta Antônio Queiroz (Procissão de Palavras e Palavras Despidas em Noites Nuas) pelas lojas virtuais ou pedindo pelo nosso e-mail: ronnaldoandrade@yahoo.com

Por: Ronnaldo de Andrade - Poeta e Professor, tem quatro livros publicados 
e organizou quatro antologias de poemas SPINAS.

Maria Natividade Silva Rodrigues.

 

MINIBIOGRAFIA 

Maria Natividade Silva Rodrigues: natural e residente no município de João Lisboa-MA. Historiadora, Socióloga, Especialista em História do Brasil e Mestra em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão. Professora da rede estadual, pesquisadora de Violência Intrafamiliar e Doméstica, e  da vida e obra da escritora maranhense Maria Firmina dos Reis, é membro do Grupo de Pesquisa MFR; do Institut Cultive Suisse Brasil;  Academia Maranhense de Belas Artes; Academia Internacional de Literatura e Artes Poetas Além do Tempo-AILAP. Atualmente, é presidente da Academia de Ciências, Letras e Artes de João Lisboa- ACLAJOL. Têm três obras solo, e participação em várias antologias.


PRÊMIOS/HOMENAGENS


-Personalidade do Ano- Literarte-Olodum-21 de Outubro de 2023.

-Prêmio Literatura Iberoamericana.AVLA.Santiago,Chile,2023.

-Destaque Literário- 2ª Bienal do Rio de Janeiro- 02 de setembro de 023-ABARS(Academia e Belas Artes do Rio Grande do Sul.


1-Como chegou até você a produção de Maria Firmina dos Reis?


Maria Natividade Silva Rodrigues: Tive conhecimento da obra de Firmina em 2003 quando estava fazendo uma Especialização em História do Brasil, na PUC-MINAS. 


2-De que forma surgiu o interesse em pesquisá-la? 


Maria Natividade Silva Rodrigues: Quase10 anos depois do meu encontro com o romance Úrsula e terminando o mestrado em 2015 iniciei um projeto chamado “Café Sociológico “, na rede estadual com alunos do Ensino Médio, na minha cidade, que é João  Lisboa. Objetivo era pesquisar pra conhecer autores e autoras regionais e de modo especial negros(as). E de l á pra cá  tenho me aprofundado nos estudos de suas obras e também feito diversos eventos tanto na redes estadual, municipal e federal,  bem como nas universidades daqui de Imperatriz.


3- Ao longo dos séculos muitas mulheres foram apagadas. Uma estão surgidas na atualidade; outras ainda estão apagadas. Como vê o papel da mulher e sua contribuição através das artes?


Maria Natividade Silva Rodrigues: Tem uma frase que eu gosto muito, embora não saiba da autoria. “Desde a criação, a mulher vem trazendo a história na mão “. As mulheres tem arte na mão e na criação  cotidiana, e tudo isso é percebido pela inserção delas em diferentes ambientes. Firmina ficou apagada mais de um século. Temos poucas décadas da sua redescoberta de modo mais enfático pelo Nascimento Moraes Filho. Pessoalmente, é um dos gênios que temos no nosso estado. Pensar a arte a partir das mulheres é significativo para nossa existência artística no planeta. Pois, a arte é outro modo do humano vivenciar suas experiências de vida, como: amor, angústia, alegria e o silêncio. E o silenciamento das mulheres tanto nos tempos passados como agora foi construído historicamente nas bases do patriarcado e da escravidão. A sociedade sempre terá medo das mulheres que alcançam voos e sonham além fronteiras.


4-Maria Firmina dos Reis é considerada a primeira romancista brasileira e precursora abolicionismo. Hoje, temos a expressão “escravidão moderna”. Como vê a questão racial ainda hoje? 


Maria Natividade Silva Rodrigues: Firmina foi uma mulher que abominou a escravidão, o silenciamento das mulheres e dos escravos. As discussões sobre a questão racial é necessária, e urge fazer isso em todos os nossos ambientes.  E de modo importante no espaço das escolas e universidades. É um assunto complexo, principalmente,  porque somos um país  racista e com um número alto de pessoas que resistem em se reconhcer como negro/a .Outro aspecto ao meu ver, é que, um bom número professores  pensam a África só a partir da escravidão. Assim sendo, fica estreito os elementos para uma discussão mais produtiva e com avanços para relações de respeito a diversidades da população. Precisamos desconstruir esse olhar que coloniza o outro/a. Sobre a chamada “encravidão moderna”, não tenho leituras sobre esse assunto. Mas, pessoalmente, não acredito na escravidão com algo moderno, pra mim sempre será algo arcaico e vil à sociedade. Moderno seria não ter ninguém subjugado pela sua cor, ou outro marcador social.


5- Qual a mensagem deixada pelos jovens escritores? 


