O otimismo do mercado segue desde o fechamento do último pregão, na quarta-feira (19)



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O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3, antiga Bovespa, registrou recorde nesta sexta-feira (21) ao bater 102.012 pontos. Isso representa alta de 1,70% em relação ao pregão anterior.

O otimismo do mercado segue desde o fechamento do último pregão, na quarta-feira (19), quando o Ibovespa também bateu recorde ao alcançar 100.303 pontos.

O dólar fechou a R$ 3,825, com queda de 0,56%.


Por: Notícias ao Minuto.

A Segunda Turma do Supremo desengavetou um pedido de Lula pela anulação do processo que levou o petista à prisão em abril



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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, encaminhou nesta sexta-feira (21) ao STF (Supremo Tribunal Federal) parecer contrário ao pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para anular sua condenação no caso do tríplex de Guarujá.

Diálogos divulgados pelo site The Intercept Brasil envolvendo a atuação do ex-juiz e hoje ministro Sergio Moro (Justiça) fizeram a Segunda Turma do Supremo desengavetar um pedido de Lula pela anulação do processo que levou o petista à prisão em abril do ano passado.

A solicitação foi feita sob o argumento de que Moro não foi imparcial na análise do caso. O pedido foi reforçado por petição apresentada no dia 13 pela defesa de Lula. Eles dizem que as conversas de Moro e Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato, revelam "completo rompimento da imparcialidade" do ex-juiz.

A ação está na pauta do STF de terça-feira (25), mas, conforme informou a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, há possibilidade de adiamento. A decisão deve ser tomada durante a sessão.

Nas conversas publicadas pelo site Intercept desde o dia 9, Moro sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas e antecipa ao menos uma decisão judicial.

Além disso, o então juiz propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de "showzinho" da defesa do ex-presidente Lula e propõe à Lava Jato melhorar o desempenho de uma procuradora durante interrogatórios.

Segundo a legislação, é papel do juiz se manter imparcial diante da acusação e da defesa. Juízes que estão de alguma forma comprometidos com uma das partes devem se considerar suspeitos e, portanto, impedidos de julgar a ação. Quando isso acontece, o caso é enviado para outro magistrado.

Até aqui, Moro tem minimizado a crise e refutado a possibilidade de ter feito conluio com o Ministério Público. Assim como os procuradores, disse não ter como garantir a veracidade das mensagens (mas também não as negou) e chamou a divulgação dos diálogos de sensacionalista.


Por: Notícias ao Minuto.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer alcançar uma queda de até 50% no preço do gás



© Palácio do Planalto / Isac Nóbrega

Para reanimar a economia e cumprir a promessa do choque da energia barata, o governo deve lançar nos próximos dias um programa para reduzir o preço do gás. Batizado de Novo Mercado de Gás, o plano tem como principal pilar o enfrentamento de monopólios que dominam há anos o setor - principalmente as distribuidoras, que atuam em Estados, e a Petrobras. A ideia é criar um ambiente de mercado, com mais concorrentes, e aproveitar o aumento da oferta do gás das áreas do pré-sal para tentar reindustrializar o País.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer alcançar uma queda de até 50% no preço do gás. Hoje, a indústria paga de US$ 12 por milhão de BTU, mais que o dobro do valor pago nos EUA, de US$ 4, segundo dados da Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia (Abrace). Para a entidade, preços competitivos podem adicionar 1% de alta anual ao PIB e gerar 12 milhões de empregos em dez anos.

Diferentemente do governo Temer, que tentou promover a abertura do mercado de gás por meio de uma lei no Congresso Nacional, a gestão Bolsonaro aposta em medidas infralegais, que não precisam ser aprovadas por parlamentares. Para isso, conta com o apoio do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), colegiado de ministros presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).

Dessa vez, o governo tem a Petrobras como aliada, já que a companhia quer concentrar seus investimentos em produção e exploração em águas profundas e reduzir suas participações em dutos, distribuidoras e refinarias. Embora não seja a única produtora de gás, a Petrobras é dona da maioria dos gasodutos de transporte do País. E apesar de ter vendido sua malha de gasodutos no Sudeste - NTS e TAG -, manteve o carregamento e o direito de ocupá-los, o que, na prática, a mantém como única usuária das estruturas. Sem acesso aos dutos, outras petroleiras têm que vender o insumo para a Petrobras. Quem quiser importar também precisa negociar com a estatal, pois ela é dona das unidades que processam o gás trazido por navios.

Revisão


Essa condição será revista pelo Cade, que vai anunciar um acordo com a Petrobras na quarta-feira. A companhia deve assinar um termo de compromisso em que aceita vender transportadoras e distribuidoras e abrir mão da exclusividade no uso da capacidade dos dutos. A Petrobras também deverá dar acesso a dutos de escoamento, unidades de processamento e terminais de GNL. Está em negociação, também exigência de desinvestimentos na área de produção. Será o segundo acordo com a companhia com o Cade, que anunciou, em 12 de junho, a venda de 8 refinarias, de um total de 13. A vantagem do acordo é que os processos que apuram práticas anticompetitivas da Petrobras serão encerrados.

As diretrizes desse acordo serão dadas pelo CNPE, que deve anunciá-las na segunda-feira. Também haverá recomendações à ANP e aos próprios ministérios. Caberá à ANP regular as medidas e promover chamada pública para que outras companhias possam usar os gasodutos, além de regular o acesso a unidades de processamento e terminais da companhia por outras empresas. Também será responsável por elaborar práticas a serem adotadas pelos Estados, como criação de agências reguladoras e adoção de medidas para criar a figura do consumidor livre - empresas que, como no setor elétrico, podem negociar diretamente com produtores e comercializadores, sem intermediação das distribuidoras.

