Após anúncio de expansão institucional no início de 2026, organização confirma a fundação de Núcleos no Brasil e no exterior e já inicia agenda ativa de projetos culturais

Solenidade de fundação dos Núcleos de Portugal. Na primeira fileira, a partir da esquerda, vemos: A Presidente do Núcleo RSF Portugal - Centro, Yasmine Figueiredo; A Cônsul Geral da Angola em Lisboa, Vicência F. M. de Brito; a Presidente Mundial da Rede Sem Fronteiras, Dyandreia Portugal; a Embaixadora de Moçambique em Lisboa, Stela da G. Magalhães; e a Presidente do Núcleo Portugal - Centro, Ana Mendes.



A Rede Sem Fronteiras deu um passo decisivo na consolidação de sua nova estrutura organizacional. Após anunciar, no início deste ano, a implantação de Núcleos Regionais como parte de seu processo de descentralização, a instituição confirma agora a fundação oficial de 20 Núcleos ao longo do primeiro semestre de 2026, distribuídos por diversos estados brasileiros e países onde já mantém atuação cultural.

O que antes era projeção tornou-se realidade. As assembleias de fundação e as solenidades de homologação e posse das diretorias marcaram, de forma concreta, o início de uma nova fase da organização, mais próxima dos territórios e mais conectada com as dinâmicas culturais locais.

Cada uma dessas implantações foi conduzida com forte mobilização comunitária, reunindo não apenas membros da Rede, mas também representantes institucionais e da sociedade civil. Em diversas cidades, os eventos contaram com a presença de embaixadores, representantes políticos, jornalistas, artistas e lideranças culturais, reforçando o reconhecimento e a relevância da iniciativa nos contextos locais.

Mais do que cerimónias formais, os atos de fundação transformaram-se em espaços de encontro, articulação e afirmação cultural. Em muitos casos, já durante as solenidades, foram estabelecidas conexões entre agentes culturais, instituições e potenciais parceiros, antecipando o papel que os Núcleos passam agora a desempenhar.

A descentralização, que vinha sendo estruturada nos últimos anos, ganha, com essa etapa concluída, sua expressão prática. Os Núcleos Regionais passam a atuar como polos organizados da Rede Sem Fronteiras, com capacidade de desenvolver projetos próprios, promover eventos, fomentar parcerias e estimular a produção cultural alinhada às realidades locais, sem perder o vínculo com a identidade global da instituição.

E esse movimento já começou. Mesmo em fase inicial, diversos Núcleos recém-fundados iniciaram suas atividades com a criação de projetos culturais, encontros literários, ações comunitárias e agendas de eventos, reunindo escritores, artistas, produtores culturais e apoiadores em torno de um objetivo comum: fortalecer a cultura e criar uma rede ativa de colaboração.

Essa “rede de apoio”, conceito central da atuação da Rede Sem Fronteiras, começa, assim, a ganhar forma concreta nos territórios, aproximando pessoas, incentivando iniciativas e criando um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento cultural.

Para a organização, o resultado deste primeiro semestre representa mais do que um marco administrativo. Trata-se da materialização de um modelo que busca equilibrar autonomia local e unidade institucional, permitindo que cada Núcleo atue de forma dinâmica, mas sempre conectado a uma proposta global de intercâmbio cultural.

A segunda etapa desse processo já está prevista para o segundo semestre de 2026, quando novos Núcleos deverão ser implantados, ampliando ainda mais a presença da Rede em diferentes regiões e fortalecendo sua capilaridade internacional.

A expectativa é que o movimento iniciado pelos Núcleos fundadores inspire novas lideranças culturais a integrarem a estrutura e contribuírem para a expansão contínua da Rede.

Se, na primeira comunicação, a Rede Sem Fronteiras apresentou ao público uma mudança estrutural em curso, agora apresenta os seus resultados: uma rede mais organizada, mais presente e, sobretudo, mais ativa.

“20 Núcleos. Múltiplos territórios. Uma rede em movimento.”

Para aqueles que desejarem acompanhar mais de perto as ações da Rede Sem Fronteiras, conhecer os Núcleos já implantados ou entender melhor o processo de participação, a organização convida o público a visitar a sua página oficial no Instagram @redesemfronteiras, onde são divulgadas atividades, eventos e projetos em andamento. Interessados em integrar a Rede ou obter mais informações podem entrar em contato diretamente pelo e-mail: contato@redesemfrenteiras.org.

Núcleo RSF - AM - Brasil, Presidente Kátia Colares Ribeiro.

Núcleo RSF - BA - Brasil, Presidente Juranildes Araújo.

Núcleo RSF - CE - Brasil, Presidente Evan Bessa.

Núcleo RSF - DF - Brasil, Presidente Meire Fernandes.