Maria Natividade Silva Rodrigues: Escrever é arte! Mas, para que se torne arte, na vida das pessoas, é necessário ser um leitor/a assíduo/a. Meu recado é viva a tua juventude, cuidando do corpo e da mente. Pois a tua escrita será a representação de sua vida, dos seus sonhos. Sua história e memória. Deixo seguinte indagação:  Como você quer ser lembrado/a?

Por: Renata Barcellos (BarcellArtes) - Professora, Poetisa, 
Escritora e Membro Correspondente do Instituto Geográfico de Maranhão, 
Apresentadora do programa Pauta Nossa da Mundial News RJ.
José Vieira Passos Filho. 


Somos amigos desde tempos imemoriáveis. Fazendo uma retrospectiva dessas amizades e dos amigos comuns, lembro quando ainda éramos solteiros e estudantes. Mesmo com pouco dinheiro no bolso, divertíamo-nos bastante. Construímos um ciclo de amizade que perdura até hoje: irmãos, primos, amigos, isso tudo no masculino, feminino e muito mais. Curtimos, ainda continuamos desfrutando a vida, no que ela representa de bom. Vieram as formaturas: médicos, engenheiros, administradores, alguns tornaram-se empresários, outros políticos. Os casamentos foram acontecendo. Chegaram os filhos, os netos. Já tem gente com bisnetos! Tivemos ao longo dos anos algumas baixas.  As rugas do tempo foram aparecendo: cabelos brancos nos homens, (nas mulheres estão escondidos) e as rugas. Alguns ficaram carecas, outros com as barrigas se destacando. Os encontros escassearam, mas não deixaram de acontecer várias vezes no ano. Tem amigos que só se vêm nos enterros, nos casamentos, nas peças de teatro. Cumprimentam-se com um efusivo aperto de mão, um abraço. Tentam puxar um papo saudoso, mas é impedido pela esposa ou esposo que não foi da mesma turma. Frustação. Caminhando, olhando para traz, chegam a falar: ...precisamos bater um papo qualquer dia desse. Vai nada! Nossa vida vai prosseguindo, uns com suas frustações, outros com suas realizações. 

Outro dia, fui com minha esposa as comemorações do aniversário do meu cunhado, na sua pequena propriedade, em Canindé de São Francisco. Estavam lá meus irmãos e vários amigos e amigas. Encontramos o sertão diferente. O verde dominava a paisagem. Curtimos um friozinho gostoso. Chovia persistentemente. Extasiados, admirávamos as pombas-de-arribação, que aos bandos cortavam os céus a cada instante. Elas voltaram! Haviam fugido da seca do sertão. Era patente nossa satisfação por estarmos mais uma vez juntos. Sentados em círculo, fomos beber, comer e conversar. Para início de papo, cada um falou sobre a vida atual, da família, dos males da idade. Em seguida, depois de vários goles, teve início as recordações do passado. Histórias e mais histórias. Falou-se nas homéricas bebedeiras, nas aventuras amorosas (as vezes baixinho, para as mulheres não ouvirem. Ou não será que elas também estavam fazendo o mesmo?), nos namoros da época. Depois de ébrios, vieram as cantorias, acompanhadas pelo violão, pandeiro, pífano. A festa foi até quase madrugada. Foi inesquecível. Como recordação postamos no face book, fotos para os que não puderam comparecer. 

Nós, os amigos, estamos com idades chegando aos 60 anos, outros, já descambando dos 70. Com certeza vamos continuar nós encontrando. As bebedeiras em excesso vão diminuir. Os filhos e os netos que assumam essa responsabilidade. Nossa maior satisfação será estarmos juntos, curtindo o momento do novo encontro e recordando um feliz passado que deixou saudade.

Por: José Vieira Passos Filho - Pres. da Academia Alagoana de Cultura, Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, Sócio Efetivo da Academia Maceioense de Letras, 
Sócio Honorário do SOBRAMES (AL), Sócio Efetivo da Comissão Alagoana 
de Folclore. Presidente da ALB de Alagoas.
Malude Maciel.


Uma data importante que não deve ser esquecida é 27 de abril, Dia da Auxiliar Doméstica. Inúmeras são as razões de parabenizarmos essas bravas auxiliadoras que, ao longo do tempo vem prestando serviços em nossos lares, mesmo quando as mulheres não se dedicavam ao profissionalismo extra domiciliar. Era de praxe as famílias terem várias serviçais, e essa categoria, não era valorizada, nem tinha remuneração. Às vezes usava-se de exploração nesse tipo de emprego e, até mesmo por “casa e comida” tinha-se criadas em regime de semi escravidão. Somente a partir de 1988, após muitas reivindicações, a Constituição Brasileira lhes garantiu Carteira assinada, férias, 13º salário, INSS e demais direitos trabalhistas. A lei dos domésticos(as) em vigor desde junho/2015 contabilizou avanços e recuos no mercado de trabalho do país, pois, ocorrem demissões por esses motivos. Para o empregador houve muitas exigências e aumentou o número de diaristas.