Como muitos Estados também são sócios dessas empresas, será papel do Ministério da Economia incentivá-los a abrir mão dessas participações. Em troca, eles poderão obter financiamentos com garantia da União. Essa é uma das principais demandas, devido à crise fiscal, e faz parte do Plano Mansueto.

Na frente
 

Sergipe, por exemplo, saiu na frente e quer ter o gás mais barato do País, após a descoberta de grandes reservas de pré-sal na costa. O governo agora trabalha para regulamentar normas que atraiam novamente a indústria para gerar investimentos e empregos no Estado. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo também se movimentam.

Para o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores (Abrace), Paulo Pedrosa, é fundamental que o governo crie um ambiente para permitir o aproveitamento do gás pelo mercado interno. Do contrário, produtores podem preferir exportar o insumo para outros países. "Essa é a oportunidade de retomada da economia. O gás do pré-sal pode ser para o Brasil o que o shale gás foi para os Estados Unidos", disse. A descoberta do shale gás levou à queda do custo do produto e é apontada como a principal razão da retomada da produção industrial nos EUA.

Já o presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegas), Augusto Salomon, expressou preocupação. Para ele, as medidas podem gerar insegurança e judicialização ao setor.

"Acreditamos que os governadores perceberão que a destruição dos serviços locais de gás canalizado, um ativo do Estado, e o 'desincentivo' à expansão da infraestrutura de rede, não são um caminho positivo. Não atrai investimentos, não gera empregos, renda e arrecadação. As térmicas são importantes, mas a indústria é mais", disse.

A entidade cobrou ainda respeito aos contratos de concessão em vigência - o prazo de exploração varia de 30 a 50 anos e alguns contratos garantem rentabilidade mínima de 15% a 20% ao ano, segundo a ANP. A Petrobras foi procurada, mas não se pronunciou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Por: Notícias ao Minuto.

Um novo estudo indica que alterações nos níveis da serotonina podem ser um indicador de risco para o desenvolvimento da doença de Parkinson



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Uma pesquisa revelou que, assim como o Alhzeimer, os sinais do Parkinson podem ser detectados no cérebro até 20 anos antes do surgimento dos sintomas da doença, como perda do olfato, prisão de ventre, depressão e distúrbios do sono.

De acordo com os especialistas, alterações nos níveis da dopamina – hormônio que atua na ativação e inibição de atividades cerebrais – podem ser responsáveis pelos problemas motores do Parkinson, sendo, portanto, um indicador da doença.

No entanto, o novo estudo, publicado no periódico científico The Lancet Neurology, aponta que a queda nos níveis de serotonina – hormônio que regula funções intelectuais, humor e sono – antecedem os da dopamina e, desta forma, podem indicar o risco da doença ainda mais cedo.

“Mostramos que mudanças no sistema da serotonina ocorrem muitos antes de os pacientes apresentarem sintomas. Ou seja, a detecção precoce dessas alterações poderia abrir portas para o desenvolvimento de novas terapias para retardar e, finalmente, prevenir a progressão do Parkinson”, comentou Lily Safra, da King’s College London, no Reino Unido, em declarações ao jornal The Guardian.

Tendo como base os dados apurados, a equipe acredita que exames de imagem voltados para investigar o sistema de produção da serotonina podem tornar-se uma importante ferramenta para detectar indivíduos com risco de desenvolver a doença, permitindo a monitoração do progresso, além de ajudar no desenvolvimento de tratamentos mais eficientes.

À escala mundial, estima-se que existam 7 a 10 milhões de pessoas que vivem com esta doença. A doença aumenta com a idade, sendo rara antes dos 50 anos, e é mais comum nos homens do que nas mulheres. Contudo, em 5% dos casos a Doença de Parkinson surge antes dos 40 anos.


Por: Notícias ao Minuto.

A área de tecnologia está em alta no mercado e existem diversos cursos que possibilitam atuar nesse setor



Educa Mais Brasil traz opções de cursos de tecnologia.
Foto: Divulgação/ Educa Mais Brasil

Hoje em dia não conseguimos imaginar a vida sem tecnologia. Dos celulares e tablets aos games e, o mais recente conceito de ‘internet das coisas’, que vem, cada dia, se inserindo no cotidiano das pessoas. Não apenas fazer uso, mas quando o assunto é tecnologia existem aqueles que gostam de trabalhar diretamente com esse produto da ciência e engenharia.

Para quem ainda não escolheu uma profissão ou quer mudar de área e se identifica com o ramo tecnológico pode utilizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingressar em uma universidade. Afinal, a área de tecnologia está em alta no mercado e existem diversos cursos que possibilitam atuar nesse setor que está bastante aquecido.

Separamos alguns cursos de TI, confira abaixo: Engenharia de Software


O engenheiro de software é preparado durante a graduação para projetar e desenvolver programas, aplicativos e softwares em geral. A duração média do curso é de cinco anos. Entre as possibilidades, esses profissionais podem atuar no suporte e gerenciamento de redes de computadores em empresas de portes variados.

Análise de Desenvolvimento de Sistemas


Possui titulação tecnológica e durante a faculdade os estudantes são preparados para analisar, desenvolver, projetar e implementar sistemas computacionais de informação, bem como desenvolver habilidades para trabalhar em diversos ramos da Informática, seja criando, implementando ou desenvolvendo softwares e soluções tecnológicas para o mercado.

