Ronnaldo de Andrade.


Este texto é o prefácio de um  livro de SPINAS que será publicado este ano. Seu autor, o piauiense Francisco José S. Torres, é médico, escritor, autor da bela e bem documentada biografia do seu conterrâneo, o escritor, jornalista, professor e importante crítico literário Assis Brasil, que em breve será lançada no Piauí. Da mesma forma o seu novo livro de poemas “Cem SPINAS sem spins”. 

O leitor ao concluir a leitura de Cem Spinas sem Spins, emergirá  de uma travessia poética onde a superação e beleza se entrelaçam de maneira orgânica e simbólica. A metáfora da espinha — que percorre toda a obra — deixa de ser apenas um signo de sofrimento e se converte em um emblema de renascimento. O poema, nesse contexto, não se encerra: ele se expande, transformando o vivido em linguagem e o humano em permanência estética.

A forma poética Spina revela-se como um gesto de respeito à língua portuguesa, aliada à linguagem simbólica e imagética que caracteriza a poesia. 

Em suas composições, o versátil poeta Francisco José Soares Torres percorre os territórios da vulnerabilidade, da força e, de certo modo, da religiosidade, criando uma ponte entre o íntimo e o universal. 

A estrutura estrófica de oito versos, divididos em duas estrofes crescentes, do poema SPINA, permite que cada texto seja ao mesmo tempo experiência e reflexão, palavra e silêncio.

O Spina intitulado “O Agitado Mundo do Tártaro” exemplifica com vigor essa poética da resistência. A imagem do Tártaro, vinda da mitologia grega, delineia um espaço sombrio de desespero e luta. Contudo, é na beleza — naquilo que Baudelaire nomeou de “flores do mal” — que a dor encontra sua sublimação. Assim, a poesia não busca fugir da angústia, mas iluminá-la.

A linguagem do Spina é densa e simbólica. A presença de imagens concretas, como a “marmita” ou as “puríssimas flores do mal”, cria um contraste entre o cotidiano e o transcendental, sugerindo que o sublime também habita a matéria simples. Essa tensão estética convida o leitor a reconhecer a beleza que nasce da contradição. A liberdade criadora é o cerne dessa forma poética, que  à primeira vista pode parecer, para algumas pessoas, uma camisa de ferro.

O Spina em questão organiza-se em duas partes: a primeira apresenta a ideia central, e a segunda a expande, dialogando com ela e recriando sentidos. Essa estrutura bipartida reflete o próprio movimento da alma humana entre o pensamento e a emoção, a análise e a entrega.

O autor, médico de profissão e conhecedor da filosofia, imprime à sua escrita uma textura intelectual profunda. A fusão entre ciência, arte e reflexão filosófica confere aos Spinas uma densidade rara. As alusões a Hades, à liturgia e às dimensões da morte e da transcendência nos inserem, leitores, em um território simbólico de múltiplas leituras, onde a dor é elaborada como conhecimento.

No panorama da literatura brasileira contemporânea, o poema SPINA desponta como uma voz original e necessária. Sua linguagem propõe um reencontro entre o humano e o poético, entre o existir e o criar. A palavra torna-se, assim, instrumento de resistência, espaço de reinvenção consciente  e possibilidade de cura simbólica.

“Cem Spinas sem Spins” encerra-se, mas o seu gesto permanece. Cada Spina é um testemunho de coragem criadora, um convite à transformação e ao exercício constante da experimentação.

A obra reafirma que, mesmo diante do sofrimento, a poesia segue sendo o território onde a vida se regenera pela força da linguagem, dentro desse ou daquele tipo de Poema, e até mesmo em certos textos em prosa.

Assim, o Spina não é apenas uma forma poética: é uma ética e uma estética da sobrevivência (da língua e da linguagem?). É a flor que nasce entre os espinhos, o símbolo da persistência e da beleza que resistem — e que continuam a pulsar no leitor muito depois da última página.


AMERÍNDIA


Dedilha as fibrilas

Agora bem friáveis

De seus músculos.


Rompe raízes embutidas nos arbúsculos,

Não havendo aqueles encantos excitados,

Onde silvavam vários piados minúsculos.

Homo sapiens, sabidamente ser demente,

Apocalipse acende, em tons crepúsculos.



Por: Ronnaldo de Andrade - Professor, poeta, editor e organizador de seis antologias Spinas, sendo a mais recente Sementes na Ribalta (Editora Anita Garibaldi, 2025) e pela 
mesma editora publicou  Laudelina de Campos Melo: vida, militância e legado. 
E-mail: ronnaldoandrade@yahoo.com | Instagram: @ronnaldodeandradespina

Renata Barcellos (BarcellArtes).


No Brasil, segundo dados oriundos do anuário Brasileiro de Segurança Pública e relatórios de órgãos federais, uma mulher é estuprada a cada 6 ou 8 minutos, no Brasil. Cabe ressaltar que essa informação é baseada apenas nos casos oficialmente registrados. Quantos ainda não o foram? Denuncie!!!! Nunca é tarde!!! Ligue 190 (Polícia Militar), 180 (Ligue 180 / Central de Atendimento à Mulher) ou 100 (Disque Direitos Humanos). Não se cale!!!

Em maio de 2016, no Rio de Janeiro, o estupro coletivo de uma jovem de 16 anos causou horror à sociedade brasileira. A adolescente foi violentada por 30 homens e a divulgação do ato foi feita pelos próprios estupradores. Antes deste caso e até na atualidade, quantos MAIS não ocorreram? Dez anos depois, recentemente, uma de 17 anos foi violentada por 4 homens. O que está acontecendo no mundo? 

Vale ressaltar que, na crônica: Não as matem, de Lima Barreto (pré-modernista) há a denúncia do autor de que o homem se julga no poder de aniquilar a vontade da mulher. Isso foi redigido a mais de um século. A narrativa transcendeu o seu próprio tempo, porque o conteúdo da obra ainda se mantém atual, infelizmente. Ao tratar deste assunto, Barreto esteve à frente da Justiça brasileira no sentido de elucidar a razão do uso da força e da violência contra a mulher.

Assim, verificamos conforme Ezra Pound (2006,p.36):  “[...] se a literatura deu manação entra em declínio a nação se atrofia e de cai”. Isso significa que esta expressão artística é, enquanto  manifestação dos homens, uma forma de comunicação. Talvez não haja equilíbrio social. Já de acordo Antonio Candido no ensaio O direito à literatura, as literaturas, assim como o sonho (essencial para o equilíbrio psíquico individual), são uma necessidade universal e fundamental para a humanização do homem. O autor defende que o acesso a elas deve ser um direito garantido a todos, pois contribuem para a coesão social e a humanização, combatendo o caos e a desumanização. Outro texto literário que aborda o feminicídio é o conto Venha ver o pôr do sol de Lygia Fagundes Telles. Vale a pena conferir os dois!!!

Na contemporaneidade, de forma avassaladora, ações cruéis só aumentam. Quais são os fatores que levam a tais práticas? Como acabar com estes atos bárbaros? Conforme anuário Brasileiro de Segurança Pública e relatórios de órgãos federais:

Recorde de Casos: Brasil registrou mais de 83 mil casos de estupro (incluindo vulneráveis) em 2025, um número que segue em patamares elevados após recordes anteriores.