Essa categoria soma 107 mil trabalhadores, sendo a maioria mulher, negra, chefe de família e sem escolaridade. As conquistas foram: ganho salarial, horas extras, FGTS e o registro da jornada de trabalho, porém, os empregadores, devido à crise, preferem as diaristas.

Hoje a profissão de “doméstico” é de suma importância sendo o relacionamento entre contratante e contratada amparado pela Lei tendo aumentado a necessidade das patroas que, dependem desses profissionais a quem possam confiar filhos, lares e galgar as carreiras, para as quais batalharam nas Faculdades, do contrário, arcarão sozinhas, com obrigações diárias perfazendo dupla jornada de trabalho, fora e dentro de casa.

As conquistas dos profissionais domésticos são muitas, no entanto, o maior problema é a falta de investimento educacional no setor. Não se conta com um bom desempenho das funções, quais sejam: babá, faxineira, lavadeira, cozinheira, arrumadeira, passadeira, etc. e, havendo um contrato bilateral, as partes têm direitos e deveres, o que não são cumpridos, especialmente as obrigações. As patroas esperam que as domésticas tenham qualificação, mas como? Não se tem tempo nem paciência de “ensinar” os macetes do serviço e, não são promovidos cursos de aperfeiçoamento, dificultando a vida de tantas mulheres que deixam a profissão devido ao compromisso com a família, e, sem boas auxiliares, abdicam de seus cargos. As mulheres de baixa renda, não se conscientizaram de que podem ajudar a tantas outras, dando sua colaboração e assim garantirem seu sustento. Urge desenvolver uma conscientização através de formação profissional, com cursos profissionalizantes, amenizando as falhas existentes. A história sempre registrou tremendas dificuldades entre empregado e empregador nos vários segmentos. A relação é complicada e não dá para enumerar os problemas, especialmente os do auxiliar doméstico ligado à intimidade das pessoas, sendo necessário equilibrar as convivências pelo bem comum.

Há poucas agências de treinamento e capacitação no setor doméstico, possibilitando contratos vantajosos, normas vigentes e pessoal adequado ao perfil do cliente. Ideal seria o governo oferecer cursos, pois sempre haverá carência no mercado, sendo, uma fonte de emprego no contexto econômico-social.

Fica a homenagem àqueles trabalhadores(as)e a sugestão p/o poder público patrocinar “cursos profissionalizantes” à figura tão importante que é o(a) auxiliar doméstico(a).

Por: Malude Maciel - Jornalista, Escritora e Membro da ACACCIL 
Cadeira 15 – Profa. Sinhazinha.


A Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras (ACACCIL) realizou sua eleição para a nova diretoria, que assumirá o cargo para o período de 2024 a 2026. A chapa única foi eleita por aclamação, demonstrando o reconhecimento e apoio à gestão atual, que será reeleita para mais um biênio de trabalho dedicado à promoção da cultura, ciências e letras em Caruaru e região.


A composição da nova diretoria ficou assim definida:

- Presidente: Paulo Muniz

- Vice-presidente: Edivalda Miranda

- Primeiro Secretário: Robson Santos

- Segunda Secretária: Luzinete Lemos

- Primeira Tesoureira: Socorro Maciel

- Segunda Tesoureira: Cleonice Otilia

- Diretor de Protocolo: Alexandre Nunes

- Diretor de Atividades Culturais: Armando Dantas Filho

- Diretor de Patrimônio: Josué Euzebio

- Orador: Fernando Andrade


Além da diretoria, também foram eleitos os membros do Conselho Fiscal, que terão a importante função de fiscalizar as atividades financeiras da academia:


Conselho Fiscal - Titulares:

- Renato Cabral Filho

- Edilene Almeida

- Carlos Toscano


Conselho Fiscal - Suplentes:

- José Daniel

- Assis Claudino

- Severino Florêncio

A ACACCIL é uma instituição de grande relevância para a cultura e intelectualidade de Caruaru, e a nova diretoria e conselho fiscal assumem o compromisso de continuar o trabalho em prol do desenvolvimento cultural e científico da cidade e região.

Esta eleição por aclamação reflete a confiança e o respaldo da comunidade acadêmica e cultural na gestão atual da ACACCIL, que tem se destacado por suas iniciativas e contribuições para o fortalecimento das artes, ciências e letras na cidade.


 Maria Teresa Freire.


No trabalho, eu o observo. Sou estagiária em uma emissora de televisão. Ele é um repórter conhecido, que faz excelentes reportagens para o noticiário da noite, o mais importante do dia, pois informa e atualiza os telespectadores dos acontecimentos diários mais destacados. Recentemente, havia retornado do exterior, onde passara três anos, cobrindo a Ásia. Ele retorna do mesmo jeito ou mais. Arrogante. Impaciente.