Ciências da Computação


Durante os quatro anos na faculdade, o estudante é preparado para desenvolver, implantar e manter sistemas visando atender aos objetivos estabelecidos quanto à qualidade, custos, prazos e benefícios. A grade curricular de Ciências da Computação na maioria das faculdades que ofertam o curso é composta por disciplinas como algoritmos e programação de computadores, inteligência artificial e administração e negócios.

Jogos Digitais 

O curso é voltado para a criação de jogos e é ofertado nas modalidades tecnólogo e bacharelado. Durante a faculdade os estudantes passam por diversas matérias ligadas à criação de programas e ambientes de jogos, dominando ferramentas de informática e das diversas plataformas da criação de ambientes em 2D e 3D e da modelagem.


Por: Folha de Pernambuco.

O superaquecimento das baterias do MacBook Pro de 15 polegadas com Retina Display fez a empresa ordenar a recolha dos equipamentos



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A Apple emitiu uma ordem de recolha urgente para todos os portáteis MacBook Pro com Retina Display de 2015, apontando que as baterias dos aparelhos superaquecem e há riscos de se incendiarem.

Segundo o 'The Verge', as unidades afetadas serão em número limitado, tendo sido vendidas entre setembro de 2015 e fevereiro de 2017. Caso tenha obtido este modelo do portátil da Apple durante o período em questão aconselha-se que o leve a uma loja de apoio da marca.

Se tiver um dos portáteis que corra risco de incêndio, a Apple substituirá a bateria sem qualquer custo adicional, informou a empresa.


Por: Notícias ao Minuto.

No total, são 194 deputados e nove senadores de 17 partidos que pedem a redução da maioridade penal



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Direita, centro e até esquerda lançam na próxima quarta-feira, 25, a Frente Parlamentar Mista da Redução da Maioridade Penal em ato marcado para as 16h, no salão nobre da Câmara dos Deputados. A proposta é presidida pelo vice-líder do governo na Câmara, deputado Carlos Jordy (PSL-RJ), e reúne 203 parlamentares, entre eles os filhos do presidente Jair Bolsonaro, deputado Eduardo e senador Flávio.

No total, são 194 deputados e nove senadores de 17 partidos: PSL, PL, PP, MDB, Patriota, PDT, PSD, PRB, Podemos, PSC, PSB, DEM, PROS, PSDB, Avante, Cidadania e Solidariedade.

A redução da maioridade penal é uma polêmica que se arrasta há décadas e divide juristas, policiais, promotores e juízes.

Carlos Jordy assinala que o objetivo é "discutir as propostas já em trâmite no Congresso Nacional e buscar formas para que sejam votadas". Uma delas é a PEC 171/1993, aprovada na Câmara em 2015, que trata da imputabilidade penal do maior de 16 anos, mas que ainda aguarda apreciação pelo Senado.

Em entrevista à reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, Jordy destaca que "a redução da maioridade penal é uma questão de responsabilidade e justiça, vai ao encontro do que a maioria da população quer".

Em seu primeiro ano de mandato, Carlos Jordy foi servidor federal e vereador em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, onde nasceu e foi criado e mora até hoje. Ele defende enfaticamente a redução da maioridade penal. 

Veja abaixo trechos da entrevista:
 

Quais são os objetivos da Frente Parlamentar Mista da Redução da Maioridade Penal?

O objetivo principal é retomar a discussão de propostas em tramitação no Congresso Nacional, como a PEC 171/1993, que trata da imputabilidade penal a partir dos 16 anos e aguarda apreciação pelo Senado. Serão realizados, também, eventos com a participação de especialistas e estudiosos, para promover decisões democráticas em sintonia com a atual realidade.

Qual é a sua proposta?

Responsabilizar penalmente o menor de 16 anos que comete crimes. Isso pode acontecer através da promulgação da PEC 171, aprovada em 2015 na Câmara, mas que ainda precisa de votação no Senado. Essa PEC trata da responsabilização penal aos 16 anos de idade em casos de crimes hediondos, homicídios e lesão corporal seguida de morte. É uma pauta que sempre defendi, além de atender ao que a esmagadora maioria dos brasileiros quer. Diversas pesquisas comprovam, a população deseja que menores sejam responsabilizados por determinados crimes.

Para o senhor até onde deve ir o limite da redução da maioridade? Por quê?

Tenho convicção de que o jovem, aos 16 anos, já possui discernimento para responder por qualquer ato. Há quem defenda imputabilidade a partir de 12 anos. Por isso, a importância da Frente Parlamentar em discutir as propostas, analisar qual o melhor instrumento para a implantação da redução da maioridade penal no País. O consenso é de que o Brasil é muito permissivo ao crime, não é só uma questão de punir e corrigir o menor, mas de justiça.

O que o leva a acreditar que a violência nas ruas vai diminuir a partir do enquadramento penal de menores de 18 anos?

A redução da maioridade penal diminuirá o aliciamento de menores para o tráfico de drogas, considerado o segundo maior crime praticado nessa faixa etária no País. Hoje, mesmo envolvidos com o crime organizado, como não podem ser condenados por seus atos, muitos menores infratores não são considerados reincidentes e ficam com a ficha limpa ao atingirem 18 anos. Essa impunidade faz muitos adolescentes, nem sempre cooptados por adultos, sentirem-se desimpedidos para cometer crimes. Exatamente por isso muitos países desenvolvidos, como os Estados Unidos e a Suíça, já adotam a maioridade abaixo dos 18 anos.

Em sua avaliação, não há alternativas?