Estupro de Vulnerável: cerca de 70% a 76% dos casos registrados envolvem vítimas menores de 14 anos ou sem capacidade de consentimento.

Frequência: estima-se que ocorra um estupro a cada 6 ou 8 minutos, no Brasil, segundo dados de 2023-2025.

Dados de 2025: prévia de dados do Ministério da Justiça indicou mais de 83 mil casos, com uma média de 227 vítimas por dia.

Tendência de Aumento: em um período de 10 anos (até 2025), a quantidade de estupros aumentou expressivamente, chegando a mais de 70% de alta no acumulado.

Perfil das Vítimas e Agressores

Estupro de Vulnerável: cerca de 70% a 76% dos casos registrados são de estupro de vulnerável, que envolve vítimas menores de 14 anos ou sem capacidade de consentimento.

Idade: a maioria das vítimas é muito jovem. Dados mostram que 6 em cada 10 vítimas têm até 13 anos.

Gênero: 88,7% das vítimas são do sexo feminino.

Local e Agressor: a maior parte dos crimes ocorre dentro de casa. Cerca de 70% a 86% dos casos são praticados por conhecidos, familiares, pais ou padrastos.

Crianças/Adolescentes: de 2021 a 2023, foram registrados 164.199 casos de estupro contra crianças e adolescentes de 0 a 19 anos.

Perfil dos Agressor no Coletivo: em casos de múltiplos agressores, 27,7% dos autores são estranhos, 28,3% conhecidos, e 10,3% parentes. 

Isso ocorre mesmo havendo legislação como a Lei Maria da Penha criada pelo Estado brasileiro, Lei nº11.340, em 7 de agosto de 2006. Já, em 9 de março de 2015 começou a vigorar no ordenamento jurídico brasileiro a Lei nº13.104, no qual passou a prever no Código Penal o crime de feminicídio. Nem assim os índices reduzem. O que está havendo?

Dado o ocorrido, diversas discussões estão em pauta: a educação recebida pelos responsáveis concernente a atos que firam a dignidade feminina ou a integridade de jovens.

O que leva um adolescente a cometer estupro? Como as jovens têm sido orientadas para se defenderem? Será que vivemos em uma cultura do estupro?...

A expressão “cultura do estupro” não é nova. Entrou em uso nas ruas e nas redes sociais com os novos movimentos feministas e depois da publicidade de um estupro coletivo ocorrido em uma comunidade carioca. Ao mesmo tempo em que cresce a denúncia de uma “cultura do estupro”, estamos caminhando para uma cultura anti-estupro. Urgem aulas de Educação Sexual a fim de orientar os alunos de que não só as relações sexuais sejam praticadas sob o signo do consentimento e da liberdade, da autonomia e da dignidade de cada um (uma). Mais também de que o estupro ou qualquer ato sexual violento é inaceitável, porque revela um profundo desrespeito à autonomia feminina. Estupro é um ato violentíssimo, uma invasão ao corpo cujos efeitos são devastadores: depressão, períodos longos de silêncio, descuido com o corpo, dificuldade e pânico diante de tentativas de relações afetivas e sexuais, incompreensão, distanciamento...                                                                                                                 

De acordo com Sofia Débora Levy (psicóloga clínica, bacharel e licenciada em Psicologia e em Letras Português-Hebraico,  Professora, Consultora, Mestre em Psicologia/UFRJ, Doutora em História das Ciências, Técnicas e Epistemologia/UFRJ com Pós-Doutoramento em Memória Social/ UNIRIO.  Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia, é Representante para a Memória do Holocausto do Congresso Judaico Latino-Americano; membro do Conselho de Educação da StandWithUs-Brasil; Associada Fundadora  do Memorial às Vítimas do Holocausto/RJ; e Vice-Presidente  do Memorial Judaico de Vassouras. Autora de vários livros, como “Sobre Viver -vol. 1 e 2”, “Holocausto: vivência e retransmissão” e “Por dentro do trauma”, além de artigos e capítulos de livros publicados, profere palestras sobre Psicologia Clínica e Social, Holocausto, trauma, violência, saúde mental e relacionamentos num exercício contínuo de reflexão crítica humanística), “estupro é considerado crime hediondo pela legislação brasileira (Lei No. 8072/1990). Um crime perverso pois o corpo, o pênis, é usado como arma para ferir. Motivação do estupro: sensação de poder através do abuso do outro. No caso da jovem estuprada num apartamento em Copacabana para onde foi chamada por seu ex-namorado, quatro outros rapazes maiores de idade participaram do crime.  E, ao final , após a saída da jovem do prédio, conforme as câmeras gravaram, comemoraram com sinais de vitória. A perversão continua nesse comportamento covarde em que os agressores comemoram sem se importar por ter marcado a vida de uma jovem dessa forma”. Quem quiser saber mais sobre o corpo usado como arma, assista ao vídeo da psicóloga disponível em: https://www.youtube.com/tch?v=bn58Tf8MNpc.  

Por: Renata Barcellos (BarcellArtes) - Professora, Poetisa, Escritora e Membro Correspondente do Instituto Geográfico de Maranhão, Apresentadora do programa Pauta Nossa da Mundial News RJ.

DRª Virginia Pignot.


 Verdades e mentiras

Agora vamos fazer uma fala rápida sobre o Master, e concluir. Acompanhamos perplexos mas desconfiados à novela das acusações jornalisticas a membros do Supremo, quando o essencial da questão do Banco Master não se situava ai. Mesmo se Toffoli ou seus irmãos tiveram negócios com um ressort que venderam ha 5 anos por 21 milhões, se esta firmado em cartório e não é ilegal, que carnaval é esse? Seria para esconder os 12 bilhões ou muito mais de fraudes efetuadas pelo Banco Master e talvez com apoios políticos, na finança e de evangélicos bolsonaristas?

Lemos em uma Manchete: Dallagnol diz que Malu Mader é a craque do jogo. Ele perdeu o mandato por ter cometido ilegalidade eleitoral, e foi condenado a pagar multa por ter feito falsa acusação de chefe de organizaçao criminosa contra Lula. E Malu Mader? Malu Mader teria afirmado que o Ministro Alexandre de Moraes teve contatos telefônicos com Vorcaro (o dono do Master) no dia da sua (primeira) prisão, em novembro. Agora lemos: Analises técnicas dos dados do celular de Daniel Vorcaro (divulgados na CPMI do INSS): as mensagens do dia da prisão dele (17-11-2025) eram para Alexandre Caetano do Reis, contador ligado ligado ao careca do INSS (Antônio C. Antunes) e ao esquema de fraude.

Lava Jato Dois

Jornalistas investigativos sérios como Luis Nassif do Jornal GGN alertam: “A Lava Jato 2 já começou.” 

A maioria de direita do Congresso esta fazendo muito esforço para tentar puxar a culpa das fraudes do INSS e do Banco Master para o colo do Lula. Os ataques a ministros do Supremo e ao Procurador geral da Republica podem ser tentativas de ataque à democracia. E as organizações Globo e outros veículos panfletários parecem estar participando a estes ataques.

Por: DRª Virginia Pignot - Cronista e Psiquiatra.
É Pedopsiquiatra em Toulouse, França.
Se apaixonou por política e pelo jornalismo nos últimos anos. 
Natural de Surubim-PE.
Correspondente da França.
Pr. Geraldo Magela.