Antes dele viajar, eu ajudava em quase tudo nas gravações internas e externas:  maquiagem, figurino, cenário, parte técnica e o que mais fosse necessário. A emissora economizava às minhas custas. Eu permanecia, pois queria continuar trabalhando lá e talvez conseguir uma promoção. Por isso, pouquíssima atenção ele me dava. Mas, eu era apaixonada por ele, mesmo assim. Provavelmente uma paixonite que desapareceria. Por enquanto era dessa forma.

Entretanto, nesses três anos em que ele se ausentou, a mocinha inexperiente e ingênua amadureceu. Tornei-me uma mulher bonita e interessante. Consegui passar para apresentadora do programa de previsão climática e, atualmente, preparo reportagens curtas para esse mesmo programa. Na realidade, poucos telespectadores dão crédito à previsão. Dizem que não é uma certeza, somente previsão; e clima muda de uma hora para outra. Todavia, eu também realizo reportagens menores para outros programas, quando necessário. 

Em uma grande reportagem sobre as chuvas que assolam várias regiões do país, eu sou indicada para ir junto e auxiliar nas gravações. Joaquim, o repórter ‘famoso’ e todo soberano não gosta muito.  Conseguimos trabalhar juntos, até bem entrosados. Eu me surpreendo, mas não falo nada. Ele comenta: “garota, você trabalha direitinho”. Isso é um super elogio, pois ele não elogia ninguém. A equipe também se surpreende. Como grupo, almoçamos e jantamos juntos, comentando os erros e acertos das gravações, planejando o dia seguinte. Também estamos no mesmo hotel. Enfim, convivemos.

No final das gravações, Joaquim se sente mal e o levamos para um pronto socorro. O médico plantonista o examina e solicita vários exames: “é melhor investigar mais profundamente, para saber a causa desse mal-estar”. Joaquim não diz nada. No nosso retorno, insisti com ele que fosse ao médico. Sou tão insistente que ele cede. Eu continuo trabalhando normalmente, mas percebo que o jeito dele me tratar mudou. Para melhor. Às vezes até pede minha opinião sobre uma ‘tomada’ (take) ou outra. “Você tem bons olhos para avaliar uma cena, garota”. 

Dias depois, ele me chama para conversar fora da emissora. “O que seria”, pensei. Eu já não sentia aquela paixonite por ele. Então, entendi como uma simples conversa mesmo, não um convite para um encontro. Ele desabafa: “ Joana, você foi a pessoa que mais me incomodou para que eu marcasse  consulta. Inclusive, já fiz alguns exames. Quer saber o resultado?”. Respondi rapidamente: “quero”. Veio a verdade inesperada: “eu tenho câncer de mama”; em estágio inicial, passivo de cura com o tratamento adequado; você sentiu meu peito diferente quando me ajudou com a vestimenta para a gravação, lembra?” Eu concordo, meio sem graça.

“Você até me apalpou; eu reagi desconcertado e você insistiu; você notou algo diferente no meu peito. Eu fiquei bravo e a afastei com rispidez. Você estava certa. Ninguém mais sabe e quero que continue assim. Nem minha mãe, senão será um desespero. Quero o seu apoio, pois foi você que reconheceu o problema, parecido com o que sua mãe teve e se curou; você conhece o tratamento”. Você me ajuda?

Ver aquele arrogante jornalista e repórter pedir minha ajuda mexe com meus sentimentos. Não poderia me negar. Vou às consultas com ele, pois teve a indicação de uma excelente mastologista, cujo consultório é frequentado por mulheres; raramente encontramos um homem. Ele finge que me acompanha, para não se sentir tão envergonhado. Eu o vigio para que faça o tratamento certinho.

Com isso, vamos convivendo. A convivência trouxe intimidade, conhecimento profundo um do outro, entendimento e conexão forte. A paixonite que eu imaginava desaparecida, começou a voltar. Então, uma noite ele me disse: “eu sei que você gostava de mim antes de ser correspondente no exterior; quando eu voltei, você não gostava mais de mim; não do mesmo jeito. Quer saber? A única mulher que vinha à minha mente era você, sempre fazendo alguma coisa, ajeitando, corrigindo, ajudando; nunca mal humorada; isso me fazia prestar atenção em você, mas nunca lhe disse nada. Quando estava longe, me arrependi de não ter dito. E agora está na hora de lhe dizer; ou melhor passou da hora, estou atrasado para lhe dizer que gosto muito de você. Somente gostar não. Eu a amo”.  

Joaquim me abraça forte, me beija carinhoso, depois com paixão. Eu fico atônita. Ele pergunta: “não é para ser assim?”  Um segundo sem responder e falo: “é para ser assim e muito mais”. Não devia ter dito isso. O homem se anima como nunca. Nem doença, nem nada. Aliás, a doença está curada, ainda assim ele continua com alguns medicamentos. 

Não há paixonite, há uma paixão avassaladora que nos leva para um frenesi de beijos, abraços, pernas enroscadas e um sexo amoroso, absoluto, em que ambos alcançamos a plenitude do amor.