A alternativa é punir com rigor quem comete crimes, investir em educação, na recuperação econômica do País. Tudo isso tem que caminhar junto. E o processo de educação não pode ficar restrito a garantir escolaridade, é muito mais amplo, compreende punir, impor limites, ensinar a respeitar regras, e isso pode e deve ser feito no dia a dia, em curto prazo.

Uma ofensiva maciça pelo desarmamento da população não seria uma estratégia mais eficaz?

Não, até porque marginal vai continuar armado. Essa falácia do desarmamento serve apenas para deixar a população honesta refém de bandidos de diferentes idades. A redução da maioridade penal muito contribuirá para construirmos um país em que todos tenham o direito de ir e vir sem medo. Enquanto não mudarmos as leis para combater a impunidade, nenhuma política educacional ou socioeconômica funcionará de forma eficaz para a construção de uma sociedade mais segura e tranquila.


Por: Notícias ao Minuto.
Antonio Cruz/ Agência Brasil

O novo presidente dos Correios, Floriano Peixoto Vieira Neto, assume o comando da estatal apontando como foco da sua gestão o fortalecimento da instituição. Ele foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro hoje (21), substituindo Juarez Cunha, nomeado no início do ano.

“Minha missão é resgatar a credibilidade e fortalecer o desenvolvimento financeiro da instituição, que tem quase a idade de vida do Brasil, criada em 1663. A empresa tem capilaridade enorme, com 120 mil funcionários. Somente estes dados me trazem motivação”, afirmou, em entrevista a jornalistas.

Vieira Neto destacou a importância da empresa pelo seu tamanho e pelo fato de estar presente em todos os municípios do país. Frente a perguntas de jornalistas sobre uma possível privatização, reafirmou que sua prioridade é o resgate da estatal e que a decisão sobre este tema ficará para o presidente Bolsonaro.

Secretaria-Geral


Floriano Peixoto ocupava até então a Secretaria-Geral da Presidência da República. Em seu lugar, foi nomeado o advogado e major da Polícia Militar do Distrito Federal Jorge Antônio de Oliveira Francisco, que ocupava a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. A área passará a integrar a Secretaria-Geral.

“Numa reavaliação o presidente entendeu a Casa Civil como coordenação do governo para dentro, a Secretaria de Governo como coordenação do governo para fora e a secretaria-geral como órgão de gestão e que trata da parte de compliance. A subchefia jurídica, que não interfere no mérito, deslocou-se para a Secretaria-Geral”, explicou.


Por: Agência Brasil.

Raquel Dodge diz que não existe embasamento para suspeição de Moro



Marcelo Camargo/Agência Brasil

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou nesta sexta-feira (21) uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) na qual pede pelo indeferimento do pedido de anulação de ação penal que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O novo pedido da defesa do ex-presidente foi baseado em supostas mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil no dia 9 de junho que alegam que o então juiz federal e atual Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, teria se comunicado com o Procurador da República e coordenador da Operação Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, por mensagens de texto.  

Para a Procuradoria Geral da República (PGR), não existe embasamento que justifique o pedido de suspeição (ausência de imparcialidade) de Moro uma vez que a alegação da defesa tem base em fatos sobre os quais há dúvidas jurídicas. “É que o material publicado pelo site The Intercept Brasil, a que se refere a petição feita pela defesa do paciente, ainda não foi apresentado às autoridades públicas para que sua integridade seja aferida. Diante disso, a sua autenticidade não foi analisada e muito menos confirmada”, destacou a procuradoria em documento.

A manifestação também menciona o fato de não ter sido averiguada se as mensagens foram “corrompidas, adulteradas ou se procedem em sua inteireza, de comunicações entre os interlocutores”. Nesse caso, segundo a PGR, as mensagens possuem um “elevado grau de incerteza”, o que impede que sejam usadas como evidência da suspeição.

No documento, a procuradora-geral também se mostrou preocupada de que as supostas mensagens tenham sido obtidas de maneira criminosa. Nesse caso, elas poderiam ferir a garantia à privacidade das comunicações de autoridades como procuradores da República, juízes e membros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). “Trata-se de grave e criminoso atentado contra o Estado e suas instituições que está sob a devida apuração pelos órgãos competentes”, diz a manifestação.


Por: Agência Brasil.

Diante da grande procura de interessados em participarem do Curso de Imersão em Resinas Compostas a ser ministrado pelo Prof. Dr. Bruno Reis , solicitamos daqueles que já receberam as Fichas de Inscrição e que efetivamente desejarem participar do Curso, que antecipem o envio das referidas Fichas e o pagamento da inscrição, uma vez que a Turma será composta por apenas 15 participantes inscritos por Ordem Cronológica de recebimento.

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A atacante brasileira superou o alemão Klose em número de gols



Phil Noble/ Reuters / Direitos Reservados

A vitória do Brasil contra a Itália ficará para sempre na memória dos brasileiros pelo recorde individual da jogadora Marta. O gol transformou a atacante brasileira na maior goleadora na história das Copas do Mundo, superando o atacante Miroslav Klose, da seleção alemã. Marta tem agora 17 gols contra 16 do alemão.

A seleção brasileira feminina com a vitória sobre a Itália por 1 a 0 está na próxima fase da Copa do Mundo na França. O gol brasileiro foi marcado pela atacante Marta em uma cobrança de pênalti sofrido por Debinha, aos 28 minutos do segundo tempo.

A melhor jogadora do futebol mundial, eleita pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), deixou o gramado do estádio de Valenciennes, antes do fim da partida, substituída por Luana. Ao chegar ao banco de reservas, Marta foi abraçada pelas companheiras e por integrantes da comissão técnica.

