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A escritora Kátia Maria dos Santos Colares Ribeiro nasceu em Tefé, no Amazonas, onde cursou os ensinos primário e médio. Casou-se com o escritor Raimundo Colares Ribeiro, de cuja união nasceram seus três filhos: Rickson, Rennier Recco e Raissa. É avó do Victor Lucas e do Matheus Pirlo.

Filha de Francisco Augusto de Sousa e de Lucelina dos Santos Sousa, sua heroína e maior incentivadora para que estudasse, dizendo sempre que a maior herança deixada por uma mãe ao filho era o estudo. Orientou-lhe, também, sobre o maior bem que um ser humano pode ter: amar a Deus sobre todas as coisas, conforme mandamento bíblico.

Aos 15 anos de idade, foi professora de datilografia na Escola Dom Bosco, e, aos 17, começou a trabalhar no escritório da firma comercial J. F. Lopes, em Tefé.

Trabalhou por 12 anos e 8 meses no Banco do Estado do Amazonas, em Manaus, onde esteve admitida por concurso público, passando em 5º lugar.

Desde adolescência escrevia histórias e fazia poesias, tanto para constar nos seus “livrinhos” quanto para apresentar nas datas festivas na Igreja Cristã Evangélica, em que fez parte por 40 anos. Na condição de membro da Igreja Cristã Evangélica do Alvorada, em Manaus, foi líder de adolescentes e presidente da União Feminina. 

Atualmente, é membro da Igreja Batista Shekinah.

Ministra estudos bíblicos e palestras com base na Bíblia e assuntos que lhe forem propostos.

Seus escritos também fazem parte da revista publicada pela Associação das Igrejas Evangélicas do Brasil (AICEB), distribuída durante o Congresso da União Feminina, que ocorreu na cidade de Boa Vista (RR). 

●Graduada e Especialista em Gestão Pública.

●Servidora concursada do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, exerce, atualmente, o cargo de Chefe do Setor de Expediente, na Corregedoria Geral de Justiça, tendo recebido, em 2015, o diploma e medalha do Mérito Judiciário, por relevantes serviços prestados à Justiça Amazonense.

Em 2006, iniciou sua atuação literária com a participação no concurso literário “O Maior de Todos os Troféus”, promovido pela Grande Secretaria de Cultura da GLOMAM (GLOMAM). Na ocasião, foi agraciada com medalha na Categoria Redação, com o seu escrito divulgado na antologia “O maior de todos os troféus”. A partir daí começou a participar de várias antologias por todo o Brasil. 

Kátia Colares foi Presidente da AJEB (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil Coordenadoria – Amazonas, onde realizou um excelente trabalho.

ENTIDADES CULTURAIS A QUE PERTENCE

●Academia de Letras do Brasil – Amazonas (ALB-AM);

●Divine Académie Française de Arts Lettres et Culture;

●Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA);

●Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria Amazonas (AJEB-AM);

●Associação dos Escritores do Amazonas (ASSEAM).

Recebeu várias Comendas, Títulos, Prêmios, Honrarias, entre elas: Título de Doutora em Filosofia Univérsica, Honoris Causa, concedido pela Academia de Letras do Brasil (Nacional), 2017.

Diploma de Honra ao Mérito concedido pela ALB – AM, 2017.

Diploma Construindo o Amazonas, conferido pelo jornalista e apresentador de televisão Rômulo Sena, 2021;

Título de Defensor Perpétuo do Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro, concedido pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, 2021;

Diploma de Honra ao Mérito concedido pela ALB – AM, 2017.


Dr. Fernando Filizola - Psiquiatra.


Diante da crise que o povo brasileiro enfrenta e de tantos outros problemas que surgem no dia a dia e que afetam o lado emocional e psicológico das pessoas, a depressão tem se tornado um tema muito comum. Segundo dados divulgados em 2015 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo. Em 10 anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. A prevalência do transtorno na população mundial é de 4,4%.

Já no Brasil, 5,8% da população sofre com esse problema, que afeta um total de 11,5 milhões de brasileiros. De acordo com a OMS, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina.

A doença, no início apresenta sintomas comuns, mas, segundo o psiquiatra Fernando Filizola, a depressão apresenta graus diferentes em cada paciente. Fernando Filizola atende pessoas com depressão há vários anos, em sua clínica particular, e também atua como médico no governo do Estado de Pernambuco.

Confira a entrevista abaixo:


BLOG MALUMA MARQUES - O que é a depressão?

FERNANDO FILIZOLA - A depressão é uma doença que vem sendo extremamente crescente hoje em dia, em todo o mundo. Ela vem acompanhada de vários sintomas que a caracterizam como tristeza, falta de ânimo, insônia, ausência de apetite, e quando associada à ansiedade pode causar um aumento de apetite. Geralmente é uma doença que causa repercussão no corpo inteiro.

