AMBIENTALISTAS X ESCOLA DE SARGENTOS, ESSE CONFRONTO NOS DIZ RESPEITO?

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Após publicarmos alguns textos, defendendo a construção da Escola de Sargentos do Exército, de acordo com a versão atual, a turma da ecologia caiu de pau.  Lamentando que ainda estejamos perfilando a “posição obscurantista” de defender uma obra que, deliram os militantes, vai devastar o que resta da Mata Atlântica. Alguém cobrou, publicamente: quais os argumentos para fundamentar a sua posição? Outros, nas redes sociais, partiram para insultos pessoais. 

O leitor pode pensar: “E eu com isso?”. O tema interessa a todos os pernambucanos. Não apenas aos moradores de São Lourenço, Camaragibe, Abreu e Lima, Araçoiaba, Carpina, Igarassu, Nazaré da Mata, Olinda, Paudalho, Paulista, Tracunhaém e Aliança.  Outros municípios da região, interligados a essa área metropolitana também serão diretamente beneficiados.  Afinal, o projeto prevê 12 mil empregos diretos e 18 mil indiretos.

Vamos, pois, aos argumentos.

Legado ambiental

Desde a concepção, a Escola de Sargentos do Exército expressa o compromisso de oferecer um legado ambiental. Diferentes aspectos, desde a escolha da área onde serão construídas as instalações, passando por práticas inovadoras relacionadas à compensação ambiental e à própria estrutura arquitetônica, denotam os ganhos ambientais que acompanham a sua implantação. Lembrando que a instalação da escola será em área preservada de mata atlântica, no atual Campo de Instrução General Newton Cavalcanti.

Compensa

Não trata-se de uma área original da mata atlântica. É uma área que foi desmatada e a própria natureza replantio. O que não tira sua importância, mas o que facilita, muito, a reposição do que vai ser sacrificado. As árvores sacrificadas serão replantado mais adiante, simples assim. Não há perda da floresta. Aliás, curiosidade, nenhum ambientalista plantou uma muda sequer no total das 200 mil árvores da área a ser desmatada. Dessa vez, com replantio planejado e protegido.

Agora 

Vamos avançar com argumentos que os ecologistas não contestam, apenas insistem na repetição de um discurso parcial e não fundamentado.  

A proposta de compensação ambiental proporcionará um incremento em importantes serviços ecossistêmicos, como a melhoria dos processos hídricos que alimentam a represa Botafogo. Além de não reconhecer, dizem o contrário.  E mais, a criação de corredores ecológicos, permitirá a conectividade de fragmentos florestais, favorecendo a biodiversidade local. Nenhum crítico ao projeto fala nisso. 

Discussão exaustiva

Em paralelo à preocupação ambiental, já longamente discutida com órgãos estaduais e municiais - os municípios da região e de áreas conexas terão uma ampliação na oferta de trabalho da ordem de 12.000 empregos diretos e 18.000 indiretos. A Escola de Sargentos do Exército será um dos maiores centros de formação de sargentos do mundo.

Muitos ganhos

Além das instalações militares, a Escola traz para a região infraestrutura: ampliação e melhorias de vias de acesso, saneamento, energia elétrica, construção de imóveis residenciais, hospital escolar, parques e áreas desportivas, entre outras. Somente a folha de pagamento injetará cerca de 200 milhões de reais por ano na economia local.

A escola

Significa novas oportunidades, valorização do estado de Pernambuco, respeito à preservação ambiental e muito mais. Significa que Pernambuco está profundamente inserido no ciclo de desenvolvimento sustentável nacional. O governo federal está implantando um novo campus do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, no Ceará; um novo Parque Tecnológico Aeroespacial, na Bahia; e um Instituto Militar de Engenharia, no Amazonas. A Escola de Sargentos do Exército, em Pernambuco, amplia a oferta de oportunidades no eixo Norte/Nordeste.

O resto

É radicalismo ambientalista, daquele tipo que, ao invés de buscar alternativas viáveis, trava o progresso.




Por: José Nivaldo Junior - Publicitário, Consultor e Seguidor de Voltaire. Diretor de O Poder. Da Academia Pernambucana de Letras.




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