Do banco, a camisa 10 incentivava as colegas em campo até que a árbitra encerrasse a partida, com a vitória das brasileiras. Em entrevista ainda no gramado, Marta dedicava o recorde de maior goleadora de mundiais às mulheres. “Eu dedico isso às mulheres. A gente representa todas elas”, disse.

Ao analisar a partida contra as italianas, a atacante afirmou que foi um jogo duríssimo e que agora é pensar no próximo adversário. “Sabemos que será uma pedreira. Mas não temos como escolher adversário”.

Relembre os 17 gols de Marta em Copas do Mundo


- 2003: um contra a Coreia do Sul (3 -0), um contra a Noruega (4-1) e um contra a Suécia (1-2)
- 2007: dois gols contra a Nova Zelândia (5-0), dois contra a China (4 -0), um contra a Austrália nas oitavas (3-2), dois contra os Estados Unidos na semifinal (4-0)
- 2011: dois contra a Noruega (3-0), dois contra os Estados Unidos nas quartas de final (2-2)
- 2015: um gol contra a Coreia do Sul (2 -0)
- 2019: um gol contra a Austrália (2-3) e um gol contra a Itália (1-0)

*Com informações da CBF


Por: Agência Brasil.

Pediatras pedem fim da exigência; fonoaudiólogos defendem capacitação



Marcello Casal/Agência Brasil

Um teste físico simples, teste da linguinha, que verifica se o bebê recém-nascido tem ou não anquiloglossia - popularmente chamada de língua presa - é alvo de disputa entre profissionais. De um lado, pediatras acreditam que o exame físico feito após o parto é suficiente para identificar a anquiloglossia e pedem a revogação da lei que tornou o teste obrigatório. Do outro, fonoaudiólogos defendem uma capacitação para que quem examine a criança esteja atento também a isto.

Hoje (20), considerado o Dia Nacional do Teste da Linguinha, faz cinco anos que a Lei 13.002/2014, que torna o exame obrigatório, foi aprovada no Brasil.

De acordo com a conselheira da Comissão de Saúde do Conselho Federal de Fonoaudiologia, Mércia Quintino, cerca de 4% a 10,7% das crianças nascem com a língua presa. “O diagnóstico deve ser feito o mais cedo possível. A anquiloglossia leva a dificuldade na amamentação e, depois, dificuldade de mastigar alimentos sólidos, que são um desafio maior”, diz.

Mércia explica que o objetivo inicial é evitar o desmame precoce. “A gente sabe que a amamentação é importante e que muitas mães não têm condições de comprar leites industrializados. A fase da amamentação parece simples, mas é um momento complicado para a família, tem que ter todo o incentivo positivo para que dê certo”, disse.

Pedido de revogação


Este ano, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) pediu ao Ministério da Saúde a revogação da lei. Para os pediatras, quando o bebê nasce já é feito um exame físico completo da criança e a língua presa é facilmente identificada nesse exame, não sendo necessário um protocolo específico para a execução do teste.

“O teste é um passo burocrático desnecessário com redundância absoluta do exame do recém-nascido, que já é feito pelo pediatra na sala de parto”, diz a presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SBP, Tânia Sih.

De acordo com Tânia, a maior parte dos casos de língua presa não demanda cirurgia, são níveis menos graves cujos efeitos na fala e na mastigação podem ser anulados com exercícios. “É raríssimo ter a língua superpresa, que é quando a língua adquire um formato de coração. Esses casos impactam no aleitamento materno e na fala. Para que ter fonoaudiólogo para constatar o que o médico já viu? Temos outros gastos mais urgentes para ser feitos com saúde”, defende.

Já Mércia defende que é necessário haver uma capacitação. Segundo ela, o exame não precisa ser feito necessariamente por um fonoaudiólogo, mas por um profissional que esteja atento a isso na hora de examinar a criança.

Ministério da Saúde diz que o exame físico de recém-nascidos é realizado de forma rotineira nas maternidades - Arquivo/Agência Brasil

Diagnóstico importante


O gerente de operações Alexandre Mitchell, que viveu a situação, defende que os hospitais estejam atentos à identificação da língua presa e mais do que isso, que ofereçam solução.

O filho mais velho de Mitchell, Theo, que hoje tem dois anos, nasceu com a língua presa. O caso de Theo atrapalhava a amamentação e, consequentemente, o desenvolvimento da criança. "Ele não mamava direito porque a criança precisa da língua para fazer a sucção. Como a língua não ia até o final, não sugava leite suficiente. Causou muito estresse para nós porque ele não ganhava peso, achávamos que o problema era no leite”, disse.

A solução foi uma pequena cirurgia sem necessidade de anestesia ou de pontos. Ela foi feita quando Theo tinha 15 dias, mas chegar a essa conclusão não foi tão simples. “Foram idas e vindas, até resolvermos", disse Mitchell. A anquiloglossia foi facilmente identificada, mas o pediatra do hospital particular de Brasília onde Theo nasceu achou que não seria necessário o procedimento. O fonoaudiólogo, achava que sim.

A família deixou o hospital e logo apareceram as complicações na hora da amamentação. Eles tiveram que buscar uma dentista, para realizar o procedimento. “É um procedimento que salva a vida dos pais, só de não ficar na agonia do filho não estar amamentando, de achar que é algum outro problema. Falta nos hospitais uma atenção maior em relação a isso. Não apenas dar o diagnóstico, mas resolver”, disse. 