BMM - Quais as causas da depressão?

FILIZOLA - As causas são variáveis e existe uma carga genética que causa isso tudo, mas pode decorrer também de fatores ambientais por perdas familiares, problemas enfrentados no dia a dia, aumento das problemáticas de vida.

BMM - Qual a importância do apoio familiar para ajudar o paciente?

FILIZOLA - A família é fundamental para ajudar o paciente, tem que haver o entendimento, acompanhamento no uso correto do medicamento, inclusive para a recuperação do quadro psiquiátrico.

BMM - Quanto tempo em média é realizado o tratamento de pacientes com depressão?

FILIZOLA - O tratamento é muito variado e depende do tipo da depressão, por isso cada paciente tem um tratamento específico. Geralmente o tempo mínimo é de seis meses, mas têm pacientes que com dois ou três meses de tratamento já não apresentam mais os sintomas.

BMM - A depressão tem cura?

FILIZOLA - Tem sim, hoje em dia temos uma variedade de antidepressivos que curam totalmente o quadro depressivo.  Mas isso não significa dizer que num determinado tempo da vida a depressão não possa voltar. Pois quem teve a doença tem uma predisposição e pode ter outro episódio depressivo.

BMM - Quais os cuidados as pessoas devem ter para evitar a doença?

FILIZOLA - Não permitir que os fatores ambientais, externos, prejudiquem o emocional da pessoa. Aprender a conviver com seus problemas, pois tem problemas que são insolúveis e que não dependem das pessoas resolvê-los. 

BMM - Em que a psiquiatria pode contribuir para os pacientes com depressão?

FILIZOLA - Hoje temos antidepressivos que atuam tanto na serotonina quanto na adrenalina, que são dois neurotransmissores envolvidos nos quadros depressivos. Muitas vezes quando um paciente não se dá com um remédio, temos outros para oferecer, até que ele possa se sentir bem.

BMM - Por que tantas pessoas na sociedade têm preconceito com quem tem depressão?

FILIZOLA - Isso é uma coisa que vem melhorando a cada dia. Hoje um paciente deprimido é visto realmente como um portador de doença. Depressão era uma doença vista como se só a força de vontade resolvesse. Hoje se sabe que isso ajuda, mas tem que ter um tratamento médico correto para alcançar um retorno positivo.

PERFIL


Dr. Fernando Filizola - Psiquiatra.
Fernando Antônio Silva Filizola é formado em medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco, (1980). É especialista em Psiquiatria e participa, sempre que possível, de congressos de medicina em sua área de atuação, inclusive de congressos internacionais.  Recentemente participou de dois congressos, um de psiquiatria e outro de comportamento e emoções, este último na Alemanha. É filho de Júlio César Filizola e Marina Silva Filizola. Tem dois irmãos, o psiquiatra Vicente e a biomédica Ana Maria. É casado com Márcia Filizola, tem três filhos, Patrícia, Erika e Rodrigo, e quatro netos.

Ainda este mês de outubro, Fernando Filizola vai participar de mais um congresso brasileiro de Psiquiatria que vai acontecer em São Paulo. “Estou indo para esse congresso porque é uma forma de me atualizar e compartilhar conhecimentos com outros médicos. É sempre muito gratificante. Me sinto realizado na minha profissão,” destacou Fernando Filizola.   

Dr. José Barbosa de Souza.

O advogado e escritor José Barbosa de Souza, nasceu em Orobó-PE, sendo seus pais, Joaquim Avelino de Souza e Merenciana Barbosa de Souza (falecidos).

Fez seus estudos em Gravatá, Paudalho, no antigo Seminário de Olinda (Casa de Azeredo Coutinho), no tradicional Ginásio de Limoeiro (Colégio de Pe. Nicolau Pimentel) e na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), onde bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito), em 1972.

Foi professor da Língua Portuguesa e de Direito e Legislação, por vinte anos.

Fundou em 1973, juntamente com os bacharéis Valmir Nepomuceno, Nílton de Araújo Barbosa e Fernando Eustáquio, o Escritório Barbosa de Souza Advogados Associados, em Limoeiro-PE. Anos depois, cada companheiro tomou outros destinos e foram substituídos, pelos bacharéis José Nilo Marinho Falcão e Joaquim Avelino de Souza Neto e Laércio Barbosa de Souza.

Hoje, o escritório estendeu-se a outras cidades, como Carpina, Gravatá e Surubim, no comando do Dr. Joaquim Neto e do próprio Dr. Barbosa.