“Receberemos o bem de Deus, não receberíamos também o mal?” Essa pergunta de Jó à sua mulher é de uma lógica cortante. E a análise dela revela o coração de um homem que adora mesmo é ao Senhor. Capaz de chamar a esposa de “doida”, Jó é incapaz de deixar de confiar em Deus – mesmo em face da mais contundente dor. Recebemos o bem de Deus com todo prazer e, geralmente, sem esboçar nenhuma forma de gratidão. Parece que O Senhor faz um favor a Ele mesmo, nos cumulando de bênçãos, livramentos e prosperidade. A maioria recebe de bom grado os cafunés de Deus. Mas, balançamos os braços, viramos as costas, ficamos magoados quando o presente de Deus vem em forma de tribulações, provas, rejeição, dor, angústia, mal. Nos recusamos a receber tudo de Deus. Somente tudo que entendemos como bom e valioso. Em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Outro texto que causa enjoo nos pregadores da teologia da prosperidade. Em tudo de bom daí graças. Em tudo de bom. Quando o mal, permitido por Deus, nos alcança, muitos perdem a fé, retrocedem, murmuram, brandem os punhos para o Senhor, ficam magoadinhos com o Senhor. O crente verdadeiro aceite tudo, glorifica a Deus em tudo, e tem a convicção que Deus sabe o que é melhor para nós. Olhe direito e você verá que o mal que lhe sobreveio tem se transformado em bem, para o seu bem. São as adversidades que nos tornam mais sensíveis, humanos, misericordiosos, poupadores, íntimos do Senhor. Receba o bem de Deus com louvor. Receba o mal de Deus com sacrifício de louvor. Mas, pelo amor de Deus, o que vier de Deus, receba.


Por: Pr. Geraldo Magela.





Na coluna deste mês, trazemos uma receita que une sabor, simplicidade e aquele toque especial da culinária brasileira que conquista qualquer paladar. O destaque vai para um prato equilibrado e cheio de personalidade: Purê de Banana da Terra com Tilápia. A combinação do peixe delicadamente dourado com a cremosidade adocicada da banana da terra cria uma harmonia perfeita entre o salgado e o suave, resultando em uma experiência gastronômica surpreendente.

A tilápia, peixe muito apreciado na culinária brasileira, ganha ainda mais sabor com um tempero simples e bem equilibrado. Já o purê de banana da terra, preparado com leite de coco, traz uma textura cremosa e um aroma irresistível, que transforma o prato em uma verdadeira celebração de sabores nordestinos.

Essa é uma receita perfeita para quem deseja preparar algo especial sem complicação, ideal para um almoço em família ou até mesmo para impressionar convidados com um prato elegante e cheio de identidade.

Ingredientes

• filés de tilápia

• Sal a gosto

• Pimenta-do-reino a gosto

• Lemon pepper a gosto

• 1 fio de azeite

• 1 colher (sopa) de manteiga

• Suco de meio limão

• Coentro picado a gosto

• 2 bananas da terra médias

• 1 colher (sopa) de manteiga (para o purê)

• Sal e pimenta-do-reino para temperar o purê

• 200 ml de leite de coco

Modo de preparo

Comece temperando os filés de tilápia com sal, pimenta-do-reino e lemon pepper. Em uma panela ou frigideira, aqueça um fio de azeite e doure os filés dos dois lados até ficarem bem douradinhos. Reserve.

Na mesma panela, derreta uma colher de manteiga, esprema o suco de meio limão e finalize com o coentro picado. Esse molho simples será o toque especial que dará frescor ao prato.

Para preparar o purê, descasque as bananas da terra e corte em cubos pequenos. Em outra panela, derreta a manteiga, adicione a banana picada, tempere com sal e pimenta-do-reino e acrescente o leite de coco. Deixe cozinhar até que a banana fique bem macia.

Em seguida, amasse a banana com um garfo ou utilize um mixer até obter um purê liso e bem cremoso.

Na hora de montar o prato, coloque uma porção generosa do purê de banana da terra, disponha o filé de tilápia por cima, regue com o molho de manteiga e limão e finalize com mais coentro picado.

‘O resultado é um prato sofisticado, aromático e cheio de sabor, que mostra como ingredientes simples podem se transformar em uma refeição memorável.

Veja o vídeo da receita no canal do YouTube: https://www.youtube.com/shorts/a--Ir-y4aLk



José Vieira Passos Filho.


A Viçosa, Atenas das Alagoas, berço de proeminentes filhos, desde seu nascedouro, tem se destacado no cenário empresarial, eclesiástico, político e literário da Viçosa, de Alagoas, do Brasil. Lembrando seus ilustres filhos, obedecendo uma cronologia ascendente no tempo, pedindo vênia aos não citados, relaciono: José Francisco, o fundador da cidade; José Martins Ferreira, fundador do Engenho Boa Sorte; os irmãos Izidro e Marcizo Vasconcelos, na indústria de couros; Pedro Carnaúba, no beneficiamento de algodão; João Pedro Jatobá, no comércio. Nossos padres: Manoel Joaquim da Costa, o primeiro vigário; Padre Loureiro, Cônego Durval, Padre Cândido Machado, Padre Luiz Marinho, Padre Jatobá, Frei Leão e nosso maior expoente o Cardeal Avelar Brandão Vilela. Nossos políticos: Cel. Apolinário Rebelo Pereira Torres; Dr. João Barreto Falcão, Dr. Manoel Brandão Villela; Epaminondas e os filhos Demócrito e Ignácio Gracindo, Dr. Serzedello Maia de Barros Correia, Teotônio Brandão Vilela, o Menestrel das Alagoas; Dr. José Maria de Melo, Dr. Evilário Torres, Dr. João Teixeira de Vasconcelos, Dr. José Pimentel Santos. Nossos literatos e literatas: Alfredo Brandão, o primeiro a escrever a história de nossa Viçosa; Otávio Brandão Rego, Pedro Mota Lima, Cícero Teixeira de Vasconcelos, Prof. João Domingues Moreira, José Rebelo Torres, Dinah Padilha Sampaio, Durvalina Vasconcelos Palmeira, Dr. José Pimentel de Amorim, Dr. Teotônio Vilela Brandão, José Aloysio Brandão Vilela, Odila de Holanda Cavalcanti, Nelma Torres Padilha, Eloi Loureiro Brandão Sá, José Aragão, João Leite Neto, Prof. Pedro Teixeira de Vasconcelos. Destaque especial para o grande herói viçosense e nacional da 2ª Guerra Mundial: Dr. Othon Viegas de Barros Correia (2º tenente aviador Correia Neto) e os grandes mestres do folclore e da boemia viçosense: Osório Tavares dos Santos, mestre de reisado, criador do hino “Viçosa do nosso Brasil”; Zé do Cavaquinho, o grande boêmio.

Muito se tem falado, comentado e divulgado nosso torrão natal – a Viçosa. Poderíamos promover um movimento para lembrar seus ícones. Como viçosense que sou, nascido na Rua do Calçamento, 44, descendente da ilustre família PASSOS, que tem orgulho de pertencer ao “Bananal dos Meus Avós”, como denominou o Mons. Cícero Teixeira de Vasconcelos e do “País do Bananal”, assim chamado pelo nosso primo, o Menestrel Teotônio Vilela, sugiro aos viçosenses realizar algo para homenagear aqueles que engrandeceram nossa Viçosa.