Ministério da Saúde


Em nota, o Ministério da Saúde não comentou o pedido da SBP. A pasta diz que tomou medidas para cumprir a lei vigente, como publicar, em 2016, nota técnica com orientações a profissionais e a estabelecimentos de saúde sobre a avaliação clínica dos bebês e a realização do teste da linguinha.

Além da identificação precoce da anquiloglossia, o protocolo busca estabelecer o fluxo de acompanhamento dos lactentes diagnosticados com anquiloglossia pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Toda criança é ou deveria passar por avaliação clínica completa como parte da rotina das equipes assistenciais, verificando assim, possíveis sinais e sintomas de doenças ou malformações”, diz a nota.

De acordo com o ministério, o exame físico de recém-nascidos é realizado de forma rotineira nas maternidades e nas primeiras consultas de puericultura, sendo portanto a avaliação realizada pelos diferentes profissionais de saúde que acompanham o nascimento e o desenvolvimento dos bebês a partir da organização dos próprios serviços e da rede de atenção à saúde local.

Por: Agência Brasil.


Não são poucas às vezes em que a ciência emite um diagnóstico, mas que nem sempre este se concretiza. A ciência médica tem avançado muito nos últimos anos e merece todo o seu crédito.  No entanto, existem doenças que são verdadeiros desafios e que muitas vezes são difíceis de serem diagnosticadas.

Em Pernambuco, uma criança com apenas seis anos de idade, Maria Vitória, da cidade de Casinhas, localizada no Agreste, integra o RARUS, que é o Centro de Referência em Doenças Raras de Pernambuco, que fica no Recife. Desde seu nascimento até a idade atual foram anos de muito sofrimento, muitos obstáculos, principalmente por parte de seus pais, que tudo fizeram para que sua filha sobrevivesse. Mas as pequenas conquistas, durante esse tempo, se deram graças ao apoio que os pais receberam de grandes profissionais, inclusive da área médica, para o tratamento da doença desta criança. 

O nome Maria Vitória tem tudo a ver com a sua história de vida, pois chegar aos seis anos de idade, para quem recebeu um diagnóstico de que não sobreviveria é realmente uma grande vitória. A criança é portadora de Síndrome de Leigth, uma doença genética rara, degenerativa, com poucos casos diagnosticados no Brasil. Esta síndrome, entre outras consequências, provoca a destruição progressiva do sistema nervoso central e a perda da capacidade motora. E inclui diversos sintomas, como tremores e espasmos musculares, sem contar que são frequentes as convulsões.

Segundo a mãe da criança, Maria do Socorro, esta doença, mesmo sendo um desafio, não lhe tira a esperança de que sua filha possa viver por muitos anos.  Durante a entrevista, a mãe, o tempo todo, segurava a criança nos braços e acariciava seus cabelos, demonstrando muito amor, carinho e dedicação. Socorro possui o Ensino Médio, tem pouco mais de 30 anos, é funcionária pública e seu esposo é motorista. Atualmente faz o curso técnico de Enfermagem, pois afirma que é para cuidar melhor de sua filha. É uma mulher alegre, otimista e diz que, apesar da filha ter uma doença rara, só tem é que agradecer a Deus por tudo. Inclusive ainda planeja ter outro bebê, por processo de inseminação artificial, ou mesmo adotar uma criança. Ela espera que este caso possa ser visto por muitos como um exemplo de que o amor pode curar vidas e salvar as pessoas.

BLOG DE MALUMA MARQUES -  Como ocorreu o período da gestação?

SOCORRO - A gravidez foi tranquila, eu era louca pra ser mãe e tudo foi planejado. Fiz todo o pré-natal como deveria, todos os exames que são recomendados e tudo estava normal. A única coisa que tive foi uma infecção urinária simples.

BMM - Quando Maria Vitória nasceu, você percebeu algo diferente?

SOCORRO - Quando ela nasceu o médico afirmou que era uma criança saudável, mas eu percebi que ela tremia o lado direito do corpo. Na maternidade, Vitória chorava muito e a médica dizia que era cólica. Durante os primeiros seis meses ela não dormia, nem sequer à noite, chorava muito e tinha refluxo. A partir dos seis meses, ela começou a ter convulsão e eu não sabia o que fazer. Numa dessas convulsões, que foi bem forte, ela foi transferida para o Hospital da Restauração.  

BMM - O que aconteceu durante o período em que sua filha ficou internada no Hospital da Restauração?

SOCORRO - Ela foi daqui [da cidade de Casinhas] até lá tendo convulsões. Quando eu cheguei na Restauração, a médica, uma neurologista, disse que eu rezasse porque o estado de saúde da minha filha era gravíssimo. E numa tomografia foi diagnosticado que ela tinha o cérebro atrofiado. Mas as investigações médicas não sabiam diagnosticar o que causou essa atrofia no cérebro. Então passei dois meses na Restauração e ela foi batizada lá, no leito de morte, porque a médica disse que não adiantava, pois ela iria morrer, até porque pegou infecção hospitalar. Vitória tinha convulsão direto e no hospital a médica usou todos os tratamentos para diminuir essas convulsões e não adiantou muita coisa. O tempo foi passando, depois de dois meses ela teve alta, mas continuou tendo convulsão. Então a médica me deu um encaminhamento para o IMIP,  onde tem um laboratório que estuda doenças raras.

BMM - E o que foi feito no IMIP (Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira)? 