O Dr. José Barbosa também é Auditor Tributário do Estado de Pernambuco (aposentado), continuando na advocacia patrocinando causas criminais e tributárias, tendo ganhado fama nas atuações no Tribunal do Júri Popular, em toda a região.

É também escritor e poeta. É na poesia que encontra seu maior deleite na literatura. Encantado pelos escritores clássicos, não deixa de admirar e cultivar a linguagem do dia a dia das pessoas do campo, das feiras livres e do povão que não recebeu o trato da purificação da nossa língua pátria, tanto é que acaba de concluir o seu novo livro, intitulado Barbosa de Souza - Dicionário de Pernambuquês, que está encontrando muita aceitação dos leitores e da crítica literária, de um modo geral.

É autor de Rimas do Meu Viver (Poemas), Registros D’Alma (Poemas) e Rosário de Prosas (Contos).

Também o Dr. Barbosa é autor do Hino de Limoeiro, terra que o adotou, há mais de sessenta anos, e que é adorada por ele. Numa das estrofes, diz o autor: “Limoeiro, terra amada/ pedaço do meu Brasil/ tu vives na minh’alma/ cheia de encantos mil.

Também escreveu linda canção para sua terra natal, em que diz: “Orobó, meu feliz paraíso/ eu te digo com todo o afeto/ que só vejo o teu solo por piso/ e o teu céu todo azul como teto”. E, no final: “permite, minha terra querida/ Orobó meu divino rincão/ eu poder no final desta vida/ ajoelhado beijar o teu chão”.

Dr. Barbosa é casado com Maria de Fátima Félix de Souza, sua ex-aluna, e, com ela, tem quatro filhos: José Barbosa de Souza Júnior (médico), Emerenciane de Souza Arêa Leão (médica), Joaquim Avelino de Souza Neto (advogado) e Laércio Barbosa de Souza, também advogado.

Possui três netas e dois netos, que diz serem seus encantos. Escreveu para Mateus, um deles: “não sei se te verei já homem feito/mas estarei alegre e satisfeito/ se tu fores o homem que quis ser / sendo eterno jardineiro do viver”. Já para Maria Eduarda, antes dela nascer, escreveu: “vais chegar através dessa beleza/ que um dia Deus mandou pra casa minha/ onde chegou e se tornou rainha/ e assim já vais nascer sendo princesa”.

Sempre foi cheio de sonho e de ideal. Não entende por que há tanta injustiça e tanta fome, em um país privilegiado pela natureza.

Não aceita o homem não haver entendido a razão para que veio ao mundo.

Para ele, deve estar aí toda a explicação dessas questões que impedem de termos um mundo melhor.

Diz que não se pode negar o progresso material, conquistado pelo homem, mas, no espiritual, no relacionamento humano, estamos engatinhando.


Enfim, é um idealista crônico e contagiante.  
EMPRESÁRIO DA CASTTINI PLANEJADOS DE CARUARU QUE HOJE É REFERÊNCIA EM DESIGN E SOFISTICAÇÃO NA REGIÃO.



Nascido em Altinho, no dia 8 de novembro de 1963, Adelmo Assunção teve a oportunidade de estudar em bons colégios graças ao empenho e dedicação de seus pais. O que foi de pontual importância para o empresário que ele tornaria a ser no futuro.

Mesmo com uma infância afetada por uma  bronquite asmática que o maltratou até os 11 anos de idade, Adelmo era um garoto estudioso e muito ativo. Mas, passado esse período, ele encontrou um “anjo” como ele mesmo a intitula, chamado  Drª Berenice, por quem até hoje ele é eternamente grato pela cura que recebeu da bronquite asmática.

Com uma nova vida, ainda morando em Altinho, em 1975, Adelmo Assunção foi estudar no Colégio Sete de Setembro, em Caruaru. Sempre apaixonado pelo Recife, desde cedo frequentava a vida da alegre “Veneza Brasileira” e também da cidade de Olinda com seu carnaval inigualável. Logo depois ele foi estudar à noite no Colégio Municipal Álvaro Lins, com a intenção de trabalhar durante o dia. 

Era desejo do seu pai que ele fosse ajudar na sua padaria em Altinho, mas o rapaz almejava algo diferente na cidade grande. Em 1979, começou a trabalhar em uma bomboniere, porém seu pai resolveu arranjar-lhe outra atividade: conversou com alguns amigos e conseguiu um emprego para Adelmo no Café Palácio em Caruaru. Iniciou seu trabalho com muita alegria, mas voltou para casa ao meio-dia, com pó de café até nos olhos. A mãe contestou sua volta e ele ficou triste, mas não voltou mais para a cafeteria. 