Como não deixar de lembrar os saraus na casa da pianista Nazaré Batista; de recordar o Professor João Domingues Moreira, filólogo, mestre dos mestres da Viçosa. Lembrar ainda a Estação Ferroviária e do trem da Great Western das 7h30min; das badaladas noturnas do relógio da Clayton; do Serviço de Alto-falantes Princesa das Matas e suas “Saudações Noturnas”, escritas pelo cronista e poeta José Aragão, lidas por Romildo Monteiro; dos bailes no Clube dos Diários; do Cine Aliança do Sr. Cardoso; da turma de intelectuais que faziam ponto quase diariamente no Bar do Zé Cavaquinho; dos antigos carnavais e as disputas entre o Cara Dura e o Chaleira; do Panã, misto de carregador e engraxate; do Zé Lúcio, o Breguedé; dos pastoris de D. Áurea Torres e do Prof. Pedro Teixeira; da fubica do Queixinho; das festas de Natal e Ano Novo na Praça do Quadro; do Cine Godoy de Luiz Eduardo; das cantorias, das Cheganças e dos Reisados na casa-grande de Olegário Vilela; das memoráveis partidas de sinuca entre Zé Brandão, Manuel Accioli, João Yayá e Zé do Cavaquinho, no Hotel Comercial!    

Os viçosenses estudiosos e conhecedores da história de sua terra precisam ter como propósito lembrar o passado de nossa querida “Princesa das Matas” por meio de crônicas, exposições fotográficas, peças de teatro, promovendo ainda seminários e construído um museu na cidade que conte a história da Viçosa de outrora. 

Por: José Vieira Passos Filho - Pres. da Academia Alagoana de Cultura, Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, Sócio Efetivo da Academia Maceioense de Letras, 
Sócio Honorário do SOBRAMES (AL), Sócio Efetivo da Comissão Alagoana 
de Folclore. Presidente da ALB de Alagoas.
Arlinda Lamêgo.


Meu filho, aos dois anos, olhava  os carros que passavam na rua movimentada na janela da sala. Tanto que a primeira palavra foi “carro”. Aprendeu com isso as cores e  os tipos de carros daquela época. Também contava  quantos passavam. Quantos verdes, azuis e verdes. Quantos eram Fuscas,   Gol, Chevette, Escort. Sabia todos. 

Morávamos em um pequeno apartamento  e o playground era  lá em cima, sem muita coisa. Não era como os apartamentos  de hoje. Tinha uma  pequena piscina, um brinquedo infantil que dava  mais perigo que lazer.  Comprava caminhões de plástico e ganhava  alguns. Era o que gostava. Recebia  da avó, que morava em  Manaus , época  de zona franca, muitos brinquedos  com pilhas  e  brincava, mas  se desinteressava logo.

Assim , ele olhava os carros da janela e brincava com caminhões de plástico. Podia estragar  à vontade. Todos  muito coloridos, de cores vibrantes : amarelo, vermelho, verde bandeira, azul real.  

Ia fazer seu terceiro aniversário  e pediu um caminhão de bolo. Ou seria  um  bolo de caminhão? Ainda tinha dificuldade para falar. Por fim, entendi. Tinha que fazer  um bolo em formato de caminhão. Na época, tive muita dificuldade em fazer. Meus bolos eram fofos, desabavam ao fazer os recortes. Não havia pasta americana, como hoje .

Minha funcionária não acertava  fazer um bolo. Todos ficavam duros como pedra. Ficava solado,  não crescia, ficava pesado, denso e embatumado por dentro, compacto. Verdadeiras  tabicas, rígidos e  duros. Os meus, como já disse, eram  muito fofos e não daria sustentação. Mandei que fizesse alguns, fiquei feliz: todos ficaram duros e  solados.

Preferi fazer um caminhão com caçamba. Para dar  cor,  fiz bolos  com anilina. Cada bolo tinha uma cor. Era um bolo para cada parte do caminhão.

A caçamba foi vermelha. A cabine  foi verde, onde ficava o motorista. Recortei com uma faquinha de ponta as peças: as rodas grandes, quase gigantes, cabine, carroceria. Tudo  de bolo duro. Pensei comigo: ninguém vai comer isso. Na caçamba, coloquei brigadeiros, como se fossem pedras. Ainda assim, tinha que ter bolo. 

E agora? Perguntava-me. Beco sem saída. Consegui fazer a cabine  com pão de ló. Tinha que ter janelas, motorista. Busquei ideias na minha Enciclopédia de A a Z. Não encontrei. Desenhei  e deu certo. Coloquei um boneco  como motorista. Daqueles de plástico, que encontrei na feira. Fiz  com as mãos a roupinha dele e o chapéu. Meu filho acompanhava tudo. Tinha hora que não gostava. Gaguejava e  chorava. Eu tinha que refazer. Era mais um bolo. Como foi possível? Não sei. Nos dias de hoje,  há explicações no google e  verdadeiras artistas em pasta americana. Mãe sofre.

Arlinda Lamego - Recifense, Médica, Escritora e Poeta.


A história de Maria Lydía dos Santos Borturani é marcada pela força, pela fé e pela vontade de viver intensamente cada etapa da vida. Nascida em Itajaí, no dia 8 de maio de 1930, construiu uma trajetória inspiradora, repleta de superações, amor à família e dedicação ao conhecimento.

Casada com o saudoso Guilherme Borturani, Maria Lydía formou uma família sólida e amorosa. Teve quatro filhos: Maria Terezinha (in memoriam), Marilene, Márcio e Marcos. A família cresceu e hoje é motivo de grande orgulho, com sete netos e três bisnetos: Rafael Guilherme, Iago Henrique, Franciele, Sara Cristina, Mariele, Matheus, Lucas, Guilherme, Matias e Beatriz.

Mesmo na terceira idade, Maria Lydía nunca deixou de buscar novos caminhos. No ano 2000, aos 70 anos, com uma bengala na mão e muita determinação no coração, pisou pela primeira vez no chão da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Em apenas um ano realizou três cursos de Atualização para a Melhor Idade, frequentando as aulas às segundas-feiras no curso de Extensão Superior. O que começou como uma experiência se transformou em uma longa jornada de aprendizado: ela permaneceu estudando por oito anos. Seu nome ficou registrado nos arquivos da instituição, como símbolo de dedicação e amor pelo saber. Como ela mesma costuma dizer: “Deus tarda, mas não falha”.

No ano seguinte, em 2001, Maria Lydía foi idealizadora de um curso semelhante no Centro Universitário de Brusque (Unifebe), também voltado para a melhor idade. Sua participação ativa na vida cultural e social continuou através da escrita: por nove anos foi colaboradora do jornal A Voz de Brusque, compartilhando pensamentos, reflexões e experiências de vida com os leitores.

A vida, porém, é feita de ciclos. Em 17 de março de 2022, aos 92 anos, Maria Lydía passou a residir no Lar de Idosos do Lions Clube de Brusque, na localidade do Cedrinho, necessitando de cuidados especiais devido à artrose nos dois joelhos. Mesmo diante das mudanças, ela encara essa etapa com serenidade e gratidão.

