2º Encontro Regional do Agreste Setentrional reúne profissionais, empresários e especialistas para debater judicialização, inteligência artificial, atendimento a pessoas com TEA, legislação trabalhista e reforma tributária



Surubim será palco, no próximo dia 19 de agosto, de um dos principais encontros voltados ao fortalecimento e à discussão do setor de saúde privada no Agreste pernambucano. O Sindicato dos Hospitais Privados de Pernambuco (Sindhospe) realiza o 2º Encontro Regional do Agreste Setentrional – Subsede Surubim, reunindo empresários, gestores, profissionais da saúde, advogados, especialistas e representantes de instituições que atuam direta ou indiretamente no segmento.

O evento será realizado das 9h às 18h, no Hotel Reserve, localizado na Rua Senador Paulo Pessoa Guerra, nº 247, no bairro Santo Antônio, em Surubim. A programação foi cuidadosamente elaborada para abordar temas que fazem parte da realidade diária dos estabelecimentos de saúde e que vêm provocando profundas transformações no setor.

Entre os assuntos de maior destaque está a judicialização da saúde, um fenômeno que vem ganhando espaço no debate nacional e que representa um desafio crescente para hospitais, clínicas, profissionais, gestores e para o próprio Poder Judiciário.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam um crescimento expressivo das demandas judiciais relacionadas à saúde. Entre 2020 e 2024, o número de novos processos envolvendo a área cresceu 92% no país, evidenciando a necessidade de buscar mecanismos que permitam solucionar conflitos de maneira mais rápida, equilibrada e eficiente.

É justamente dentro dessa realidade que a mediação e a conciliação ganham importância. O tema será apresentado durante o Painel Jurídico pelo Dr. Garibaldi Cavalcanti Gomes da Silva, 2º Promotor de Justiça de Surubim, responsável pela defesa da Cidadania e da Saúde. A palestra também abordará o papel do Judiciário e a atuação do CEJUSC – Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania.

A proposta é proporcionar aos participantes uma visão mais ampla sobre os caminhos disponíveis para a resolução de conflitos na área da saúde, aproximando instituições, profissionais e o sistema de Justiça e estimulando soluções consensuais sempre que possível.

Para o presidente do Sindhospe, médico George Trigueiro, levar discussões de âmbito estadual e nacional para as diferentes regiões de Pernambuco é fundamental para compreender as particularidades e necessidades de cada localidade.

“Pernambuco tem o segundo maior polo médico do Brasil e isso muito se deve ao pioneirismo secular da capital e também à ousadia do interior do estado na área hospitalar, que cresce ano a ano”, afirma o presidente.

A realização do encontro em Surubim também reforça o papel estratégico que o Agreste Setentrional vem conquistando na área da saúde. A região possui uma rede formada por hospitais, clínicas, laboratórios e outros estabelecimentos que atendem a milhares de pessoas e movimentam uma cadeia de profissionais e empresas especializadas.

Além da judicialização, o encontro colocará em pauta outros assuntos que estão diretamente relacionados ao futuro dos estabelecimentos de saúde. Entre eles está a utilização da Inteligência Artificial (IA), que vem modificando processos administrativos, atendimento ao público, organização de informações e rotinas relacionadas ao prontuário.

A palestra “IA para Estabelecimentos de Saúde: da Recepção ao Prontuário” será ministrada pela professora Thalyta Robertta Ramos Carmo, do SENAC, apresentando possibilidades de utilização da tecnologia em diferentes etapas da rotina de uma instituição de saúde.

Outro tema de grande relevância será o atendimento neurodiverso e a necessidade de adaptação dos espaços destinados às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A palestra “Atendimento Neurodiverso: Por que a Especialização de Espaços para TEA é um Diferencial Estratégico?” será conduzida por Jader Fraga Vieira, da TOTVS.

A discussão acompanha uma demanda cada vez maior por ambientes de saúde mais acolhedores, acessíveis e preparados para atender diferentes necessidades, contribuindo para uma experiência mais adequada para pacientes, familiares e profissionais.

A programação também reserva espaço para questões trabalhistas, previdenciárias, tributárias e financeiras, temas fundamentais para a sustentabilidade das empresas do setor.

A advogada do Sindhospe, Dra. Solange Bezerra, abordará o tema “Direito do Trabalho, Segurança e Previdência: Proteção e Estratégias para o Empregador”. Na sequência, o advogado do Sindhospe, Dr. Guilherme Tavares, apresentará uma atualização sobre a legislação trabalhista, levando aos participantes informações importantes para a gestão das relações de trabalho nos estabelecimentos de saúde.

Outro ponto de atenção será a gestão financeira. Os especialistas Allan Ramgund e Gisele Fernandes, da Essencial Saúde, apresentarão o tema “Ciclo da Receita: Conhecendo Toda a Cadeia do Faturamento em Saúde”, destacando as diferentes etapas que envolvem o faturamento e a gestão da receita dentro de uma instituição.

Também estará em debate a repercussão da Reforma Tributária nos estabelecimentos de saúde. O assunto será apresentado pelo professor Flávio Cesário, da FCB Contábil, que discutirá os possíveis impactos das mudanças tributárias sobre as empresas do segmento.

Uma rede regional que fortalece a saúde no interior

Com o nome de Subsede Dr. Alcides Ferreira Lima, a Delegacia Regional do Sindhospe no Agreste Setentrional possui uma área de atuação que contempla 19 municípios: Bom Jardim, Casinhas, Cumaru, Frei Miguelinho, Feira Nova, João Alfredo, Limoeiro, Machados, Orobó, Passira, Salgadinho, Santa Cruz do Capibaribe, São Vicente Férrer, Santa Maria do Cambucá, Surubim, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertentes e Vertentes do Lério.