Posteriormente, um amigo que trabalhava na COMEG em Caruaru, o convidou para fazer um teste e a partir daí começou uma longa jornada de trabalho na empresa, desde estoquista até chegar à gerência geral, ou seja, foram 20 anos de trabalho em uma das empresas mais conhecidas da região onde ele somou anos de experiência. Em 1999, Adelmo deixou a COMEG e foi trabalhar em outras empresas, dentre elas a Hermol, onde exerceu o cargo de gerente, no período de 2004 a 2006. 

Até que em 1º de junho de 2014, decidiu montar a própria empresa, a Casttini Planejados, que completou dois anos em junho de 2016. No entanto, para chegar a esta conquista, ele teve vários convites de outras marcas. Porém prevaleceu a Casttini, graças à influência do amigo Alexandre, um representante de várias marcas que ele conhecera ainda na COMEG. Ambos passaram vários anos sem ter nenhum contato e, por um acaso, se encontraram num restaurante em Garanhuns. O reencontro foi uma grande alegria e o amigo o convenceu a deixar de ser empregado e se tornar empresário. Graças a esse incentivo, Adelmo conseguiu a concessão de uso da marca Casttini em Caruaru e região, surgindo a empresa Casttini Planejados. 

A princípio, com muita força de vontade e trabalho, Adelmo investiu na Casttini Planejados, situada na Avenida José Rodrigues de Jesus – Indianópolis – Caruaru (PE). E foi sem dúvida, a concretização de um grande sonho. Como ele já trabalhava com móveis planejados, começou a formar sua equipe. Neide Gomes foi (e continua sendo) de fundamental importância desde o início da empresa pela dedicação e eficiência nos projetos, já que tudo começou com a união e parceria entre os dois. Complementando a equipe, vieram Cayo, Concórdio, Dayane Neves e Falcão. Este último, sócio apenas por alguns meses, mas que deixou uma contribuição especial para a empresa. A fábrica dos Móveis Casttini Planejados está situada em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul; moderna, com design italiano e com tecnologia alemã. 

Adelmo se sente realizado, porque com apenas dois anos e dois meses a Casttini Planejados de Caruaru é referência na região em design e sofisticação. Para ele, o mais importante na vida é acreditar em um sonho, mas não ter medo de ir em busca de sua concretização. Com esforço, otimismo, coragem e determinação tudo é possível. “Nunca tive medo de trabalhar”, pontuou o empresário Adelmo Assunção.

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A Banda vencedora do último SuperStar da TV Globo, fará show na Feijoada Vip que comemora o aniversário de 20 anos do Jornal Terra da Gente.


Da terceira geração de músicos da família, os irmãos Armandinho do Acordeon e Pingo Barros, com 15 e 10 anos, respectivamente, fundaram o trio Fulô de Mandacaru junto com um primo há 15 anos atrás.
Eles começaram tocando no São João de Caruaru e em festas de amigos, conquistando o público forrozeiro. No ano de 2004 surgiu a grande oportunidade de subirem ao palco principal do São João de Caruaru, abrindo as festividades oficiais. Esse fato foi o divisor de águas na carreira dos Garotos Bons de Forró, pois daí em diante começaram a se apresentar em todo o Nordeste, levando a música autêntica nordestina.

Em 2005 fizeram sua primeira Turnê Internacional, na França, realizando 10 shows no período de 27 dias, onde participaram do Festival LE GRAND SOUFFLET juntamente com Renato Borguetti, Silvério Pessoa e uma gama de artistas Internacionais.

Com 15 anos de estrada, 07 CD’s e 02 DVD’s lançados, a Banda Fulô de Mandacaru passou por vários palcos e festivais importantes ao longo de sua carreira, com a mesma autenticidade, cantando de Chapéu de Couro, Lenço no Pescoço e Alpargata de Rabicho.

É sem dúvida uma referência na Cultura Popular, pois canta suas músicas e reverencia os nossos ícones nordestinos. Com uma equipe competente de 15 profissionais, leva muita alegria e energia por onde passa, sendo uma formação no palco de 08 músicos e 07 profissionais da equipe Técnica.

No ano de 2015 a banda percorreu os estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, com públicos recordes. Em Caruaru está presente há 12 anos no palco principal da festividade junina, destacando segundo a Prefeitura do Município o ano de 2013, quando a Banda Fulô de Mandacaru cantou para mais de 130.000 pessoas, público recorde daquele São João, dividindo o palco com Wesley Safadão, Petrúcio Amorim e Gabriel Diniz.

Neste ano de 2016 veio a grande consagração e sucesso nacional, com o título de Campeã do Programa SUPERSTAR (Globo), emplacando 03 sucessos (músicas) nas rádios e TV’s: “Fulô de Mandacaru Chegou”, “São João de Outrora” e “Só o mie”. Com uma média de 25 shows por mês, estão levando o novo show numa turnê pelo Brasil.