Antes disso, morava sozinha e levava uma vida independente. Administrava seus próprios horários, fazia suas escolhas e aproveitava os pequenos prazeres da rotina. Nos fins de semana, gostava de agendar visitas ao salão de beleza, cuidar das unhas, pegar um táxi e passear observando as vitrines das lojas e boutiques da cidade.


A mudança para o lar representou um novo capítulo. Ali encontrou um ambiente diferente, mas também repleto de convivência e aprendizado. Segundo Maria Lydía, viver em comunidade é uma grande lição de simplicidade e fraternidade.

Hoje, ela considera o Lar de Idosos do Lions Clube um verdadeiro refúgio. Um lugar de paz, cercado por natureza, longe do barulho do trânsito e da agitação da cidade. Para ela, o local é como um oásis, um espaço onde se pode viver tranquilamente, sem pressa e sem vaidade.

Maria Lydía acredita que a velhice é uma conquista. Para ela, é a “idade de ouro do ser humano”, uma fase em que se colhe a sabedoria acumulada ao longo dos anos. Cada ruga no rosto, segundo suas palavras, é testemunha de uma missão cumprida e dos caminhos percorridos com amor, trabalho e dedicação à família.

Seu pensamento é claro e cheio de esperança: o saber não tem idade. Aprender, refletir e compartilhar experiências fazem parte da vida em qualquer fase.

No Lar de Idosos, ela também encontrou carinho, cuidado e respeito por parte dos profissionais e colaboradores. A convivência com os demais residentes é, para ela, uma oportunidade constante de troca de histórias, aprendizado e amizade. Maria Lydía costuma dizer que os idosos carregam uma bagagem preciosa de experiências que iluminam o caminho das gerações futuras com esperança e sabedoria.

Além disso, ela demonstra grande admiração pelo trabalho realizado pelo Lions Clube, responsável pela criação do lar inaugurado em 22 de julho de 2001. Para Maria Lydía, a instituição é fruto de um ideal grandioso do Leonismo Brusquense, um projeto construído com dedicação, solidariedade e amor ao próximo. Segundo ela, é “um pedacinho do céu que caiu aqui”.

Mesmo enfrentando algumas limitações físicas, como problemas de audição e visão, Maria Lydía mantém seu bom humor e sua alegria de viver. Com leveza e graça, costuma brincar que, embora tenha dificuldades para ouvir e enxergar, quando aparece um idoso charmoso ela consegue enxergar muito bem.

Entre suas maiores paixões está a escrita. Maria Lydía gosta de ler, escrever e registrar pensamentos e reflexões sobre a vida. Ao longo dos anos, produziu diversos textos e crônicas, expressando suas ideias, memórias e aprendizados.

A seguir, apresentamos algumas das crônicas escritas por Maria Lydía dos Santos Borturani, que revelam sua sensibilidade, sabedoria e amor pelas palavras.


ARTE DE VIVER!


Neste momento, a única coisa que existe é a minha vida e a sua vida. Aqui e agora. A felicidade é sempre decidida pelo coração. Diga assim, não mude de caminho!

Os hábitos de vida dos idosos deve ser, a vida social, o contato e o cuidado diário que recebiam dos familiares, dos vizinhos e dos demais membros da comunidade. Assim, interagir, conversar, viver em família, contribui para uma vida longa e feliz.

“Ler é uma aula” importantíssima!

Jesus prezava muito a prática da oração! Aprenda a conversar com Deus. Ele orava regularmente. Os Evangelhos relatam que Ele subia ao monte para orar sozinho. Jesus ensinava por palavras e ações. Ele tinha autoridade para tratar desse assunto. Os discípulos reconheceram isso e lhe pediram: “Senhor ensina-nos a orar”.

A oração deve ser um hábito na vida das pessoas. Devem reconhecer a presença Dele onde estiverem: em casa, no trabalho, na fila do banco... Compartilhar com Deus durante todos os dias. Ore sobre tudo. Inclua todas as necessidades, tudo o que envolve as coisas relacionadas ao seu coração; a sua vida, ao seu casamento, a sua família, a sua Igreja, ao seu trabalho ao mundo em geral. Deus está interessado em ouvir o que você tem a dizer. Então ore mais. Fique perto de Deus. Converse com ele. Deixa que ele entre em sua vida. Você pode falar com Deus que ele ouve. Ele leva você direto ao céu. Não precisa ter medo de ser ignorado. Você é alguém para Deus. Você tem acesso a ele. Quando você ora ele escuta.

As palavras que você diz não param até que alcancem o próprio trono de Deus. Ainda que você gagueje ou tropece, mesmo o que você tem a dizer não impressione ninguém, certamente impressiona a Deus, e Ele ouve. Consciente de que sua voz é importante no céu, você pode enriquecer sua vida de oração diária. Faça disso uma rotina. Comece e termine o seu dia com esse espírito de comunicação com o Deus de amor revelado em Jesus de Nazaré.

Lydia Borturani.



VISITAS


Quando recebemos visita de alunos de colégio gosto de explicar: A Beleza da Criação Divina, que circunda nosso lar de idosos.

Este é o Lar de Idosos Lions Clube de Brusque – Bairro Ledrinho. Este lar está situado em uma clareira, antes era uma mata fechada. Mas continua cercado de árvores, palmeiras, bananeiras e plantas frutíferas.

Tudo o que existe na natureza expressa ordem, beleza, exatidão e adaptação, e presupõe um planejamento inteligente, as obras das mãos de Deus. Nós idosas bem sentadas no varandão que é o “Cartão Postal” do lar, observamos as folhas das árvores dançando, ao toque do maestro vento. Elas dançando nos saúdam! As árvores mais velhas são mais bonitas, por quê? Porque venceram a idade e as tempestades.

Vamos mais longe! E as maravilhas naturais: o colorido e o perfume das flores, com orvalho nas pétalas aveludadas, os pássaros cada espécie canta sua melodia, a teia da aranha, o brilho dos astros, a organização da colmeia e o funcionamento do corpo humano. Tudo isso surgiu por mero acaso? Um relógio não poderia funcionar sem um relojoeiro.

Eu vim aprofundar meus conhecimentos, aqui também é uma escola, o valor da educação, formação do caráter da terceira idade, laços de amizade, padrões morais, espiritualidade... É um estudo.

Lydia Borturani.



DISCURSO – NATAL

TEM COMEÇO E FIM


Com saudades.

Já fomos crianças, educadas com o maior carinho.

Já fomos jovens, com interesse de conhecimento.

Nossa mocidade foi com sonhos de glórias.

Agora estamos na terceira idade, eu já estou na quarta ou quinta terceira idade.

Mas aqui não estou sozinho, tem mais. Fazer o quê?

A velhice é a coroa dos velhos.

Essa coroa traz consigo uma colheita: A colheita do que se aprendeu e viveu.

A colheita do quanto se fez e alcançou.

a colheita do quanto sofreu e suportou. 

Nós, idosos, em cada ruga temos história, em cada olhar, uma lição.

Não tenha receio se talvez um dia as rugas possam marcar o seu rosto.

Elas são belas...

São testemunhas de missão cumprida. Essas manchas que temos no rosto são sombras de sorriso, muito sorriso e pouca tristeza. Esses frisos que temos, são pequenos canais por onde passam as águas do amor e da ternura, já criamos uma família.