A estrutura regional faz parte de uma rede formada por seis delegacias do Sindhospe distribuídas pelas principais regiões de Pernambuco. Além de Surubim, o sindicato mantém representações em Goiana, na Zona da Mata Norte; Petrolina e Serra Talhada, no Sertão; e Caruaru e Garanhuns, no Agreste.

Com sede no Recife, o Sindhospe reúne mais de 200 associados e representa mais de 4.000 unidades de saúde em Pernambuco, atuando na defesa dos interesses do setor e na promoção de iniciativas voltadas ao desenvolvimento e ao aprimoramento da saúde privada no Estado.

Nesse cenário, o encontro de Surubim representa não apenas uma oportunidade de atualização profissional, mas também um espaço de integração e construção de diálogo entre diferentes segmentos que fazem parte da cadeia da saúde.

Ao reunir representantes do setor, especialistas e autoridades, o evento contribui para aproximar o interior das grandes discussões que envolvem a saúde privada brasileira, permitindo que os desafios regionais sejam colocados em pauta e que novas perspectivas sejam apresentadas aos gestores e profissionais.

Mais do que um encontro técnico, a iniciativa reforça a importância da união do setor diante de um cenário marcado por mudanças tecnológicas, jurídicas, trabalhistas, tributárias e sociais. Para as instituições de saúde, acompanhar essas transformações tornou-se essencial para garantir uma gestão cada vez mais eficiente, preparada e alinhada às necessidades dos pacientes e da sociedade.

As inscrições e a programação completa estão disponíveis no site do Sindhospe. As vagas são limitadas.


SERVIÇO


Evento: 2º Encontro Regional do Agreste Setentrional – Subsede Surubim
Data: 19 de agosto de 2026
Horário: Das 9h às 18h
Local: Hotel Reserve – Rua Senador Paulo Pessoa Guerra, nº 247, Santo Antônio, Surubim (PE)
Informações: Agência Esfera – (81) 99145-4014 (Rafael Souza)
Inscrições: www.sindhospe.org.br


PROGRAMAÇÃO


09h00 – Abertura

09h30 – Painel Jurídico
Papel do Judiciário, CEJUSC (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania), mediação e conciliação.
Palestrante: Dr. Garibaldi Cavalcanti Gomes da Silva – 2º Promotor de Justiça de Surubim, responsável pela defesa da Cidadania e da Saúde.

Direito do Trabalho, Segurança e Previdência: Proteção e Estratégias para o Empregador
Palestrante: Dra. Solange Bezerra – Advogada do Sindhospe.

Atualização em Legislação Trabalhista
Palestrante: Dr. Guilherme Tavares – Advogado do Sindhospe.

11h50 – Momento Anfitrião – UNIHC | ULTRAMED

14h30 – IA para Estabelecimentos de Saúde: da Recepção ao Prontuário
Palestrante: Prof.ª Thalyta Robertta Ramos Carmo – SENAC.

15h15 – Atendimento Neurodiverso: Por que a Especialização de Espaços para TEA é um Diferencial Estratégico?
Palestrante: Jader Fraga Vieira – TOTVS.

16h00 – Momento Anfitrião – SRAB Advogados

16h10 – Ciclo da Receita: Conhecendo Toda a Cadeia do Faturamento em Saúde
Palestrantes: Allan Ramgund e Gisele Fernandes – Essencial Saúde.

16h55 – Repercussão da Reforma Tributária nos Estabelecimentos de Saúde
Palestrante: Prof. Flávio Cesário – FCB Contábil.

17h35 – Encerramento e Happy Hour



Vilma Matos.


Pedagoga, psicopedagoga, Bacharel em direito, capacitada em saúde mental, conciliadora e mediadora judicial. Títulos: Awardee in Social Services Category - Milestone Global Awards in paris/France 2026; Dr. Honoris causas de ciências da saúde pela WCU-World Christian University (Florida EUA), em 2025; Comendadora da Ordem Heróis da Saúde – Dr. Nabuco de Gouvêa (condecoração aprovada pelo Poder Legislativo Distrital, Decreto de nº 2.521/24; Troféu Orion Star Leadership (Mulher Empreendedora), Roma/Itália; Req 45/2023 Cmulher – Moção de Aplausos e Reconhecimento pela autoria da obra “PROJETPO CONCILIAR, Uma Causa Que Virou Livro”, pelo trabalho e resolução de conflitos na justiça brasileira. Atuação: Terapeuta, Palestrante Global e Editora da MAGAZINE By Vilma Matos.

1 Como surgiu seu interesse pelas letras?

Vilma Matos: Diante das dificuldades de aprendizagem da minha filha, decidi estudar pedagogia para ajudá-la e foi na aula de ética que criei o meu primeiro poema, intitulado ÉTICA PEDAGÓGICA, na época, estava sendo divulgado um grande evento sobre o tema. Daí, entregaram-me um folheto com a título: “O princípio da ética”, eu completei: se dá/ Quando temos diante de nós um cidadão/ Com o princípio da pedagogia/ Chegaremos à conclusão... E assim, veio-me a inspiração poética.

2 Qual a contribuição do conhecimento da área jurídica para o universo literário? 

Vilma Matos: São tantas que se for falar aqui, dá mais de uma lauda, falando de mim, foi quando notei grandes melhorias na minha retórica, especialmente ao lidar com questões controversas e a hermenêutica me fez ver como é importante a arte da interpretação. Os textos, sendo mais poéticos e menos rebuscados, usando uma linguagem simples e de fácil compreensão para ambas as literaturas. Hoje, meus textos dialogam com leitores tanto da área literária quanto da jurídica.