Recentemente a banda passou por uma reformulação, o músico Bruno Carvalho se desligou do grupo para tocar projetos pessoais, e em seu lugar entrou Tiago Muriê, que volta a integrar a Fulô após sua saída em 2012.

Muriê, músico caruaruense, fez parte do grupo durante sete anos. Em 2012, ele deixou a os colegas para focar em sua carreira solo. E agora, ele retorna à banda e já estará na capa do CD que será lançado pela Som Livre, neste semestre. Em paralelo, ele continua com sua carreira solo fazendo shows acústicos.

No perfil oficial da banda, foi publicado um vídeo, na noite da última segunda (18), no qual Bruno se despede do público explicando que, neste momento, passará a se dedicar a seu projeto pessoal, a Orquestra Frisson. Ao seu lado, o líder da Fulô de Mandacaru, Armandinho, garantiu aos fãs que as mudanças estão sendo feitas com muita tranquilidade: “Essa grande família só tende a crescer. Nós estamos muito tranquilos porque este é um projeto coletivo. Nós somos e sempre seremos Fulô de Mandacaru”.


Fulô de Mandacaru será uma das atrações da Feijoada Vip, que dividirá o palco com a Banda Batuk de Bamba para animar o aniversário de 20 anos do Jornal Terra da Gente no dia 21 de agosto no AngeL Recepções em Surubim (PE). A Feijoada Vip reúne em um único evento a sociedade do Agreste pernambucano com muita gente bonita, um excelente buffet e forró no pé. O evento terá início às 12h onde será servido uma variedade de drinks, bebidas, petiscos, a deliciosa feijoada e como não poderia faltar, o bolo de aniversário. Tudo isso incluso para quem adquirir ingressos ou mesas.

Tudo teve início em 1916, com a fundação da Padaria Cristal na cidade de Surubim no Estado de Pernambuco, a pequena padaria no princípio, transformou-se na maior e mais moderna fábrica de pães, massas de bolos e salgados congelados do nordeste.

A Pan Cristal oferece ao mercado consumidor mais de 250 produtos, gera mais de 400 empregos diretos, tem uma frota própria com vários caminhões frigoríficos. Possui um parque industrial com mais de 20.000 m² e seus produtos estão presentes nos estados de Pernambuco, Paraíba e Alagoas.

A indústria Pan Cristal dispõe de uma capacidade produtiva de 1.200.000 pães congelados por dia, graças ao seu moderno parque industrial e sua avançada tecnologia. Uma empresa genuinamente surubinense.

João Batista, homem de espírito empreendedor e dinâmico, tem se dedicado ao trabalho com a missão de dar continuidade a empresa Pan Cristal e expandir sempre mais. Além de empresário de sucesso, é palestrante. Sempre que tem disponibilidade ele realiza palestras em congressos e seminários.






100 anos de Pan Cristal dividido em três gerações

João Batista de Souza Neto é filho de José Hibernon Batista e Romeica Marinho Batista. Casado com Alcira Albuquerque Batista, da união nasceram três filhos: Hibernon Neto, Emanuel e Emanuella.

Iniciou os seus estudos na Escolas Reunidas São José e Escola Ana Faustina. Fez o 1º Grau no Colégio Marista Pio XII e o 2º Grau no Radier, em Recife. Mais tarde cursou Administração de Empresas pela FACAL – Limoeiro.

João Batista passou sua infância entre a Padaria e o Supermercado Cristal, de propriedade do seu pai Hibernon Batista. Mas, tudo começou com seu avô, João Batista de Souza, de quem herdou o nome. Em 1916, seu pai José Hibernon Batista deu continuidade assumindo a administração em 1951.

João Batista cresceu absorvendo os ensinamentos repassados de geração a geração. Em 1979, começou sua trajetória como empresário que valoriza suas raízes, sua cidade. Abriu quatro filiais em Surubim e uma na cidade de Tamandaré-PE, sempre buscando alternativas e soluções para esse segmento.

Surubim é o berço do Grupo, por acreditar no potencial das Panificadoras Cristal. O sonho de modernizar a Panificadora começou em 1995, todas informatizadas e passaram a oferecer serviços comparados às grandes Panificadoras da capital. “Para o industrial, é motivo de alegria colocar à disposição de Surubim e cidades vizinhas, mais uma opção de compra dotada de higiene, conforto, produtos de boa qualidade e preços competitivos que sempre foram a marca da PanCristal”, afirma o empresário João Batista.