Portanto, não tenham vergonha das rugas. Piores são aquelas que enrugam a alma e o coração e distorcem a nossa vida. Não tenham medo de envelhecer, tenham medo, sim, de envelhecer vazio.


Lydia Borturani.


Homenagem da Academia de Letras do Brasil, através do Vice-Presidente Nacional Marcos Eugênio Welter.



Joaquim Neto - Advogado, Escritor e Palestrante.


Não há prosperidade sustentável sem mentalidade que dê suporte longevo à prosperidade.

A persistência, mentalidade persistente, a composição no longo prazo, a auto responsabilidade, o sentimento de merecimento, do avanço, a crença de que vender é um ato altruísta…tudo leva a uma mentalidade de prosperidade sustentável. E aí, com ela, se faz acontecer.

Por: Joaquim Neto - Advogado, Escritor e Palestrante.



Em um mundo cada vez mais acelerado, onde o tempo parece escorrer entre compromissos, responsabilidades e pressões diárias, o autocuidado muitas vezes fica em segundo plano. O resultado aparece no corpo: dores constantes, tensão muscular, ansiedade, insônia e desgaste emocional. É nesse cenário que o trabalho da massoterapeuta Geisiele Maria, à frente da Geisiele Maria Massoterapeuta Humanizada Clínica Estética, vem se destacando em Surubim como referência em cuidado integral e atendimento humanizado.

Mais do que oferecer massagens, Geisiele entrega acolhimento. Seu espaço foi pensado para proporcionar uma experiência completa de bem-estar, onde cada pessoa é atendida de forma individualizada, respeitando suas necessidades físicas e emocionais. Para ela, cada cliente carrega uma história, e cada atendimento é único.

A proposta da clínica é clara: tratar o corpo como um todo. Geisiele acredita que muitas dores físicas têm origem ou influência emocional, e por isso o atendimento começa com escuta atenta, empatia e compreensão.

Com formação e dedicação constante ao aperfeiçoamento profissional, ela oferece uma variedade de técnicas terapêuticas e estéticas, entre elas:

• Massagem relaxante

• Massagem terapêutica

• Drenagem linfática corporal

• Drenagem linfática facial

• Detox corporal

• Massagem para gestantes

• Reflexoterapia

Cada procedimento é aplicado com responsabilidade, conhecimento técnico e sensibilidade. Os benefícios vão desde o alívio de tensões musculares até a melhora da circulação, redução de inchaços, fortalecimento do sistema linfático e promoção do equilíbrio emocional.

O diferencial do trabalho de Geisiele está no cuidado humanizado. Em um mercado onde muitas vezes o atendimento se torna mecânico, ela faz questão de manter a essência do contato humano: olhar nos olhos, ouvir com atenção e compreender as necessidades de cada paciente.

Seu espaço se tornou um refúgio para quem busca desacelerar, respirar e se reconectar consigo mesmo. Mais do que relaxamento, as sessões proporcionam renovação de energia, autoestima e qualidade de vida.

Pacientes relatam melhora significativa no sono, redução da ansiedade e sensação de leveza após os atendimentos. Isso porque o toque terapêutico, quando feito com respeito e sensibilidade, estimula não apenas músculos e tecidos, mas também emoções.

Por trás desse trabalho dedicado existe também uma história de vocação e cuidado com o próximo. Geisiele Maria da Silva é filha de Gesilda Maria e Joel Severino, conhecido em Surubim como Mestre Joel, artista cultural e construtor dos tradicionais mamulengos gigantes, símbolos da força da cultura popular da cidade.

Mãe de Maria Isabela, seu maior amor e inspiração, Geisiele sempre teve no coração o desejo de cuidar das pessoas. Formou-se Técnica em Enfermagem e dedicou 16 anos de sua vida à área da saúde, atuando nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru e Surubim, onde desenvolveu ainda mais sua sensibilidade e compromisso com o bem-estar humano.

Com o passar do tempo, um novo chamado despertou em sua vida: a massoterapia. Movida pela vontade de aliviar dores e levar mais qualidade de vida às pessoas, Geisiele decidiu ir até São Paulo para se especializar e aprofundar seus conhecimentos na área.

Em 2025, participou de um dos maiores congressos mundiais de massoterapia, ampliando sua visão sobre técnicas e métodos que promovem saúde, equilíbrio e bem-estar. Toda essa experiência trouxe uma bagagem valiosa que hoje ela aplica com dedicação em cada atendimento.

Atualmente, a Geisiele Maria Massoterapeuta Humanizada Clínica Estética também realiza atendimentos domiciliares, levando cuidado e conforto até a casa de seus clientes através do Home Spa Day, uma experiência pensada para proporcionar relaxamento, renovação e equilíbrio físico e emocional.

Seu maior propósito é ver cada pessoa livre das dores do corpo e da alma, oferecendo um atendimento acolhedor, humanizado e com protocolos diferenciados, sempre buscando novas técnicas e conhecimentos para cuidar melhor de quem a procura.

Além disso, Geisiele também desenvolve projetos voltados para empresas, levando a massoterapia para dentro do ambiente de trabalho. A iniciativa proporciona aos funcionários momentos de pausa, relaxamento e cuidado, contribuindo para mais saúde, produtividade e qualidade de vida.

Em Surubim, o trabalho de Geisiele Maria vem conquistando reconhecimento pela seriedade, profissionalismo e resultados. Sua atuação reforça uma mensagem importante: o autocuidado não deve ser visto como luxo, mas como necessidade.

Em tempos de excesso de estímulos e cobranças constantes, reservar um momento para cuidar do próprio corpo e da própria mente é um ato de responsabilidade consigo mesmo.

Geisiele representa essa nova forma de cuidar: mais humana, mais consciente e mais conectada com o bem-estar integral. Seu trabalho mostra que o toque pode curar, que o acolhimento fortalece e que a escuta transforma.

Porque, no fim das contas, saúde não é apenas ausência de dor, mas equilíbrio. E cuidar de si é o primeiro passo para viver melhor.


Presidente da AMCLAM entrega certificado de participação na Antologia à Acadêmica Fabiane.


A Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares (AMCLAM) realizou, na noite dessa sexta-feira, 6, a cerimônia de Abertura do Ano Cultural, ocasião que também marcou o lançamento da Antologia AMCLAM & Convidados IV. O evento reuniu presidentes de sodalícios, acadêmicos, escritores convidados, familiares e apreciadores da literatura em uma noite dedicada à celebração da cultura, da arte e da produção intelectual.

O auditório da instituição recebeu um público expressivo, que acompanhou atentamente as atividades programadas, pronunciamentos institucionais, manifestações, apresentações literárias e momentos de confraternização entre os participantes. A presença de escritores e poetas que integram a coletânea contribuiu para enriquecer a programação, marcada por um Sarau com declamações, leitura de textos, reflexões e fragmentos de suas obras, proporcionando ao público uma experiência sensível e envolvente com a palavra escrita.

A noite também foi enriquecida por apresentações musicais que trouxeram ainda mais brilho ao evento. Os cantores e compositores Tutuca Viana e Josias Sobrinho apresentaram canções que dialogam com a tradição cultural maranhense, emocionando o público com suas músicas e composições marcantes, reconhecidas como importantes expressões da identidade cultural do Maranhão. Ambos receberam um reconhecimento da Academia marcando suas trajetórias na cultura brasileira.