3 Papel das Literaturas na formação do cidadão: 

Vilma Matos: É fundamental. Ela é informativa, perpetua a história de forma realista, garantindo que a história não seja modificada. Aproxima os povos, aumenta a conscientização, desenvolve o intelecto e, especialmente, humaniza, impactando na vida pessoal, familiar e social do Ser Espiritual na sua forma humana!

4 Qual a linha de trabalho da revista Magazine?

Vilma Matos: Multidisciplinaridade, tendo foco em perfis, crônicas de vida, poesia, eventos e histórias de superações. Trata-se de um registro memorialista e biográfico. O formato documental da publicação se destaca por construir uma verdadeira rede de conexões, pois cruza a vivência pessoal e profissional da autora, conectando-a com a trajetória de líderes, artistas e profissionais em todo o mundo, destacando-se pela resistência, cultura, literatura e impacto social. Atua como um documentário impresso e digital. Além disso, foi considerada por @eumanoelferre_ que a Magazine by Vilma Matos” é mais do que apenas moda, cultura e beleza; é um espaço dedicado ao empoderamento e à saúde mental.

5 Mensagem ao leitor:

Vilma Matos: Caro leitor, durante esta caminhada encontrei espinhos e pedras de todos os tamanhos, diante dos obstáculos, escutava uma voz que dizia: “Prossiga, prossiga você não pode parar, nem voltar, use a sua fé, coragem, esperança e, utilize todo o seu amor e o caminha se abrirá. Então, acredite em si e em Deus, todos têm a capacidade de solucionar seus próprios conflitos. Ame-se para poder amar os outros. Na matemática do amor, dividir é o mesmo que multiplicar!

Por: Renata Barcellos (Barcell Artes) - Professora, Poetisa, Escritora e Membro Correspondente do Instituto Geográfico de Maranhão, Apresentadora do programa Pauta Nossa da Mundial News RJ.

 

DRª Virginia Pignot.

Da anotação manuscrita e perdida da queixa-crime à informatização e compartilhamento de dados

O Secretario Nacional de Segurança Publica, Francisco Lucas Costa Veloso explica que o Plano de Segurança Publica lançado pelo governo Lula “Brasil contra o crime organizado”, contou com um debate produtivo entre Conselhos de Segurança, Policia Militar, Policia Civil, Academia, Policia cientifica, para se chegar a um entendimento, visando melhorar a eficiência da repressão no combate ao crime. A edição da lei anti-facção também integra o dispositivo. Ele da um exemplo do modo de funcionamento do recolhimento da queixa-crime que esteve em vigor, e que dificultava ou impedia o combate ao crime. A pessoa que tinha o telefone roubado, por exemplo, ia à delegacia prestar queixa, esta era anotada em uma ficha, que era colocada no mural destinado ao recolhimento de queixas, e ficava muitas vezes sem tratamento do caso, sem chegar às mãos de peritos que intervêm no inquérito. A queixa agora pode ser prestada por boletim eletrônico.

Do crime “da esquina” ao crime organizado

A novidade é o rastreamento e a constituição de um banco de dados, a nível estadual e nacional, diz Francisco Veloso. De 2020 para cá mais de 5 milhões de celulares foram roubados, mas 2,5 milhões destes celulares são rastreáveis pelo e-mail, podendo assim serem localizados, mesmo se ultrapassaram a fronteira do estado, desde que a queixa seja integrada ao conjunto informatizado de dados, e que estes sejam compartilhados com as policias de outros estados. Este é um dos eixos do trabalho que esta sendo realizado.  Para o combate ao crime organizado, a proposta pretende atingir o financiamento, a fonte de renda da organização criminosa. O dinheiro alimenta toda a cadeia do crime. Compra da droga, compra de postos de gasolina para fazer utilização ilícita dele, compra de armas, construçao civil sem respeito às regras de segurança exigidas, paga o criminoso da comunidade, compra agentes públicos que se deixam corromper, paga a cobertura do chefão em bairro nobre. 

Base Nacional do boletim de ocorrência

Com a criação de uma base nacional do boletim de ocorrência, com a integração de dados, um foragido que cometeu feminicídio e tem mandato de prisao no Rio de Janeiro, por exemplo, mas que mora no Amapá vai poder ser detido. 

Mais de 55 milhões de habitantes já têm a carteira nacional de identidade, o Brasil é altamente digitalizado, dados já existem. O Brasil já tem um contingente de 500.000 policiais civis, militares. Esta força precisa ser qualificada através da integração e do cruzamento de dados,  pois o crime se vale da fragmentação do estado brasileiro.

Historia

Ao sair da ditadura, o Brasil tinha muito militar nas secretarias de Segurança Publica. A Constituinte de 1988 diminuiu a interferência do exército na Segurança Publica, cada estado ficou cuidando do seu quintal. As vezes a Policia civil não interage com a policia Militar. Agora com o avanço tecnológico o crime ultrapassou as fronteiras e as divisas. A União vai coordenadar a integração entre os estados, com dados da policia civil, Policia Federal, Banco Central, Receita Federal, COAF...além da cooperação  entre Nações.

Banco de Dados

“O Brasil tem um nível de bancarização elevado, a maior parte do dinheiro em circulação é rastreável. A gente esta criando um data lake, um banco de dados, com os dados nacionais de mandato de prisão, por exemplo. Ai a gente vê um foragido que tem mandato de prisão morando em outro estado, onde não tem mandato de prisão, onde não é procurado,” diz Francisco Veloso. O cruzamento de dados vai permitir operações com mais inteligência na ponta. 

Vamos concluir com a fala do presidente Lula no lançamento do programa: “Estamos construindo um planejamento para devolver o território ao povo brasileiro. Não podemos admitir que áreas do pais estejam sob o controle do crime”.