Sempre conquistou a confiança do povo de Surubim porque tocou suas ações no princípio da honestidade e do trabalho. A PanCristal é uma das empresas que mais se destaca na cidade de Surubim, pelas qualidades dos produtos, atendimento e ambiente. Dessa forma, Surubim vem crescendo sempre, fazendo o progresso e fomentando novos empregos para um desenvolvimento que faz o orgulho de nossa gente.

Com o sucesso da PanCristal Varejo e Panificadora, o empresário João Batista começou a intensificar o seu investimento, chegando a construir um Hotel em cima do térreo da padaria aproveitando uma área de 700 metros no qual a padaria hoje é localizada, com três pavimentos. Adquiriu o antigo Hotel Municipal de Surubim que estava desativado há mais de seis anos, o ampliou e transformou em modernas suítes anexando-o ao Cristal Hotel, que hoje dispões de 34 suítes, sendo 04 flats, um salão com capacidade para 500 pessoas, restaurante para 80 lugares e futura construção de um edifício garagem para dar suporte ao estacionamento.

Falando da Fábrica de Congelados da qual a PanCristal é destaque a nível nacional, ampliou as suas distribuidoras em Recife, Caruaru e João Pessoa para dar suporte a sua nova e moderna fábrica localizada à margem da PE-90, próximo à Rádio Integração FM, na qual ampliou o quadro de funcionários, passando hoje de 120 para 250.

O Grupo Cristal hoje tem uma responsabilidade de empregos diretos de 300 funcionários, entre distribuidora e fábrica, e empregos indiretos para 1.700 com a conclusão da nova fábrica. O grupo está estendendo sua área de comercialização, graças a sua estratégia para mais três estados: Rio Grande do Norte, Sergipe e Alagoas. Assim concluirão o ciclo de comercialização com mais uma inovação dentro dos 150 itens hoje sendo fabricados, além de lançar sorvetes e sobremesas.

Esse sucesso não depende só de João batista, mas da família e dos filhos que hoje são o braço direito dele. Sua esposa é a outra parte da moeda, tudo isso faz com que produza mais, se confraternizarem mais. “Eu tenho a família como o meu grande elo para o nosso sucesso, tanto meus filhos quanto minha esposa. Não faço nada para me envaidecer, o que eu sinto é que tenho um dom. Se me der um violão, pode me dar três vezes, eu não aprendo a tocar nenhuma música e muito menos a cantar; mas se me der oportunidade, eu posso criar outras indústrias, posso transformar um negócio para que esse dê certo. É esta intuição que Deus me deu, herdei do meu pai, pois ele foi um grande empreendedor”, conta o grande empresário.

Para montar sua empresa, especializada na produção de pão cru congelado para restaurantes, hospitais e hotéis, ele viajou até a França. Foi buscar uma moderna técnica de fabricação do produto, que na ocasião, era pouco difundida no Brasil. “Estou permanentemente à procura de capacitação para meus funcionários ou de novos equipamentos para manter minha qualidade”.

A empresa PanCristal já foi manchete de vários jornais, revistas e televisão, elevando assim o nome de Surubim. Destaca-se como uma das maiores Fábricas de Pães Congelados do Brasil, em produção e variedade.

Homens como João Batista, são células mater de uma cidade, que olha em frente com uma visão altruísta e vendo as gerações surgirem, assumindo papéis e proporcionando novos métodos para o moderno atuar de forma beneficente para o povo da região e do Brasil.

E para os empreendedores ele deixa um recado: “Errar é um passo que tentou acertar; O querer, o acreditar em você já dá um impulso muito forte para seu negócio”.

1ª Geração: João Batista de Souza.
2ª Geração: José Hibernon Batista.
3ª Geração: João Batista de Souza Neto.



Ana Margareth Mata de Aguiar Brito é Assistente Social, graduada pela Universidade Federal de Pernambuco, pós graduada em famílias e intervenções psicossociais (Faculdade Esuda) e curso em especialização em direitos humanos (UFPE).

Com vocação para a profissão desde pequena, Ana Margareth entende que o desenvolvimento está chegando ao interior e precisa de gestões modernas para melhorar a vida das pessoas. Para ela, um bom profissional deve dedicar à reciclagem constante de seus conhecimentos. Com uma simplicidade, personalidade forte, muito determinada e com um enorme espírito de solidariedade, fala da satisfação que a profissão lhe proporciona.

BLOG MALUMA MARQUES - Qual o histórico, de modo geral, das famílias? Vocês acompanham a relação dos usuários com estas famílias?