A Antologia AMCLAM & Convidados IV reúne textos em prosa e poesia de acadêmicos e autores convidados, consolidando-se como mais uma importante iniciativa da Academia no estímulo à criação literária e na valorização das letras. A obra representa a diversidade de estilos e perspectivas dos autores participantes, oferecendo ao público um panorama plural da produção literária contemporânea vinculada à instituição.

Durante a solenidade, foi ressaltado e reconhecido o papel da AMCLAM na promoção da cultura e na preservação da memória intelectual, destacando-se o compromisso da entidade com a difusão do conhecimento, o incentivo à escrita e o fortalecimento das atividades acadêmicas e literárias.

Com a abertura do Ano Cultural, a AMCLAM inicia, oficialmente, o calendário de atividades de 2026, que deverá contar com palestras, encontros literários, eventos acadêmicos, publicações e iniciativas voltadas à valorização da cultura e das letras.

A noite foi marcada pelo espírito de celebração, pela integração entre literatura e música e pela certeza de que a arte, em suas múltiplas formas, continua sendo um poderoso instrumento de inspiração, reflexão e encontro entre as pessoas.


ASCOM/AMCLAM
Fotos: Clayton Monteles.

Por: Cel. Carlos Furtado - Escritor. Presidente da Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares (AMCLAM). Presidente da Academia de Letras dos Militares Estaduais do Brasil e do Distrito Federal (ALMEBRAS). Vice-presidente da Federação das Academias de Letras do Maranhão (FALMA).


Acadêmica Maria José (AMCLAM) declama no Sarau.

Acadêmico Carlos Furtado (presidente da AMCLAM); Acadêmico Telmo (presidente da Academia de Chapadinha); Acadêmico César Brito (presidente da FALMA); Acadêmico Antônio Guimarães (presidente da Academia Maçônica).

Acadêmico César Brito (presidente da FALMA), recebe certificado de participação da Antologia.

Acadêmico Leandro Leopoldo (Academia Brasileira de Ciências - ABRASCI) e Acadêmico Carlos Furtado (presidente da AMCLAM).

Acadêmico Luiz Gonzaga (AMCLAM) fala sobre sua crônica.

Cantor e compositor Tutuca Viana. Canta no Sarau da Amclam.

Frei André abençoa a Abertura do Sno Cultural da AMCLAM.

Presentes cantam com o cantor Josias Sobrinho.

Presidente da AMCLAM entrega certificado de participação da Antologia ao Acadêmico Castro.

Presidente da AMCLAM entrega certificado de participação na Antologia à Acadêmica Veraluce.

Presidente da AMCLAM entrega certificado de participação na Antologia ao Acadêmico Adail Bessa (Academia Quixadense) em companhia da Acadêmica Veraluce (Secretária da AMCLAM).

Um excelente público compareceu  ao evento da Amclam.




A cidade de São Bento do Sul viveu uma tarde memorável no dia 21 de fevereiro de 2026. Entre abraços, reencontros e aplausos emocionados, a professora Elizabeth Grein Welter de Lucca lançou seu primeiro livro, “Entre Sabores e Silêncios”, marcando oficialmente sua entrada no cenário literário e reafirmando a força da cultura no planalto norte catarinense.

O evento foi mais do que um simples lançamento: foi a celebração de uma história construída com dedicação, sensibilidade e amor à palavra escrita. Desde os primeiros minutos, percebia-se no ambiente uma atmosfera de alegria contagiante, uma verdadeira comunhão de sentimentos que unia família, amigos, colegas e admiradores.

Elizabeth estava ladeada por seus pais, Zoé Catarina Grein Welter e Afonso Eugênio Welter Júnior, visivelmente orgulhosos pela conquista da filha. Ao redor dela, reuniram-se irmãos que atravessaram cidades para compartilhar o momento: Marcos, de Brusque Cláudio, de Balneário Barra do Sul; Isolde, de Campo Alegre; e Doris, de Rio Negrinho.

Também estiveram presentes Sirlene, esposa do saudoso irmão Dagoberto, acompanhada da filha Keyte, vindas de Campo Alegre, presença que trouxe ainda mais significado ao encontro, unindo memória, carinho e continuidade familiar.

Um dos gestos mais emocionantes foi a viagem da irmã Letícia e do cunhado Eduardo, que vieram de Luxemburgo, na Europa, com as filhas Heloísa e Natália, especialmente para prestigiar a autora. A irmã Cristina, o cunhado Carlos e o filho Rafael, de Joinville, também reforçaram a importância da ocasião.

Da família materna, marcaram presença as irmãs de sua mãe: Solange, com a filha Bárbara, e Clarice, acompanhada da filha Larissa, do genro Givanildo e da neta Sofia, vindos de Mafra. Cada presença carregava uma história, um incentivo, um capítulo invisível que ajudou a construir o livro lançado naquela tarde.

A diretora da escola onde Elizabeth leciona, Glauci Padilha, demonstrava orgulho e emoção ao ver uma de suas professoras alcançar tamanho reconhecimento. Para a comunidade escolar, o lançamento simboliza não apenas uma conquista pessoal, mas um exemplo vivo de que o educador também é produtor de cultura, inspiração e transformação.

Durante o evento, o Dr. Marcos Eugênio Welter, Vice-Presidente Nacional da ALB, fez uso da palavra e destacou a relevância da obra como contribuição à literatura brasileira. Na véspera, ele havia ministrado a palestra “Viagem de carro ao Alasca Passando por 16 países” na Escola Básica Municipal Prefeito Henrique Schwarz, em nome da Academia de Letras do Brasil. Em sua fala, ressaltou que cada livro lançado é um ato de coragem e um presente à sociedade, pois perpetua ideias, memórias e sentimentos.

Visivelmente emocionada, Elizabeth agradeceu a presença de todos, mas reservou palavras especiais ao marido, Luiz Fernando. Ela destacou o apoio constante durante todo o processo de escrita, desde o incentivo silencioso até o cuidado diário com os filhos Laís, Bianca, Henrique e Gustavo, permitindo que o sonho literário se tornasse realidade.

Seu discurso foi marcado por sinceridade e sensibilidade, refletindo o espírito da obra que agora chega às mãos dos leitores.

“Entre Sabores e Silêncios” nasce carregado de significado. O título sugere memórias afetivas, experiências vividas e sentimentos que encontram na escrita o seu espaço de expressão. E foi exatamente isso que se viu naquela tarde: histórias compartilhadas, emoções à flor da pele e a certeza de que a literatura continua sendo um elo poderoso entre as pessoas.

Mais do que o lançamento de um livro, o dia 21 de fevereiro de 2026 representou o florescimento de uma nova autora. São Bento do Sul não apenas aplaudiu Elizabeth Grein Welter de Lucca, acolheu-a definitivamente como voz literária de sua terra.

A energia que envolveu o evento permanecerá viva na lembrança de todos que estiveram presentes. Porque algumas tardes passam. Outras, tornam-se história.

Por: Marcos Eugênio Welter -  Vice-Presidente Nacional da Academia de Letras do Brasil, Membro do Conselho Superior Internacional da Academia de Letras do Brasil.

A autora em momento especial, ladeada pela irmã Cristina, pelo pai Eugênio, pela mãe Zoé e pela irmã Letícia.