Por: DRª Virginia Pignot - Cronista e Psiquiatra.
É Pedopsiquiatra em Toulouse, França.
Se apaixonou por política e pelo jornalismo nos últimos anos. 
Natural de Surubim-PE.
Malude Maciel.


Nos meus tempos de solteira, na casa dos meus pais, o assunto sobre futebol era constante pois, meu pai apreciava muito essa modalidade esportiva, chegando a ser, por vários anos, presidente da Liga Desportiva Caruaruense, a LDC e, torcia pelo glorioso time Patativa do Agreste, o Central Esporte Clube, como todos nós.

Os períodos de Copa do Mundo sempre foram muito participativos e vibrantes durante toda a minha vida, reunindo a família e amigos e torcendo fielmente pelo nosso amado Brasil, o país do futebol por natureza, tendo conquistado cinco vezes o Campeonato Mundial com galhardia.

Vejo essa competição futebolística como salutar torneio entre os países, onde cada um tem a chance de mostrar seu jogo e sair vitorioso honradamente. Prefiro acreditar que tudo é feito com lisura constituindo uma maneira de unir os povos no bom sentido de que: Vença o melhor. E o patriotismo é fundamental para os verdadeiros torcedores, que vibram em cada partida, exaltando sua Bandeira e suas cores. O objetivo é ampliar e desenvolver o futebol mundial, além de interagir de várias maneiras entre os participantes.

A parte mais emocionante é a execução dos respectivos Hinos no início das partidas e na entrega dos troféus e, como se sabe o Brasil tem o Hino Nacional mais lindo do mundo, com  letra de: Joaquim Osório Duque Estrada e música de: Francisco Manoel da Silva. Esse ano, inclusive, conquistou reconhecimento internacional, ficando em primeiro lugar competindo com outros de quarenta e oito seleções dessa Copa do Mundo em 2026, com destaque para a emoção da melodia, a força da letra e a marcante introdução instrumental, admirado entre todas as Nações. O Hino brasileiro foi eleito o mais bonito pelo NY Times. Eu já sabia... É um privilégio!

Acompanhei desde 1958 e acho interessante recordar as músicas que foram produzidas e cantadas, marcando individualmente cada Copa. Em 1958 foi: A taça do mundo é nossa. Em 1962: Frevo do Bi. Em 1970: Pra Frente, Brasil. Em 1974: Cem Milhões de Corações. Em 1978: Corrente 78. Em 1982: Povo Feliz. Em 1990: Papa Essa, Brasil. Em 1994: Coração Verde Amarelo. Em 2002: Festa. Em 2014: País do Futebol. Em 2018: Mostra Tua Força, Brasil. Em 2022: Faz Mais, Brasil. E agora, em 2026: Brasil com S.

Desnecessário mencionar todos os nossos jogadores destaques ao longo dos anos, porém alguns nomes são eternamente lembrados na sua genialidade de craques, principalmente Pelé que recebeu a alcunha de Rei do Futebol, com todos os méritos.

Duas grandes instituições fazem as normas e regem todos os acontecimentos do grandioso evento entre nós, com as siglas: FIFA- Féderation Internacional de Football Association (Federação Internacional e Futebol Associado) e a CBF – Confederação Brasileira de Futebol, nacional, com sede no Rio de Janeiro, entidade máxima que rege o esporte no país, organizando campeonatos e administrando as Seleções Brasileiras, tanto masculina como feminina, que é vice-campeã mundial. A FIFA organiza tanto futebol como futsal e futebol de areia e tem sua sede em Zurique, na Suíça, e seu atual presidente é o suíço italiano: Gianni Infantino.

Temos visto pela televisão, alguns dos nossos ex-atletas (Roberto Carlos, Kaká, Cafú, Bebeto, Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho, Romário, Tafarel, etc.) sempre famosos pelos seus desempenhos exitosos, comparecendo, dando força e apoio aos novos. Um gesto fraterno de mostrar unidade e companheirismo que deve ser outro ponto a ser desenvolvido num certame dessa categoria.

Nos jogos que já aconteceram, temos visto o Brasil lutando e lembrando do que é torcer com esperança, amor e vontade de ver seu país cada vez mais soberano diante das confederações estrangeiras. Vale muito a pena essa união, esse desejo de vencer, sendo interessante que essa coesão não seja apenas no campo futebolístico, mas também no geral.

A Seleção Brasileira já foi cinco vezes campeã do mundo: em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, esperando este ano completar o hexa mas, uma pergunta não quer calar: Qual foi a melhor seleção brasileira?

É lógico que o momento político de eleições presidenciais no Brasil, em outubro próximo, tem uma dimensão sem igual para todos os brasileiros, que inclusive terão a chance de marcar seu gol, com seu voto nas urnas, porém, se tivermos o título de hexa-campeões mundiais nessa Copa, estaremos bem mais felizes.

De uma forma ou de outra, precisamos a todo momento, almejar nosso melhor porque somos uma Nação abençoada por Deus e bonita por natureza.

Eis as Copas Mundiais e seus respectivos vencedores: 1930-Uruguai; 1934-Itália; 1938-Itália; 1950-Uruguai; 1954-Alemanha; 1958-Brasil; 1962-Brasil; 1966-Inglaterra; 1970-Brasil; 1974-Alemanha; 1978-Argentina; 1982-Itália; 1986-Argentina; 1990-Alemanha; 1994-Brasil; 1998-França; 2002-Brasil; 2006-Itália; 2010-Espanha; 2014-Alemanha; 2018-França; 2022-Argentina. 2026-?

Por: Malude Maciel - Jornalista, Escritora e Membro da ACACCIL 
Cadeira 15 – Profa. Sinhazinha.