Trabalhamos juntos. Vivemos juntos. Até que eu engravido e resolvemos casar. Organizamos uma cerimônia simples, com a ajuda da minha família e da mãe dele. No dia do nosso casamento, ele me diz: “eu sou como um polvo, cujos tentáculos se grudam em você o tempo todo e para sempre”. É bem assim. Enquanto grávida, ele não sai do meu lado sempre que possível. Quando o bebê nasce, um garotinho lindo, muito parecido com o pai, Joaquim faz o impossível para que eu não o carregue durante muito tempo para não me cansar. Ajuda em tudo para cuidar do bebê. Ele achava que nem se casaria e muito menos teria filho. “Que mulher se casaria com um homem que teve essa doença? (não dizia o nome). Só você Joana, completamente doida e por quem sou loucamente apaixonado”.  

Quando tivemos o segundo filho, outro menino, ele enlouquece!  São bençãos demais para ele, como costuma dizer. Eu completo: “realmente, muita benção para um arrogante, implicante, impaciente e exigente”. Assustado, ele me olha e pergunta: “continuo assim?” Abraço-o e respondo: “Não, meu querido. Comigo não, nem com os meninos”. Ficou muito ciumento, até um pouco com os filhos”.  Ele ri e completa: “não sabe que sou seu polvo? O único grudado em você só pode ser eu!”

Todavia, Joaquim continua, agora, como âncora do noticiário da noite e é muito exigente com as reportagens que complementam as notícias. Algum tempo foi âncora com ele. Minha realização!  Com os filhos não dava para estarmos na ‘bancada’ juntos, sobretudo à noite. Fui para outro programa, pela manhã e foi uma experiência ótima.

Devo me corrigir e confessar que nós dois juntos tem sido uma experiência de vida fascinante”!

Por: Maria Teresa Freire - Jornalista, Escritora, Poeta, 
Presidente da AJEB – Coordenadoria do Paraná.
Presidente da ALB - Paraná.



No dia 14 de abril, o restaurante “O Leitão” em Carpina-PE foi palco de um evento marcante para a comunidade acadêmica e educacional. O motivo foi o lançamento do livro “Educação em Debate na Contemporaneidade”, uma obra que reúne o pensamento e a pesquisa de renomados especialistas no campo da educação.

O livro, editado pela Drª Zélia Santos, Dr. Guilherme Costa e Mestra Valdeluce Albuquerque, é uma compilação de artigos científicos que abordam temas relevantes e atuais no contexto da educação. O que torna essa obra ainda mais especial é o fato de contar com a contribuição de cinco ajebianos, representando uma diversidade de perspectivas e experiências enriquecedoras.

O evento de lançamento foi cuidadosamente organizado pela Presidente da AJEB Pernambuco, Zélia Melo, e contou com a presença de um público expressivo e interessado. Acadêmicos, pesquisadores, educadores e estudantes se reuniram para celebrar não apenas o lançamento de um livro, mas também a troca de ideias e o estímulo ao debate acadêmico.

Durante o evento, os editores e colaboradores do livro tiveram a oportunidade de compartilhar insights e reflexões sobre os desafios e as inovações no campo da educação contemporânea. O ambiente descontraído do restaurante “O Leitão” proporcionou um clima propício para networking e interação entre os participantes.

Para a Drª Zélia Santos, uma das editoras, o lançamento do livro representa não apenas a conclusão de um trabalho árduo, mas também o início de novas discussões e descobertas na área da educação. “Estamos muito felizes em poder compartilhar nossas ideias e contribuições com a comunidade acadêmica. Este livro é um convite ao diálogo e à reflexão sobre os rumos da educação na contemporaneidade”, destaca a Drª Santos.

Com a presença de nomes influentes e a qualidade dos artigos apresentados, o lançamento do livro “Educação em Debate na Contemporaneidade” promete deixar um legado significativo no cenário educacional, inspirando futuras gerações de educadores e pesquisadores a continuarem buscando soluções e inovações para os desafios do século XXI.




Pr. Geraldo Magela.


 • O General Douglas MacArthur foi recusado na Academia Militar de West Point, não uma vez, mas duas. Quando tentou pela terceira vez, foi aceito e marchou para os livros de história.

• O superstar do basquete, Michael Jordan, foi cortado do time de basquete da escola.

• Em 1889, Rudyard Kipling, famoso escritor e poeta, recebeu a seguinte resposta do jornal San Francisco Examiner : “Lamentamos muito, Sr. Kipling, mas o senhor não sabe usar a língua inglesa.”

• Winston Churchill repetiu a sexta série. Veio a ser primeiro ministro da Inglaterra somente aos 62 anos de idade, depois de uma vida de perdas e recomeços. Sua maior contribuição aconteceu quando já era um “cidadão idoso”.

• Os pais do famoso cantor de ópera italiano, Enrico Caruso, queriam que ele nosse engenheiro. Seu professor disse que ele não tinha voz e jamais seria cantor.