Elizabeth em registro especial, ladeada pelo pai Eugênio e pelos tios Cláudio e Marcos.


Maria Teresa Freire. 


Uma festa elegante em um local refinado faz jus ao convite sofisticado enviado para um grupo seleto. O palacete que fora, outrora, de uma família importante e abastada, passou a ser um espaço para eventos chiques. Nesse, havia políticos, homens ricos, alguns muito ricos, cuja riqueza não se formara com o suor dos seus rostos, mas com atuações ilegais cuidadosamente planejadas para que não fossem descobertas pela polícia. Portanto, o requinte era aparente, demonstrando-se nas vestimentas, nas joias das mulheres, nos carros que entravam pela alameda e deixavam seus opulentos ocupantes. Em todos os detalhes que decoravam os salões em que a festa se realizava. 

A segurança era ostensiva. Com tantos marginais presentes, ou devo dizer empresários? Enfim, eram homens e mulheres considerados importantes na sociedade. Essa ‘importância’ é bem diferente do significado original da palavra. Entretanto, com esperteza e dinheiro é possível conseguir convite para frequentar a festa. Ainda mais que esses ‘figurões’ não comparecem em qualquer festa, a oportunidade era ideal para que alguma ação, talvez, violenta, se concretizasse.   

Assim aconteceu. Uma tentativa de assassinato. Em meio a uma multidão para que o assassino não fosse facilmente descoberto e a fuga facilitada pelo tumulto que ocorreria entre as pessoas. O tiro foi evitado por uma ação rápida de um defensor. Apenas um homem obrigado a concretizar o plano de outra mente perversa e vingativa. Este sim precisava ser aprisionado. Mas foge em meio ao turbilhão e à algazarra instalada. Mas não se evade sozinho. Arrasta junto uma mulher que poderá ser seu salvo-conduto naquela empreitada ardilosa e arriscada.  

Uma ordem de prisão! Em alto e bom som! Para todos ouvirem e não somente o alegado fugitivo. Não surte efeito. Entre uma ordem e sua concretização há uma grande diferença. Foi, na realidade, essa diferença que se concretizou. Ordem desacatada. Fuga em disparada. O malfeitor some por uma das saídas do grande salão, levando a refém. Uma corrida desesperada para escapar às mãos justiceiras que o penalizariam por crimes cometidos. Todavia, a refém não será levada sem reação.

O defensor, na ânsia de salvar a mulher e prender o mandante do assassinato observa ansioso e apreensivo o salão repleto de pessoas convidadas para a festa. Na escadaria à frente, vazia, a descida foi mais rápida do que seria se estivesse fugindo do diabo. Procurou por todo o hall uma saída mais próxima. Seguiu na perseguição desenfreada, correndo desenfreado pelos gramados e jardins. À sua frente mais de uma possibilidade de caminhos para a fuga. Escolheu aquele que o levaria ao meio de transporte menos suspeito. Uma barcaça no leito do rio, aguardando o transgressor. A raiva e a ansiedade lhe aceleravam as pernas que se movimentavam em uma rapidez que nem ele acreditava alcançável. Uma corrida desabalada.

Vislumbrou o homem que puxava a mulher debatendo-se para conseguir livrar-se das mãos de ferro que a impediam de correr livremente para bem longe daquela ameaça. De longe não conseguiria acertar o tiro no homem sem perigo de atingir a refém. E ela serviria de escudo para outras tentativas de proteção por parte do bandido.  Ao se posicionar em um nível mais alto, foi possível estar quase diretamente sobre eles. E a pontaria seria mais certeira. A mulher, percebendo sua posição, ataca seu agressor e raptor, fazendo-o desequilibrar e afastar-se um pouco dela, permitindo que o tiro que o alcançou lhe fosse fatal. 

Trêmulos, a mulher e o homem se abraçam O defensor cumprira seu papel, salvara a mulher que ansiosamente aguardara que adentrasse ao salão. 

Em um piscar de olhos viu-a em perigo de perder sua vida nas mãos de um homem sem escrúpulos. A raiva lhe toldou a mente e a única preocupação era salvar a quem amava. Todavia, essa mesma raiva instigou-o a reagir rapidamente. Sua reação destemida livrou a mulher daquela ameaça terrível. O pavor chegara ao final.   

Por: Maria Teresa Freire - Jornalista, Escritora, Poeta, Presidente da AJEB – Coordenadoria do Paraná.Presidente da ALB - Paraná.

 CLUBE PORTUGUÊS DE NITERÓI 




Em 1 de fevereiro, foi realizada a missa em ação de graças pelos 66 anos do Clube Português de Niterói. A fundação  do Clube aconteceu em, 2 de fevereiro de 1966.  O evento foi realizado na sede do clube. O Sr  presidente do clube, Dr Fernando Guedes, lembrou  a importância dos predecessores, e agradeceu a todos pela presença. Após o ato ecumênico, um brinde com vinho do Porto, muitos  registros fotográficos, e coquetel de confraternização, realizado  no requintado salão Eça de Queiroz.







ANIVERSÁRIO 




Em  12 de fevereiro, a AAFBB, do Centro, comemorou os  36 anos do Chá dos Poetas; músicas, declamação de poesias, homenagem ao carnaval, com marchinhas, muita animação, e o famoso chá, servido por garçons gentis e atenciosos, muitos registros fotográficos, e o parabéns animado, ao som do violão  de Antônio Moreira...o  bolo? Uma delícia!






ANO NOVO CHINÊS 





Em  25 de fevereiro de 2026, foi realizado  o espetáculo em homenagem ao Ano Novo Chinês no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Presentes  autoridades civis,  militares, embaixadores, amigos e fãs. Destaque para a Orquestra do Forte de Copacabana. Excelente espetáculo! Agradecemos ao jornalista Davi Antunes, e parabenizamos a todos, artistas, organizadores, e público, aos artistas pelo brilhante espetáculo, aos organizadores, pela impecável logística, ao público por  interagir com elegância e entusiasmo.






SOLENIDADE POSSE




Em 4 de março de 2026, foi realizada na sala Pedro Calmon, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro-IHGB, no Rio de Janeiro, a solenidade de posse da Academia Carioca de Letras, para o biênio 2026/2027. Em seu discurso, Segio Fonta, emocionado, agradeceu a todos que  colaboraram  durante sua gestão, lembrando as conquistas que juntos realizaram.  Adriano Espínola, ao assumir a presidência da renomada Academia, falou dos preparativos para as festividades comemorativas do centenário da Acadêmia, preparativos que estarão a cargo do acadêmico Sergio Fonta. A solenidade foi abrilhantada pelo trio musical sob a batuta do acadêmico Leonardo Santana, que contagiou a todos com seu repertório alegre.  Muitos registros fotográficos e um requintado coquetel servido por garçons gentis, no terraço do IHGB.








PEN CLUBE DO BRASIL 




Em  2 de março de 2026, na  sede do Pen Clube do Brasil, no Rio de Janeiro, aconteceu solenidade de posse da nova diretoria do Pen Clube do Brasil, período 2026/2029. 

Parabéns ao presidente, Dr. Carlos Leal, a incansável vice-presidente, Dra Eliana Calisto e a todos, que de mãos dadas buscam novas diretrizes para o engrandecimento da valorosa instituição.





Por: Nina Fernandes - Jornalista e Escritora.