 ABRAMES



315ª reunião mensal da Academia Brasileira de Médicos Escritores-ABRAMES, tendo como presidente a Drª Fátima Darcinete, e vice-presidente Juçara Valverde. O evento aconteceu em 29 de maio de 2026, no Salão Júlio Sanderson da CREMERJ. Palestra do Prof. Leão Zagury, lançamento do livro “Eu venho lá do sertão”, do Prof. Dr. Marcelo Queiroga, paraibano, que exerceu o cargo de Ministro da Saúde. O evento contou com a presença do presidente da CREMERJ, Prof. Antônio Rodrigues Braga Neto. Apresentação de poemas dedicados às mães. Foto oficial para registro, na sequência o tradicional coquetel de confraternização, em homenagem aos aniversariantes do mês.






DI CAVALCANTI



Em 3 de junho de 2026, a Academia Carioca de Letras, presidida pelo Prof. Adriano Espínola recebeu em sua sede,  o renomado jornalista Marcelo Bortoloti, que ministrou com recurso de datashow, a palestra  “As artes plásticas nos 1920 e 30: o caso de Di Cavalcanti”, despertando a curiosidade dos presentes sobre,  Emiliano Di Cavalcanti,  um dos maiores, e mais importantes artistas plásticos do Brasil. Excelente palestra.

Vida Longa a Academia Carioca de Letras.






MOÇÕES




Alguns registros da cerimônia de entrega de Moções de Aplausos, oferecida pelo vereador, Prof. Felipe Guarany, do município  de São Gonçalo a personalidades. Evento capitaneado pelo Comodoro Francisco Gondar, realizado em 8 de junho, na Sala dos Capitães da Marinha Mercante.





ABLAP




Alguns registros da reunião da Academia Brasileira de Letras e Artes pela Paz (ABLAP), presidida por Suely Saad. Na abertura, foi cantada a primeira estrofe do Hino Nacional Brasileiro. Na sequência, foram tratados assuntos pendentes e esclarecidas dúvidas, em um clima harmonioso e fraterno.

No encerramento, a presidente solicitou a todos que orassem pela paz. Em seguida, foi rezado o Pai-Nosso e, após, servido o lanche acadêmico.





CONDECORAÇŌES





No dia 27 de junho de 2026, a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA) realizou, no Espaço Cultural Higino, em Teresópolis, uma cerimônia marcada pelo reconhecimento, pela valorização da cultura, das artes e das ciências. Entre as autoridades presentes e homenageadas destacaram-se o professor Jorge Nascimento Ferradeira, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Teresópolis (IHGT), e Jocelin Marry Viana da Silva, presidente do Elos Clube de Niterói.

Fundada em 2011 por Dom Alexandre Rurikovich Carvalho, a FEBACLA tem como missão promover a cultura, a literatura e as ciências em todo o território nacional. Sob a presidência de seu fundador, a instituição vem ampliando seu quadro acadêmico e valorizando escritores, artistas e agentes culturais comprometidos com a difusão do conhecimento, por meio da outorga de comendas, medalhas e certificados. O evento transcorreu em um ambiente de acolhimento fraternal, refletindo a cordialidade do presidente, da diretoria e dos acadêmicos presentes.







ARTILHEIROS DA CULTURA



Em 25 de junho de 2026, o Centro de Literatura do Forte de Copacabana realizou sua reunião mensal no Auditório Santa Bárbara, com a participação da Dr.ª Thaiana Galvão, que proferiu uma cativante palestra sobre Cora Coralina. Houve também um pocket show do projeto Teatro no Forte e a outorga de Medalhas de Honra e Mérito a Mulheres Brasileiras, dentro das comemorações pelos 20 anos do Centro de Literatura.

Na sequência, foram apresentados os poemas do Concurso Literário. Mara Joaquim e Antonio Pereira, idealizadores e coordenadores do projeto, conduziram a reunião com maestria, que se encerrou com um requintado coquetel.






Por: Nina Fernandes - Jornalista e Escritora.
Pr. Geraldo Magela.


Ao longo dos anos, pregando o Evangelho, ensinando, aconselhando e convivendo com milhares de pessoas, percebi que algumas verdades nunca envelhecem. São princípios simples, mas capazes de transformar uma vida inteira.

Talvez estes conselhos também sirvam para você.

1. Cuide da sua própria vida.

Muita gente vai querer decidir por você, dar opiniões e até controlar seus caminhos. Ouça conselhos, mas lembre-se: quem viverá as consequências das escolhas será você. Assuma a responsabilidade pela sua própria história.

2. Seja corajoso.

Todos nós enfrentaremos gigantes. O medo é natural, mas não pode ser o comandante da nossa vida. Quem confia em Deus descobre forças que nem imaginava possuir.

3. Nunca perca a humildade.

Conheci pessoas muito talentosas que fracassaram por causa do orgulho. Também vi homens e mulheres simples chegarem muito longe porque permaneceram humildes. A humildade abre portas que a arrogância fecha.

4. Entregue sua vida ao Senhor Jesus Cristo.

Este é, sem dúvida, o melhor conselho que já recebi e o mais importante que posso oferecer. Dinheiro, sucesso e reconhecimento passam. Cristo permanece. Quem anda com Ele encontra perdão, esperança, direção e vida eterna.

5. Estude, trabalhe e persevere.

Deus honra o esforço. Não aceite a mediocridade nem se conforme com a miséria. Prepare-se, aprenda, trabalhe com honestidade e faça sempre o seu melhor.

6. Escolha bem suas companhias.

As pessoas com quem convivemos moldam nossos pensamentos, nossos hábitos e nosso futuro. Afaste-se de quem destrói sonhos e aproxime-se de gente que inspira fé, caráter e esperança.

7. Faça o bem.

Vivemos num mundo onde muitos escolhem o caminho da maldade. Faça diferente. Seja uma bênção na vida das pessoas. Olhe para Jesus Cristo e siga o Seu exemplo de amor, misericórdia e compaixão.