• Albert Einstein não sabia falar até os 4 anos de idade, e só aprendeu a ler aos 7. Sua professora o qualificou como “mentalmente lerdo, não-sociável e sempre perdido em devaneios tolos”. Foi expulso da escola e não foi admitido na Escola Politécnica de Zurique.

• Louis Pasteur foi um aluno medíocre na escola. Dentre 22 alunos, ficava em 15° lugar.

• Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, em 1876, não tocou o coração de financiadores com o aparelho. O Presidente Rutheford Hayes disse: “É uma invenção extraordinária, mas quem vai querer usar isso ?”

• Thomas Edison fez duas mil experiências para conseguir inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o que ele achava de tantos fracassos. Edison respondeu : “Não fracassei nenhuma vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 2.000 passos.”

• Aos 46 anos, após anos de perda progressiva da audição, o compositor alemão Ludwig van Beethoven ficou completamente surdo. No entanto, compôs boa parte de sua obra, incluindo três sinfonias, em seus últimos anos.

Por: Pr. Geraldo Magela.


Em 16 de abril de 2024, foi realizada no Liceu Literário Português, a reunião da Academia Luso-Brasileira de Letras, na ocasião, em cerimônia solene, tomou posse como membro efetivo o Profº Dr Leandro Santana da Silva, ocupando a cadeira nº 40 Patronímica de Joaquim Nabuco.

Parabéns a presidente Maria Amélia do Amaral Palladino, ao novo membro, e a todos que contribuíram para o êxito do evento.



Por: Nina Fernandes - Jornalista e Escritora.




Dia memorável no salão nobre da nossa Academia Fluminense de Letras. 

Posse dos membros da Federação Elos Internacional da Comunidade Lusíada, órgão que congrega todos os outros Elos Clube de todo o mundo.

Tive a honra de registrar esse momento ao lado de grandes personalidades intelectuais de Niterói, como a querida Leda Mendes Jorge e o venerável Rubens Carrilho Fernandes . Além dos citados, a presença da Presidente da Academia Fluminense de Letras, a ilustre Dra. Márcia Pessanha, bem como da ex-Presidente do Rotary International , Dra. Angela Riccomi, e da maior personalidade jornalística da cidade, o querido amigo Alberto Araújo. 

Registro o momento ao lado do querido amigo Paulo Roberto Cecchetti, presidente da Academia Niteroiense de Letras; da estimadíssima Nina Fernandes, Diretora de Artes da UBT/RJ e colunista do Jornal Posto Seis, dentre tantos outros elistas e estudantes que prestigiaram o evento.

A presidente do Elos Internacional, a Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, confreira minha no Instituto Histórico e Geográfico de Niterói, conduziu magistralmente a liturgia do evento. 

Foi um momento único e memorável.



Por: Nina Fernandes -Jornalista e Escritora.


Na reunião da Academia Brasileira de Medalhística Militar - ABRAMMIL, em 4 de abril de 2024, o Profº Antônio Montenegro Fiuza, apresentou brilhante palestra abordando o tema “Camões Uma Herança com o Futuro”. Em seguida, o acadêmico titular, Silvio Pontes, apresentou temas sobre Prudente de Morais. Foram entregues condecorações, momento musical com Suely Saad, seguindo de comemoração dos aniversariantes do mês. O evento foi presidido pela Acadêmica Benemérita Marilza Nogueira Fialho.




Por: Nina Fernandes - Jornalista e Escritora.


Prof. Dr. Pedro Ferreira de Lima Filho.


Situada estrategicamente na região do Agreste Setentrional no interior do estado de Pernambuco, Surubim se destaca como um importante polo econômico, impulsionando o desenvolvimento não apenas da região, mas também de todo o estado. Com uma localização geográfica privilegiada e uma infraestrutura sólida, a cidade tem atraído investimentos e empreendedores de diversos setores, consolidando sua posição como um centro de oportunidades e crescimento.

A economia de Surubim é diversificada e dinâmica, abrangendo diferentes segmentos que contribuem para o seu contínuo avanço. Uma das principais forças econômicas da cidade é o setor de confecção, que inclui a produção de jeans e roupas de tecido. Com uma mão de obra qualificada e uma infraestrutura adequada, Surubim se destaca na fabricação de peças de vestuário de alta qualidade, atendendo tanto ao mercado local quanto a demanda nacional e internacional.

Além da indústria têxtil, Surubim também é conhecida pela sua atividade agropecuária, com destaque para a criação de gado e a realização de vaquejadas, que atraem não apenas competidores locais, mas também visitantes de outras regiões. Essa tradição cultural não só movimenta a economia local durante os eventos, mas também impulsiona setores como o turismo e o comércio, gerando empregos e renda para a população.

Outro setor em crescimento na economia de Surubim é o de serviços, que engloba uma ampla gama de atividades, desde o comércio varejista até os serviços profissionais. Com o aumento da urbanização e o crescimento da classe média, a demanda por serviços como saúde, educação, lazer e entretenimento tem se expandido, criando novas oportunidades de negócios e investimentos na cidade.