SOCORRO - No IMIP, tudo o que podia ser feito a médica fez. Foram realizados muitos exames, colhia o sangue e enviava para os Estados Unidos, para a França, pra Porto Alegre, mas todos os exames davam um resultado normal. Então foi sugerido que Vitória fosse encaminhada para São Paulo, pra um tratamento específico com um médico brasileiro que estuda doenças raras. Depois de um ano e quatro meses no IMIP, aos dois anos de idade, Vitória foi encaminhada pra São Paulo, pra USP de Ribeirão Preto, pra ser acompanhada por esse geneticista. Foram quatro anos realizando exames, a maioria de sangue, de Vitória e da gente, os pais, e os exames foram encaminhados pra fora do Brasil, mas não dava nada, nenhum resultado específico. E agora, da última vez, no final de 2018, fizemos um estudo genético completo, meu, dela e do pai, aí os médicos chegaram à conclusão que Vitória tem Síndrome de Leight. Essa síndrome é muito difícil de descobrir porque precisa de muitos exames específicos e a maioria são muito caros. Mas graças à ajuda que tivemos desse médico lá de São Paulo, foi que conseguimos fazer todos os exames gratuitamente e descobrir a doença.

BMM - Como é a vida de Vitória hoje, aos seis anos de idade, sendo portadora da Síndrome de Leight?

SOCORRO - Vitória não anda, não fala, quase nem enxerga, só percebe alguns reflexos, por causa de tantas convulsões que teve, mas conhece a gente, quando falamos com ela. Muitos pacientes que têm essa doença precisam se alimentar por sonda implantada no intestino e ela não precisa, se alimenta normalmente. E o tratamento que ela faz hoje tem ajudado muito a diminuir as convulsões. Principalmente o óleo Cannabis, que é feito da mesma planta que produz a maconha. Vitória começou a tomar esse óleo aos três anos de idade, mesmo antes de diagnóstico oficial da doença, e com isso ajudou muito a diminuir as convulsões. Hoje eu considero a minha filha uma criança normal, que consegue dormir tranquilamente, só precisa de cuidados especiais, pois tem a imunidade muito baixa.

BMM - Com relação aos acompanhamentos médicos, como tem sido a rotina de Vitória atualmente?

SOCORRO - Ela é acompanhada pelo AACD de Pernambuco, pelo Rarus, pelo IMIP e sempre que preciso, conto com o apoio da Prefeitura de Casinhas e da Secretaria Estadual de Saúde.   

BMM - Em algum momento, durante as fases mais críticas da doença de sua filha, você chegou a desacreditar da presença de Deus?

SOCORRO - Quando eu estava na Restauração com ela, eu percebi que Vitória veio para me mostrar alguma coisa, o que é a vida. No começo surgiu uma certa revolta, de início passei pela fase da negação, mas depois fui entendendo que isso era coisa do passado, resgate de outras vidas. E no dia que Deus quiser levar Vitória eu vou entender, mas tudo o que eu puder fazer por minha filha eu vou fazer, como até hoje fiz, lutei e vou continuar lutando. A gente só sabe o que é amor de mãe depois que tem um filho, e quando é um filho especial, o amor é maior. E essa doença da minha filha veio me ensinar a valorizar a vida, a agradecer a Deus tudo o que tenho e ajudar o próximo. Minha filha foi um presente de Deus pra mim. 

Por: Marilene Firmo.


O Brasil permanece com uma marca de 11 milhões de analfabetos, mesmo com 121 mil pessoas a menos nessa estatística se comparado com o ano anterior



Índices de Analfabetismo no Brasil caíram nos últimos anos
Foto: Agência Brasil

O objetivo era atingir a meta em 2015, mas quatro anos se passaram e a porcentagem de brasileiros que não conseguem ler ou escrever nem um bilhete simples continua maior que o esperado. Em 2018 essa taxa foi de 6,8%, acima dos 6,5% imaginados para três anos antes pelo Plano Nacional de Educação.

O Brasil permanece com uma marca de 11 milhões de analfabetos, mesmo com 121 mil pessoas a menos nessa estatística se comparado com o ano anterior. Se seguir nesse ritmo, caindo 0,2 ponto percentual por ano, também ficará longe de outra meta: a de erradicar o analfabetismo até 2024.

Os dados fazem parte da Pnad Contínua da Educação 2018, pesquisa anual do IBGE em domicílios no país todo lançada nesta quarta (19), e considera pessoas com 15 anos ou mais. Comparações só são possíveis a partir de 2016, quando o instituto ampliou a área de cobertura do estudo.

São perfis como o do pernambucano Antônio Manoel de Barros, 62, que continuam puxando essa porcentagem para cima. Antônio é homem, idoso, negro e nordestino, grupos com índices de analfabetismo que chegam ao dobro da média do país. "Eu fui para a escola quando era bem pequeno mesmo. Nem me lembro direito. Nunca aprendi a ler e escrever, só meu nome. Trabalho desde criança para sobreviver e não pude estudar", conta ele, que ganha a vida debulhando feijão para feirantes no Recife.

O Nordeste tem uma taxa de analfabetismo quatro vezes maior (13,9%) que a do Sudeste (3,5%). Um equivale ao Irã, enquanto o outro se equipara à China, na região administrativa de Macau, segundo os dados mais recentes da Unesco, de 2016. No geral, o Brasil está melhor que a média mundial, que era de 13,8% naquele ano.

É importante lembrar, porém, que uma proporção bem maior de brasileiros ainda não consegue ler, por exemplo, esta reportagem. O país somava 29% de analfabetos funcionais em 2015, ou seja, pessoas que sabem encontrar informações explícitas em textos simples, mas não tirar conclusões. Isso segundo outro estudo, o Inaf 2018 (Indicador do Alfabetismo Funcional).