ANA MARGARETH - O histórico das famílias baseia-se em tratá-las no que concerne aos direitos violados como violência doméstica, adolescentes em vulnerabilidade social, crianças e idosos negligenciados e vítimas de maus tratos, drogadição. As intervenções psicossociais baseiam-se em famílias oriundas de classes sociais desfavorecidas economicamente e não obstante, poucos casos de classe da média em geral.  Acompanhamos as relações intrafamiliares e o cerne da questão foca-se neste núcleo.

Primeiramente os casos chegam até o nosso Equipamento como forma de denúncia (seja por uma pessoa comum ou disque 100). A partir dos dados repassados para a nossa Equipe ocasionamos a solução através de cartas-convite para comparecimento e elucidação do imbróglio, acolhimento, visitas domiciliares, entrevista social e encaminhamento para outras Secretarias (Saúde e Educação). Acreditamos que o trabalho só será bem realizado se contarmos com toda a Rede de Proteção aos usuários. Destaco aqui a Total interação com o Ministério Público e o Poder Judiciário nos garantindo todo o aporte nas intervenções.

BMM - A família sendo a base de formação de um cidadão, a maior parcela de culpa é dela (por eles terem cometido delitos)?  Então, o que impulsionaram a cometerem esses delitos? É a falta de estrutura familiar? 

AM - Concordamos que haja um misto de problemáticas, pois nosso Sistema Brasileiro é carente de todas as políticas públicas: saúde, educação, moradia, saneamento básico e afins.  A Educação é a mais preocupante no bojo da questão familiar. Não há um compromisso dos entes responsáveis (óbvio que não podemos generalizar a todos) em tomar para si este propósito. A escala se configura como extensão do campo do campo de batalha intrafamiliar, cabendo ao corpo discente abraçar a causa. Percebemos neste contexto a urgência em despertar na população a consciência de seu papel na sociedade e o exercício da plena cidadania exigindo sim, do poder público seus diretos.

Portanto, os delitos que venham a ser cometidos pelas crianças, jovens e adultos têm parcelas significativas de culpabilidade entre duas instâncias.

De certo que seria uma gama de motivações a impulsioná-los a criminalidade, como citei anteriormente, a evasão escolar e a desestruturação familiar. Pessoas ociosas, ou por não frequentarem a escola enveredam sim por caminhos tortuosos, e consequentemente, num futuro próximo não estarão aptas ao mercado de trabalho. Só lhes restará o crime como recompensa: furtos, roubos, tráfico de drogas e assassinatos.

Há sim, aqueles que conseguimos resgatar da criminalidade e maus feitos orientando-os a uma vida equilibrada e sistemática. Nosso trabalho consiste principalmente em acompanhar e monitorar cada um deles com as respectivas famílias dando-lhes total suporte.

Para mim, Assistente Social, mantenho e sempre manterei a fé no Ser Humano, se não, do contrário, não estaria atuando nesta profissão espinhosa, como costumo definí-la, mas gratificante. Há dias em que nós queremos mudar o mundo radicalmente e acabar com o sofrimento das pessoas. Há também os dias a sermos atingidos por tantas notícias ruins que nos sentimos fracos e impotentes. Mas mesmo assim nosso trabalho é achar a força e a esperança dentro de nós e acreditar estarmos caminhando para um mundo melhor.

BMM - Então eles (os usuários) estão abertos a falarem como eles praticaram e o por quê?

AM - No momento da acolhida há obviamente o inesperado, o novo, o não saber no que tudo aquilo irá se transformar.

Mas, para nos familiarizarmos, no decorrer do processo os acolhemos e os vínculos de confiança vão se fortalecendo. O nosso objeto de intervenção tem abordagem metodológica tanto no falar como no agir projetando assim, uma conjunção de fatores que proporcionem a abertura ao diálogo franco e aberto, sem preconceitos.

BMM - Há algum caso que possa nos falar que a chocou muito? Então os usuários estão no CREAS para ressocializarem e entenderem que os mesmos não devem mais cometer estes crimes? 

AM - Todos me comoveram ou comovem de alguma maneira, seja os mais simples ou os mais complexos. No nosso cotidiano várias mazelas nos são apresentadas. Há dias nos quais absorvo para a minha vida pessoal os absurdos com os quais me deparo fazendo-me repensar.  O sofrimento destas pessoas fragilizadas são infinitamente maiores comparados com os nossos percalços.

Houve um caso que me chamou bastante atenção e tocou-me profundamente. Uma mãe acompanhava seu filho atendido por consumo e tráfico de drogas e nos relatou já está pagando as parcelas de um caixão numa funerária da cidade, pois sabia que o final dele estava próximo.

É gritante em nossa sociedade a falta de oportunidades para estes jovens. Difícil escutar da própria mãe tão angustiada e sofrida estas palavras.