Além disso, Surubim tem se destacado como um polo de inovação e empreendedorismo, com o surgimento de startups e incubadoras de negócios que estão impulsionando a economia local com ideias inovadoras e soluções criativas. Essas iniciativas estão ajudando a diversificar a economia da cidade e a criar empregos para os jovens talentosos da região.

Surubim é muito mais do que uma cidade em crescimento, é um verdadeiro motor econômico que impulsiona o desenvolvimento de toda a região. Com uma economia diversificada, uma infraestrutura planejada e um ambiente favorável aos negócios, a cidade continua a atrair investimentos e talentos, consolidando sua posição como um dos principais centros econômicos do interior de Pernambuco.

Por: Prof. Dr. Pedro Ferreira de Lima Filho - Articulista, 
Correspondente Jurídico, Polímata e Professor Universitário. 
E-mail: filho9@icloud.com


Carolina Maria Campos Barbosa, uma jovem cheia de vida e sonhos, completou seus 15 anos no dia 18 de abril em meio a celebrações e descobertas que marcaram uma fase especial de sua vida. Acompanhada pelos seus pais amorosos, Waldemir Guerra e Taciana Campos, e pela irmã dedicada, Camila Maria Campos Barbosa, estudante do 3º ano de Medicina, Carolina viveu momentos inesquecíveis que uniram alegria, família e novas experiências.

A comemoração teve início em um ambiente familiar acolhedor, onde Carolina recebeu o carinho de amigos próximos e familiares. A jovem debutante irradiava felicidade ao compartilhar risos e afeto com aqueles que são parte essencial de sua jornada. As lembranças desse dia certamente ficarão guardadas em seu coração por muitos anos.

Uma das grandes surpresas que Carolina recebeu foi a oportunidade de explorar as deslumbrantes praias de Alagoas. Entre areias douradas e águas cristalinas, a jovem se encantou com a beleza natural e a tranquilidade que esses locais proporcionaram. Cada pôr do sol foi um espetáculo à parte, pintando o céu com cores vibrantes e enchendo seus dias de serenidade e inspiração.

Mas o presente mais marcante estava reservado para Carolina: uma viagem ao Rio de Janeiro. A cidade maravilhosa, com sua história rica e paisagens icônicas, cativou a jovem debutante desde o primeiro momento. A visita ao Cristo Redentor foi um dos pontos altos da jornada, onde Carolina pôde contemplar a grandiosidade da escultura e sentir a paz que emana daquele lugar.

Os museus cariocas também despertaram o interesse de Carolina, que se viu imersa em obras de arte e histórias fascinantes. Cada exposição foi uma oportunidade de aprender e se inspirar, ampliando seus horizontes culturais e estimulando sua criatividade.

Além disso, Carolina explorou diversos pontos turísticos da cidade, como o Pão de Açúcar, a praia de Copacabana e os bairros históricos. Cada lugar visitado foi uma nova descoberta, repleta de emoção e admiração diante das belezas naturais e da diversidade cultural que o Rio de Janeiro oferece.

Ao retornar para casa, Carolina Maria Campos Barbosa trouxe consigo mais do que recordações fotográficas. Ela trouxe consigo a vivacidade dos momentos compartilhados em família, a sabedoria adquirida ao explorar novos lugares e a gratidão por ter vivido uma jornada tão especial aos seus 15 anos. Essa experiência não apenas marcou sua adolescência, mas também deixou sementes de sonhos e aprendizados que continuarão a florescer ao longo de sua vida.

Carolina é uma menina encantadora, estudiosa, educada e orgulho para a sua família.




Piranhas-AL.









Arlinda Lamêgo.


Os marcos iniciais mais importantes no desenvolvimento humano são a conquista das linguagens oral e escrita para explicar fenômenos naturais no seu crescimento espiritual. Esse homem extraordinário procurou a razão na elucidação, aclaramento e interpretação sobre movimentos da lua, do   sol, as estações, o tempo.  Mostrou sua transcendência diante das religiões com credos, panteões de deuses e mitos.

Longe de serem apenas histórias antigas ou fábulas desde o tempo das cavernas, os mitos têm poder de penetração na cultura de todas as civilizações humanas, do Oriente ao Ocidente. Misturados à vida humana, os celestiais se misturam. Os seres celestes formavam a visão de mundo com imagens semelhantes aos seres humanos por transmissão oral para a posteridade. Deidades femininas eram veneradas nas cavernas, nas representações do físico e do espiritual. 