A desigualdade regional é o que mais chama a atenção da analista do IBGE Marina Águas, que participou da pesquisa divulgada agora. "Quando você considera só as pessoas de 60 anos ou mais, a diferença fica ainda mais gritante: 37% dos idosos no Nordeste não sabem ler e escrever um bilhete, enquanto no Sudeste são 10%".

Para ela, "o estudo mostra como o país é heterogêneo e como as oportunidades educacionais não são iguais para todo mundo, seja nas regiões ou em determinados grupos" –apesar de a taxa de analfabetismo estar melhorando em todos os recortes nos últimos anos.

Além dos índices por região e idade, a analista se refere aos grupos de cor e sexo. Quase dez em cada cem negros, por exemplo, não sabem ler nem escrever, enquanto o número entre brancos cai para quatro. Os pretos e pardos também passam dois anos a menos na escola (8,4 anos) do que os brancos (10,3 anos).

Considerando a média geral, os brasileiros estudam três anos a menos (9,3) do que a meta estipulada pelo Plano Nacional da Educação para 2024, que é de 12 anos. O documento, aprovado em 2014 pelo Congresso Nacional, estabeleceu diretrizes, metas e estratégias para a área em dez anos.

Os homens também continuam com diversos índices educacionais inferiores aos das mulheres. A taxa de alfabetização deles é de 7%, enquanto a delas é de 6,6%, e ambas caíram no mesmo ritmo desde 2016. Metade das mulheres completou o ensino médio, sendo que o número é de 45% entre os homens.

Apesar de o nível de instrução dos brasileiros também estar melhorando, quase metade da população não chegou nem a terminar o ensino fundamental, assim como Antônio. O pernambucano diz ainda sentir efeitos disso hoje: "[Ser analfabeto] é feito cego. É sempre precisar de outras pessoas", afirma com o feijão nas mãos.


Por: Folha de Pernambuco.


Foi um domingo de ricas discussões e debate produtivo. A mandata coletiva das Juntas Codeputadas esteve na Cidade de Surubim este fim de semana para conduzir a 1ª plenária popular no município. Foi apresentado o funcionamento e as metas da mandata para o ano de 2019, e abrimos a discussão para construir coletivamente as pautas e prioridades para a população do interior, especialmente Surubim. Os municípios do agreste foram duramente afetados pelos cortes do governo Bolsonaro e temos muito trabalho pela frente para garantir avanços e direitos da população. A plenária contou com a presença e participação da Prefeita de município, Ana Célia Cabral de Farias, das Vereadoras; Anabel Alves Negromente, Ivete Ramos da Silva Pereira, e da Secretária de DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS, Penélope Regina Silva de Andrade e a SECRETÁRIA DE JUVENTUDE E ESPORTES, Fernanda Cabral Leal da Cunha. As Juntas agradece ao povo de Surubim e região pela presença e recepção. Estamos juntas!

Edição de texto e fotos: página das @juntascodeputadas













No último dia 15 de junho de 2019, às 19 horas, o Colégio Marista Pio XII de Surubim realizou, no ginásio poliesportivo, a tradicional e inovadora Festa Junina, à luz do tema “Mosaico Nordestino” -  uma recriação do universo social, cultural, político e ecológico do Nordeste, evidenciando seus vários e ricos aspectos, desdobramentos e fenômenos, tornando as ações em processos de construção do conhecimento.

A Comunidade Educativa do Colégio Marista Pio XII compreende que a festa junina faz parte da nossa identidade cultural, pois resgata o passado e fortalece a identidade de um povo. Partindo da proposta do mosaico, entende-se que para existir são necessárias pequenas partículas para se fazer um todo. Cada partícula com a sua cor, formato, nuance e tamanho.  

Os educadores Anderson Lucas e Maria aparecida, apresentadores do evento, deram um show de desenvoltura e interação. O Ir. Eliseudo Salvino, diretor do colégio, acolheu os convidados com uma mensagem para lá de contextualizada. Em seguida, os educandos do 3º Ano do Ensino Médio fizeram a abertura coreografando o Mosaico Nordestino. Logo depois, o grupo de teatro Facetas e as crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental encantaram os presentes, coreografando e dramatizando a cultura dos Estados do Nordeste. No intervalo houve o desfile dos reis e rainhas 2019, encantando a todos com simpatia, beleza e desenvoltura.

Para finalizar, os educandos participantes dos grupos de teatro, dança e música do Serviço de Arte e Cultura apresentaram o espetáculo: “Cavaleiro do Sol” -  história de um Nordeste sofrido pela opressão do Babau, mas que não se rende, buscando um caminho melhor para o seu povo, liderado por Antônio e com as bênçãos da Mulher Vestida de Sol. Coreografias criadas por Vanderson Nascimento, Márcia Anairam, Pricylla Alves e Janaína Barbosa; roteiro e direção cênica de Igor Alexandre; direção musical de Antônio Luiz (Totonho); participação especial na banda musical de João Neto e Weliton Costa, sob a coordenação de Piancó Neto.

Foram três horas intensas e surpreendentes de apresentações transmitidas ao vivo pelo Facebook do colégio. Cada uma mais bonita que a outra. Tudo bem organizado e decorado como sempre, mostrando a criatividade, inovação e rica produção Marista.

Parabenizamos a todos que fazem o Colégio Marista pela acolhida e espetáculo junino, mostrando sempre que são capazes de manter a tradição e inovar, articulando fé, cultura e vida.