8. Valorize sua família.

Construa um lar saudável. Pense muito antes de casar e pense muito mais antes de desistir do casamento. Toda família enfrenta tempestades, mas vale a pena lutar por quem amamos.

9. Sorria mais.

A vida já é difícil demais para ser vivida de cara fechada. O bom humor cura feridas, aproxima pessoas e torna a caminhada mais leve. Sorrir não é pecado; muitas vezes, é um ato de gratidão a Deus.

10. Aprenda a esperar.

Vivemos na geração da pressa, mas Deus continua trabalhando no tempo certo. Há bênçãos que amadurecem, livramentos que chegam na hora exata e milagres que só acontecem quando aprendemos a confiar. Não desista. O seu dia também chegará.

Depois de tantos anos de caminhada, continuo acreditando que uma vida feliz não é construída apenas com grandes conquistas, mas com grandes princípios. E, acima de todos eles, permanece esta certeza: vale a pena viver com Deus, fazer o bem, amar as pessoas e nunca perder a esperança.

Por: Pr. Geraldo Magela.


Em meio ao ritmo acelerado das cidades, onde o barulho dos automóveis e a pressa das pessoas costumam dominar o cenário urbano, existe um som capaz de interromper o tempo. Bastam os primeiros acordes de um saxofone para que olhares se voltem, sorrisos surjam e memórias sejam despertadas. É assim que acontece sempre que Manassés Moura começa a tocar.

Conhecido carinhosamente como o “Sax de Ouro de Bezerros”, o músico pernambucano transformou o instrumento em uma extensão da própria alma. Mais do que executar melodias, ele emociona, aproxima pessoas e cria experiências que permanecem na lembrança de quem o escuta. Sua música atravessa gerações e conquista públicos dos mais variados perfis, tornando-o um dos artistas independentes mais admirados por onde passa.

Natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, Manassés construiu uma trajetória marcada pela perseverança, pelo talento e pelo amor incondicional à música. São mais de 46 anos de carreira, durante os quais fez das ruas seu primeiro palco, das praças seu grande auditório e do contato direto com o público sua maior escola.

Enquanto muitos artistas aguardam oportunidades, Manassés decidiu criá-las. Levou seu saxofone para onde existissem pessoas dispostas a ouvir boa música. Tocou em calçadas, feiras, praças, centros comerciais e eventos populares, conquistando admiradores pela sensibilidade de suas interpretações e pela simplicidade com que sempre tratou o público. Cada apresentação tornou-se uma oportunidade de mostrar que a arte não precisa de grandes estruturas para emocionar.

Com o passar dos anos, o reconhecimento veio naturalmente. O artista que começou encantando quem passava pelas ruas passou a ser contratado para apresentações em casamentos, aniversários, eventos corporativos, recepções, hotéis, restaurantes, solenidades e celebrações especiais em diversas cidades e estados brasileiros. Em qualquer ambiente, seu saxofone imprime elegância, emoção e um toque de sofisticação que transforma cada momento em uma experiência inesquecível.

Seu repertório é uma verdadeira viagem pela música brasileira e internacional. Passeia com naturalidade pela MPB, pelo autêntico forró nordestino, pelo brega romântico, por clássicos internacionais e pelas canções que marcaram época nas vozes de grandes intérpretes. Entre elas, ocupam lugar especial as obras eternizadas por Nelson Gonçalves e Roberto Carlos, artistas que sempre influenciaram sua formação musical.

Na música instrumental, Manassés desenvolveu uma identidade própria. Seu estilo une técnica refinada, sensibilidade e interpretação, fazendo com que o saxofone praticamente “cante”. Não é raro ver pessoas se emocionando durante suas apresentações, registrando os momentos em vídeos ou simplesmente fechando os olhos para apreciar cada nota.

Ao longo da carreira, sua produção artística também ganhou forma em estúdio. Manassés lançou 14 discos, consolidando um acervo que retrata diferentes fases de sua caminhada musical. Seu trabalho mais recente presta homenagem aos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, reunindo dezoito faixas que marcaram gerações, entre elas Detalhes, Eu Sou Terrível e Além do Horizonte. O álbum reafirma sua admiração pelo Rei e demonstra sua capacidade de reinterpretar grandes clássicos sem perder sua personalidade artística.

A qualidade de seu trabalho abriu portas importantes. Em 2022, emocionou o Brasil ao participar do Programa do Ratinho, no SBT, interpretando a inesquecível Naquela Mesa, canção que arrancou aplausos e reconhecimento nacional. Também realizou apresentação especial no Teatro Municipal de Indaiatuba, em São Paulo, durante evento voltado ao público da terceira idade, participou da tradicional Feira Noturna Pôr do Sol, em Marília (SP), em parceria com o Frango Chic, e gravou seu primeiro DVD em Serra Negra, distrito de Bezerros, ocasião que ganhou um depoimento especial do inesquecível compositor Onildo Almeida, autor do clássico Feira de Caruaru, uma das maiores referências da música nordestina.

Sua história também é enriquecida pelo privilégio de ter dividido momentos musicais com nomes que marcaram a cultura brasileira. Ao longo da carreira, Manassés teve a oportunidade de tocar ao lado de artistas consagrados como Nelson Gonçalves, Aguidêncio Ramos, Reginaldo Rossi e Waldick Soriano, além de realizar apresentações na tradicional Casa da Cultura do Recife e participar de diversos programas de televisão.

Entretanto, o verdadeiro valor de sua trajetória não pode ser medido apenas pelos palcos que ocupou ou pelos artistas que conheceu. Sua maior conquista foi nunca desistir.