Homero sistematizou os deuses gregos, com mitos novos e isolados que viviam no Olimpo imortal, na Tessália. Os doze deuses principais são: Zeus, Hera, Hefesto, Atena, Apolo, Artêmis, Ares Afrodite Dionísio, Hades, Deméter e Poseidon. Zeus é a forma grega mais elevada do deus indo-germânico eminentemente masculina no norte do Peloponeso, ao lado de Atena. Os olímpicos são poupados de imperfeições da velhice e da morte. Deuses podem ser bom e mau. Zeus é bom e ruim, Hera é boa e ruim. Até 800 a.C., não havia crença unitária. As cidades tinham seus panteões, festas e ritos, continuaram veneradas no pré grego e grego. Hesíodo, a distinção histórica em religiões recentes, céu e inferno, limiar entre diabo e anjo, claro, escurão, branco e negro, tentou esclarecer homens e deuses.

Afinal, o que é mitologia? A figura metafórica com histórias sobrenaturais, de muitas análises, em geral cristã.  Força é individualizada., não há espaço para dissidência. O Retorno de jedi é metade humano, metade máquina, o dualismo que fala Campbel, em seguir uma vida controlada regrada, um mestre, um aprendiz, através do consumo, a partir da linguagem , na experiencia estética diante desses universos.

Há dicotomia entre o bem e o mal. O que muda é a construção da narrativa 

Filmes como Star Wars ou fatos históricos têm força sobre a imaginação popular, profundamente ligados a mitos ancestrais. Por trás da filosofia está a luta entre emoção e razão. Os Jedi representam a razão, a disciplina e a contemplação, para alcançar a iluminação espiritual, tornar-se mais sábios e compassivos. A viagem pela mente e espírito sintetizou História, Religião, Filosofia e Cinema.

É um livro escrito por algumas das mentes mais brilhantes da galáxia.  Há um novo olhar, como a natureza da Força. É preciso existir um lado negro? O legado de Joseph Campbell sobre o alicerce mítico da saga inicia o caminho para se tornarem mestres jedis, a percepção do herói, a situação simbólica. São leituras possíveis em comportamento São mitos atuais. George Luca tem essa visão.

A essência da Guerra das estrelas vem de arquétipos. As ideias mitológicas nas religiões são relevantes na História da humanidade. 

Por: Arlinda Lamêgo - Recifense, Médica, Escritora e Poeta.
Paulino Fernandes de Lima.


Há os que dizem que já vivemos praticamente em uma guerra. Mata-se em todo canto e de toda forma, ceifando-se a vida humana de forma tão banalizada, que a solução para ao menos diminuir a criminalidade, parece hoje uma quimera. 

Indubitavelmente, nos últimos anos o número de homicídios e doutras formas de violência têm crescido estratosfericamente.

Nem mesmo cidades que antes eram referência em termos de paz e segurança, hodiernamente escapam dos índices de violência. Quando muito, situam-se entre as que não apresentam altos números, mas não deixam de figurar numa lista que só cresce a cada ano, ou mês.

Em junho de 2023, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, listou em seu Anuário, 50 cidades mais violentas do País, considerando para tanto, aquelas com mais de 100 mil habitantes e levando-se em conta as taxas de mortes violentas ocorridas em 2022.

De lá para cá, os números dispararam alarmantemente, a ponto de se comparar o quantitativo de mortes a números de uma verdadeira guerra, guardadas, claro, todas as proporções (e desproporções).

Enquanto isso, as medidas de combate à criminalidade já se revelaram, há tempos, obsoletas, para não dizer que, praticamente, reduziram-se a improdutivas e inócuas pautas de reuniões realizadas, em órgãos e instituições, cujo dia-a-dia difere grandemente da realidade vivida pelo cidadão, quando sai de casa.

Até o que parecia tão comum antigamente, como a presença de policiais nas ruas, agora parece, inexplicavelmente, mera imagem do passado.

O mais inconcebível é saber que enquanto se perde tempo e verba pública com pessoal, reuniões e veículos, o retorno do modelo antigo, em que se via, pelo menos, um policial aqui e acolá, não é adotado.

E nada justifica se dizer que não teria como se ter a presença da polícia em cada esquina, se não se ver mais em lugar nenhum nas ruas, salvo, quando muito, em viaturas (e de passagem). 

A população se sentiria mais segura, sem dúvida, com a presença ostensiva do policial nas ruas, circulando ou não, mas de forma acessível.

Ou alguém duvida que o criminoso ao menos não pensaria melhor se pratica ou não um delito, com a presença física e ostensiva da Polícia? 

Claro que a facilidade que o delinquente enxerga, ao saber que uma área está desguarnecida, em muito o impulsiona a praticar crimes. 

Mais tarde, essa sensação de poder vai ser acrescida ao da impunidade, que lassa o País, desgraçando-o cada vez mais

Para o bandido, a sensação de que não há segurança por perto, somada a outra (que é a terrível constatação de impunidade), dão a ele o prato cheio para seguir delinquindo, livremente.

Conclusão: enquanto não se puser em prática algumas posturas que eram adotadas no passado (e davam certo), não adianta se falar em planos e programas de segurança, veementemente utópicos.

Por: Paulino Fernandes de Lima - Defensor Público; 
Professor; Presidente da Academia de Letras do Brasil (Alb/PE)