Núcleo RSF - ES - Brasil, Presidente Dalila Lubiana.

Núcleo RSF - Guiné-Bissau, Presidente Arthimiza Mendonça.

Núcleo RSF - Niteroi RJ Brasil, Presidente Matilde Slaibi Conti.

Núcleo RSF - Países Baixos, Presidente Samsson Sand.

Núcleo RSF - PB - Brasil, Presidente Rosenilda Carvalho.

Núcleo RSF - RS - Brasil, Presidente Caren Schultes Borges.

Núcleo RSF - SC - Brasil. Presidente Neusa bernado Coelho.

Núcleo RSF - SP - Brasil, Presidente Kátia Galdi.

Núcleo RSF - Suiça, Presidente Aline De Bona.

Por: Dyandreia Valverde Portugal - Rede Sem Fronteiras - Jornalista, Escritora, Diretora de Assuntos Internacionais da UBE-RJ, e Presidente Mundial da Rede Sem Fronteiras, uma entidade cultural internacional sediada em Portugal, com representatividade em 30 países. 
José Nivaldo Junior.


Primeiro, as pessoas já estão sentindo os efeitos na feira e nos supermercados. Uma altinha aqui, outra a acolá, um produto que vinha em embalagem de 1kg agora vem com 800 gramas mas o preço não baixa, por aí. Dentro de casa, gás de cozinha mais caro. No posto, gasolina aumentou e qualidade deve diminuir, já foi anunciado. Assistir a novela  vai ficar mais caro, pois a conta de luz está aumentando agora em maio. As pessoas tendem a achar que o bloqueio do estreito de Hormuz não tem nada a ver com elas, mas bem que as repercussões são globais e chegam ao bolso ou à bolsa de cada um. 

Custo de vida

É um conceito antigo, não tanto  como “carestia”. Quando eu era criança, ouvia Teté, uma espécie de governanta da nossa casa em Surubim, chegar da feira reclamando da tal “carestia” para os meus pais. A vilã,  tornava insuficientes, a cada mês, os então cruzeiros que Teté levava para fazer as compras. Mais tarde, observei que a “carestia” ou o “custo de vida”, como o fenômeno passou a ser tratado, não correspondia aos índices de inflação apurados pelos governos, qualquer um. Inflação é um índice técnico, resultado de uma ponderação que inclui coisas básicas para a sobrevivência com despesas estratosféricas que só os muito ricos ou grandes empresas necessitam. Então, pra mim, como publicitário e analista, prevalece sempre a “carestia”, índice real que repercute diretamente no humor político da população.

Outra ameaça mais remota porém real

Recentemente, autoridades americanas comunicaram diretamente ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que Washington está prestes a classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras (Foreign Terrorist Organizations — FTO). O governo brasileiro resiste, mas a Câmara dos Deputados já aprovou, em 10 de abril, projeto que inclui as duas facções e mais onze cartéis latino-americanos na lista de grupos terroristas. 

Consequências 

Os efeitos são técnicos e imediatos: congelamento de ativos no sistema financeiro internacional, bloqueio de contas, rastreamento reforçado pela rede de compliance americana e, sobretudo, sanções secundárias a bancos que mantenham relações com pessoas ou empresas ligadas às facções. Não se trata apenas de “crime de favela”. PCC e CV operam com laranjas, empresas de fachada e contas em paraísos fiscais que usam terno e gravata. Quando o Office of Foreign Assets Control (Ofac) do Tesouro americano aciona a lupa, o problema deixa a periferia e chega aos gabinetes de luxo. 

Porém

O problema é aqui em baixo. Na periferia dourada na qual vive a classe média do Nordeste. Como todo mundo sabe, o crime organizado cresceu para cima e para baixo, para leste e oeste. Chegou também ao interior do Nordeste, todo mundo comenta a boca miúda, mas não assume publicamente. Está por aí, já faz parte do dia a dia, trazendo todo o know-how acumulado e tecendo relações políticas e empresariais. Não está perto, mas também não está descartado que o trágico espetáculo que por enquanto assistimos no Rio de Janeiro, se estenda a outras áreas de atuação do crime organizado. Vai depender de Trump, no memento com um desgaste monumental,  recuperar forças para impor sua política antidrogas a toda a América Latina, incluindo o Brasil. É um risco remoto, repito, mas não é impossível que no futuro nem tão longe assim, a gente se veja em meio ao fogo cruzado que costuma atingir, ferir e matar inocentes.

(Especial para O Terra da Gente).

Por: José Nivaldo Junior - Publicitário, Consultor e Seguidor de Voltaire. Diretor de O Poder. Da Academia Pernambucana de Letras.