Como acontece com tantos artistas brasileiros, Manassés enfrentou dificuldades, limitações e a ausência de incentivos. Em muitos momentos, precisou confiar apenas no próprio talento, na persistência e na fé para continuar levando sua música adiante. Nunca permitiu que as barreiras diminuíssem seu sonho. Pelo contrário: transformou cada desafio em combustível para seguir tocando.

Essa determinação fez com que conquistasse o carinho do público em diversas regiões do país. Em cidades como Surubim, por exemplo, tornou-se figura conhecida e admirada. Quem passa pelo centro da cidade e encontra o músico tocando percebe rapidamente que sua apresentação vai muito além de uma execução musical. Ela desperta lembranças, aproxima famílias, emociona casais, faz crianças sorrirem e cria uma atmosfera de leveza em meio à rotina.

Para muitos, Manassés representa aquilo que existe de mais genuíno na arte popular: o artista que não depende dos holofotes para brilhar. Seu palco pode ser uma praça, uma avenida ou um grande teatro; sua missão permanece exatamente a mesma, tocar o coração das pessoas.

Seu saxofone tornou-se símbolo de resistência cultural, de dedicação e de amor à música. Cada nota executada carrega décadas de estudo, experiências, encontros e histórias vividas ao longo de uma carreira construída com honestidade e respeito ao público.

Hoje, Manassés Moura não é apenas um músico. É um embaixador da cultura pernambucana, um representante de Bezerros e um exemplo de que talento, trabalho e perseverança podem romper fronteiras. Sua arte continua ecoando por onde passa, levando emoção, esperança e beleza a milhares de pessoas.

Enquanto houver alguém disposto a parar por alguns minutos para ouvir um saxofone tocar, haverá espaço para artistas como Manassés Moura. Porque sua música não apenas encanta os ouvidos, ela conversa com a memória, desperta sentimentos e reafirma que a cultura popular continua viva nas mãos daqueles que fazem da arte uma verdadeira missão de vida.




José Vieira Passos Filho.


Era uma sexta-feira. Estávamos uns vinte, reunidos no largo, em frente à igrejinha do nosso País do Bananal, povoado histórico, reduto da família Passos, da Viçosa das Alagoas. Noitinha. Conversávamos assuntos campestres. As mulheres falavam sobre religião, crochê, as peripécias dos netos que brincavam na praça.

O cruzeiro em frente ao largo da igreja é o ponto de encontro da família, uma tradição que vem dos nossos antepassados, há mais de 150 anos. Ali, ouvi de meus pais, tios e avós a história de minha família, história transmitida também para eles pelos mais idosos. 

A noite estava fria, era meados de agosto. A turma foi se dispersando. Foram jogar canastra ou assistir as novelas. As crianças continuaram na algazarra; andavam de bicicleta e corriam pelo arruado. Ficamos somente eu e Gutemberg. Olhávamos a criançada, bebericávamos nossa cerveja gelada e contemplávamos a lua que, linda, dominava todo firmamento. Um espetáculo.

Hora de dormir para as crianças. Recolheram-se todas. Uma brisa vinda do nascente soprava com suavidade provocando em nossas faces aquele frio gostoso. Já era quase meia-noite, eu e Gutemberg teimávamos em ficar ali proseando. Estávamos vivendo no Bananal uma noite especial. Noite de lua cheia e de estrelas brilhando. Conversávamos pouco porque não podíamos deixar de admirar o céu iluminado e salpicado de estrelas. Aquele momento único de conversa com lua cheia! A claridade nos envolvia. Era um instante mágico! 

Fui em casa apanhar mais uma cerveja. Quando retornei deparei-me com uma cena que me deixou emocionado: Leandra, minha prima, e Gutemberg, seu esposo, estavam abraçados, chorando. Leandra disse: - “Vim ver vocês e encontrei meu amor chorando. Chorei também”.  Leandra enxugou as lágrimas, beijou o esposo e voltou para dentro de casa. Sentei-me e fiquei ali até que meu companheiro de copo falou: - “Celso, estava chorando de alegria, por ter conquistado uma mulher maravilhosa que é Leandra; por ter tido a alegria de criar mais um filho, Hugo; pelos meus outros dois filhos terem aceitado meu segundo casamento; por fazer parte desta família maravilhosa do Bananal; por estar vencendo na vida profissional e por estar aqui hoje, no Bananal, nesta noite maravilhosa. Sinto-me a pessoa mais bem recompensada do universo”. Ajoelhou-se nos degraus do Cruzeiro, baixou a cabeça e começou a rezar baixinho. Minha emoção também era grande. Silenciei, fiquei esperando que ele terminasse a oração. Quando concluiu, ainda com lágrimas escorrendo pela face deu-me um longo abraço. 

Continuamos sentados no Cruzeiro. Estávamos deslumbrados com o cenário: a lua já do lado do poente; o vento ainda mais frio, mas não tão frio que nos fizesse recolher; a igrejinha imponente dominando o lugar; o silêncio da noite. Toda essa harmonia da natureza nos fez conversar sobre nosso cotidiano, o futuro do Bananal, de nossos filhos, da família. Quantos planos traçamos! Éramos os donos do mundo e como donos do mundo fomos dormir. 

Por: José Vieira Passos Filho - Pres. da Academia Alagoana de Cultura, Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, Sócio Efetivo da Academia Maceioense de Letras, 
Sócio Honorário do SOBRAMES (AL), Sócio Efetivo da Comissão Alagoana 
de Folclore. Presidente da ALB de Alagoas.


O cenário internacional da cultura e da literatura foi marcado por um momento de grande relevância no dia 28 de abril de 2026. No Hotel Internacional, em Tirana, capital da Albânia, aconteceu a solenidade de entrega da Medalha de Ouro de Vergina, uma distinção de elevado significado histórico e cultural, concedida à Professora Magna Aspásia Fontenelle, em reconhecimento à sua expressiva trajetória dedicada à educação, à literatura, às artes e à valorização do conhecimento.