Imagine para mim, além de profissional, mãe de um jovem de 17 anos, com a realidade completamente diferente, pois graças a Deus teve sempre acesso a escolas de qualidade, foi aprovado em duas Universidades públicas e seguirá a carreira de Engenheiro Civil. Os estudos foram e serão custeados pelo seu pai que o mantém num ótimo padrão de vida, por ter condições financeiras em proporcionar-lhe tudo isto.

Gostaria de viver num país onde todos pudessem ter as mesmas oportunidades. Pagamos impostos altíssimos e não os vemos serem revertidos em melhorias à população. A corrupção atroz corroe nossas Instituições em toda esfera pública dificultando muito os repasses das verbas.

BMM – Algo mais que gostaria de acrescentar?

AM - Quero e necessito frisar que nosso ambiente de trabalho está completamente despido de preconceitos, pois estamos receptivos a acolhê-los, servi-los, orientá-los e acima de tudo respeitá-los. Nossa missão é extenuante, perfeitos não somos, mas estaremos sempre imbuídos em atendê-los da maneira mais justa possível, a fim de proporcioná-los de volta ao convívio familiar harmônico, inserção às atividades escolares e na sociedade como um todo, sem estarem à margem de seus direitos e deveres como cidadãos.

Nossa Equipe CREAS é sólida e a cada dia procura reciclar-se e desenvolver com maestria as atividades propostas. Meus sinceros agradecimentos a todos os incansáveis colaboradores: Drª Longina Maria Cardoso Cruz (Advogada), Drª Aline Guerra (Psicóloga), Cinara Barbosa (Assistente Social) e demais estagiárias.

Nosso trabalho não seria realizado com tanto esmero sem a total vontade política do Prefeito Túlio Vieira em busca de recursos para estes fins com a transparência peculiar da sua honrosa administração. Por fim, a Secretária de Assistência Social, Srª Mércia Cristina, que não mede esforços no conjunto da obra.



Com uma trajetória que se mistura com a própria história da vaquejada, Ranieri sempre teve como marca a inovação. Ao longo de oito anos de banda e oito CDS e DVDS lançados, Ranieri revelou ao Brasil grandes shows onde mostra seu gingado, atraindo multidões. O trabalho nesse novo momento não para!

Ranieri e Banda tem rodado por diversas cidades do Brasil mostrando que já é sucesso e tem hits na ponta da língua do público. Além de eventos tradicionais e shows em grandes praças públicas, como o da Missa do Vaqueiro em Serrita. Sua música carro chefe é “Selo de Qualidade”, e já pensa no projeto para o verão, já tocou por duas vezes na ilha de Itamaracá durante o carnaval.

Consolidado como uma das melhores atrações de vaquejada, Ranieri se prepara agora para voltar aos quatro cantos do Brasil, conquistando cada dia mais fãs e mostrando que a história de sucesso construída há mais de oito anos está baseada em fazer o que o público de diversas faixas etárias gosta, levando alegria para onde vai.

Seu estilo é forró e vaquejada, Ranieri é sinônimo de alto astral e energia positiva, sendo destaque por onde passa, com reconhecimento inclusive, por premiações como “Cantor Revelação de Vaquejada”. Também recebeu uma homenagem da Câmara Municipal de Surubim, através do Presidente Fabrício Brito pela belíssima música que fez para Surubim.

Ranieri hoje é um homem realizado, vive uma vida onde gosta de estar com a família. Seus finais de semana são sempre lotados de shows, onde ele realiza fazendo uma das coisas que mais gosta na vida, que é estar no palco, em contato com seus fãs e admiradores, que são muitos em todo Brasil. Seu pai Carlos Sá o acompanha nos shows cuidando da parte de produção.

Família

Fábio Ranieri da Silva e Sá, nascido no dia 20 de junho de 1979 na cidade de Terra Nova – PE, filho de José Carlos da Silva e Sá e Maria Aparecida da Silva e Sá, tem dois irmãos Flávio e Fábia, casado com Dalila onde juntos tem dois filhos Mateus e Ana Clara.

Sua infância foi maravilhosa, seus pais sempre atenciosos, trabalhavam muito para dar uma boa educação. Estudou na escola Gumercindo Cabral e Antônio Lustosa, onde concluiu o 2º grau.

A ideia de cantar surgiu dele mesmo, pois na família não tem músico. “Foi difícil no começo como todo início de carreira, encontramos dificuldades, mas nada que nos fez abaixar a cabeça”, contou.


“Tenho 15 anos de carreira e uma nova formação, há oito anos lançamos oito CDS e sempre coloco algumas composições minhas nos CDS. Viajamos grande parte do Brasil como meu Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Ceará, Bahia, Sergipe, Piauí, Maranhão, entre outros”, destacou Ranieri.