O Psiquiatra pernambucano Dr. Fernando Filizola mantém uma trajetória de constante atualização científica e forte inserção no debate internacional sobre saúde mental. Entre os dias 11 e 14 de outubro de 2025, ele esteve em Amsterdã, na Holanda, participando do 38º Congresso do European College of Neuropsychopharmacology (ECNP), referência mundial em psicofarmacologia.

Reconhecido como o principal encontro global da área, o congresso reúne anualmente pesquisadores, médicos e especialistas para apresentar evidências científicas inéditas, discutir protocolos terapêuticos e apontar os rumos futuros do tratamento dos transtornos mentais. Ao longo de quatro dias, Dr. Filizola acompanhou debates sobre novas moléculas, resultados de estudos clínicos multicêntricos, estratégias terapêuticas personalizadas e os impactos das mudanças sociais e tecnológicas no perfil dos pacientes.

As discussões abrangeram temas centrais da prática psiquiátrica contemporânea, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, esquizofrenia e outros quadros complexos, sempre com foco em segurança, eficácia e qualidade de vida. A programação também enfatizou a necessidade de uma psiquiatria cada vez mais integrada às neurociências e sensível às transformações do mundo atual.

Além do ECNP, o médico também esteve presente no Congresso BRAIN, realizado em Porto Alegre, entre 2 e 6 de junho, ampliando sua imersão em debates de alto nível sobre neurociências, comportamento e inovação clínica.

A agenda de atualização segue intensa: em outubro de 2026, Dr. Filizola participará do Congresso Brasileiro de Psiquiatria, em São Paulo, e, em novembro de 2026, estará em Berlim, na Alemanha, para o Congresso Mundial de Psicofarmacologia (ECNP).

Essa presença constante nos principais fóruns científicos reforça o compromisso do psiquiatra com uma prática clínica baseada em evidências, aliando rigor técnico, visão atualizada e sensibilidade humana. Reconhecido por colegas e pacientes pela escuta atenta e pelo cuidado individualizado, Dr. Fernando Filizola consolida-se como uma das referências da psiquiatria em Pernambuco, contribuindo não apenas para o aprimoramento dos seus atendimentos, mas também para o fortalecimento da saúde mental no estado.

Ao acompanhar de perto os avanços que moldam o futuro da psiquiatria mundial, o médico reafirma sua missão de transformar conhecimento científico em cuidado qualificado, acessível e humano, um diferencial que marca sua atuação profissional.



A Presidente do Núcleo Distrito Federal, Professora e Escritora Meire Fenandes sendo empossada.


Na noite de 27 de março de 2026, Brasília foi cenário de um acontecimento marcante para a cultura e a integração internacional. O Parlamundi-LBV acolheu a Solenidade de Homologação e Posse da Diretoria do Núcleo Cultural Regional do Distrito Federal da Rede Sem Fronteiras, oficializando a Profa. escritora Meireluce Fernandes como presidente do Núcleo.

A cerimônia foi marcada por um clima de acolhimento, união e elevados propósitos, reafirmando a missão da Rede Sem Fronteiras Mundial, instituição sediada em Lisboa e presente em mais de 30 países. A criação do Núcleo no Distrito Federal representa um importante marco para o fortalecimento das ações culturais e acadêmicas da região, ampliando a projeção internacional e promovendo o diálogo entre povos unidos pela língua portuguesa, pela cultura e pelo sentimento de pertencimento.

A solenidade teve início com uma bela abertura cultural, protagonizada pela apresentação das Divas Poetas no Carimbó, que emocionou o público e simbolizou a diversidade, a identidade e a força da cultura brasileira.

O evento reuniu autoridades e expressivos representantes de instituições culturais do Distrito Federal, evidenciando a união de forças em prol da literatura, da arte e do conhecimento. Estiveram presentes: Dinorá Couto Cançado, presidente da AIAB – Academia Inclusiva de Autores Brasilienses; Tânia Gomes, presidente da AJEB/DF – Associação de Jornalistas e Escritoras do DF; Gacy Simas, presidente da Academia de Letras do Brasil – ALB/DF; Ismar Lemes, presidente do Celeiro Literário Brasiliense; Onã Silva, presidente da Academia Ipê – Academia Internacional de Escritores e Poetas de Enfermagem; o cineasta Gustavo Fontele Dourado, vice-presidente da Academia Taguatinguense de Letras – ATL; e Keula Rodrigues, presidente da Academia Águaslindense de Letras – ALETRAS.

Mais do que uma solenidade formal, o encontro reafirmou o compromisso coletivo com a cultura, a educação e a integração internacional, fortalecendo laços institucionais e humanos. A noite deixou a certeza de que, juntos, somos mais fortes, e que a cultura segue sendo uma poderosa ponte entre pessoas, ideias e nações.

“Muito grata pela atenção, abraços literários e sem fronteiras.”