A homenageada, fundadora e presidenta da Academia de Letras do Brasil – Seccional Uberaba da Ordem de Platão, da Akademia Alternativa Pegasiane-Brasil e Embaixadora da Academia de Letras do Brasil-Global da Ordem de Platão, recebeu a honraria como reconhecimento por sua atuação em defesa da cultura, da formação intelectual e da aproximação entre povos por meio da palavra, da ciência e da educação.

A Medalha de Ouro de Vergina foi concedida pela Organização Cultural Internacional Café das Ideias, sediada em Salamina, na Grécia, instituição liderada pelo escritor, diretor e ator grego Sr. Dinos Koubatis, em colaboração com a Akademia Alternativa Pegasiane-Albânia, presidida pelo escritor albanês Prof. Dr. Kristaq F. Shabani, que esteve representado na solenidade pela artista plástica Flutura Maçi.

A honraria possui uma forte representação simbólica, inspirada em Vergina, antiga capital do Reino da Macedônia, reconhecida mundialmente por seu patrimônio histórico e arqueológico. O nome da medalha remete a valores como sabedoria, legado, virtude, conhecimento e respeito à contribuição daqueles que dedicam suas vidas ao desenvolvimento cultural e humano.

Para a Professora Magna Aspásia Fontenelle, receber essa distinção representa não apenas uma celebração de sua caminhada, mas também a renovação de um compromisso permanente com os ideais que norteiam sua atuação.

“A entrega de uma medalha que homenageia Vergina, antiga capital da Macedônia e símbolo de legado histórico, sabedoria e virtude, é um reconhecimento que reforça meu compromisso com a Educação, a Cultura, a Literatura e a promoção dos valores humanos.”

A professora destacou ainda que dedica essa conquista a todos que acreditam no poder transformador do conhecimento:

“Dedico esta distinção a todos aqueles que acreditam na educação, na ciência e na cultura como instrumentos de transformação social, paz e aproximação entre os povos. Aceito esta medalha não somente como um reconhecimento da minha trajetória, mas também como um compromisso renovado de continuar promovendo o conhecimento, a cooperação internacional e os mais altos valores da humanidade.”

A solenidade em Tirana reafirma a importância do intercâmbio cultural entre Brasil, Grécia e Albânia, fortalecendo os laços entre instituições literárias e intelectuais de diferentes nações. A conquista da Medalha de Ouro de Vergina representa mais uma página de destaque na trajetória da Professora Magna Aspásia Fontenelle, cujo trabalho tem contribuído para a valorização da literatura, da educação e da cultura como caminhos essenciais para o crescimento da sociedade.

Com essa homenagem, seu nome passa a integrar uma importante rede internacional de personalidades reconhecidas por sua dedicação ao conhecimento, à preservação dos valores culturais e à construção de pontes entre os povos através da arte, da palavra e da educação.





Joaquim Neto.


Pernambuco possui um dos 4 centros do país em centro de tecnologia da informação.

Aqui está o porto digital.

Ainda, também temos um porto físico, o Porto de Suape.

Temos, montadora de carro, polo farmacêutico, polo do “jeans” cultura forte, representação política pujante nacional.

Pecuária forte, produção manufatureira significativa, possibilidade de exportação alta (estamos mais próximo da Europa e Estados Unidos da América)…

Ainda, sol e vento para energias renováveis…

Bem, DÁ PARA FAZER ACONTECER…só depende de nós…

Por: Joaquim Neto - Advogado, Escritor e Palestrante.
Arlinda Lamêgo.


Há diferenças entre as festas juninas entre Brasil e  Portugal. Lá, as festas são mais religiosas e arraiais menores. Não há quadrilha no estilo brasileiro, nem roupas caipiras. A comida típica gira em torno de sardinha, caldo verde, broa, vinho, decoração com manjericos e quadras rimada, música popular portuguesa. 

Encontram-se festas juninas brasileiras em Portugal pela  comunidade brasileira, igrejas evangélicas e católica. Não há o mesmo clima “rural” que o Brasil incorporou . Acontecem em Lisboa, Porto e Braga,  com quadrilha, milho, canjica, paçoca e forró. 

As festas juninas em Portugal são mais antigas e diferentes das brasileiras. Portugal celebra três festas principais, ligadas a santos específicos e tradições locai,  a festa de São João  no  Porto, a mais famosa e celebração de rua. Acontece na noite de 23 para 24 de junho. Martelos de plástico para bater na cabeça das pessoas (é carinho, não agressão). Alhos-porós usados como “cheiro” da sorte. Sardinhas assadas por toda parte. Balões de ar quente (os tradicionais balões de São João). Fogos de artifício sobre o rio Douro. Música popular e muita dança. É uma festa parecida com o São João nordestino, com símbolos portugueses.

A festa de Santo António é uma festa mais urbana, ligada à identidade de Lisboa. É celebrada em 12 e 13 de junho. Casamentos de Santo António  com casais sorteados pela prefeitura. Marchas populares nos bairros tradicionais  acontecem em Alfama, Mouraria, Graça. 

A festa de São Pedro acontece  em várias cidades. Menos famosa, mas muito tradicional em cidades como Sintra, Évora, Montijo e Póvoa de Varzim. São procissões religiosas, arraiais com comida típica, música popular e danças tradicionais, sardinhas, claro, sempre presentes

No Brasil, as festas juninas são celebrações culturais vibrantes de tradições centenárias. A economia movimenta turismo, hotelaria, gastronomia e comércio local de região para região com  suas próprias de  músicas, comidas, danças,  costumes, roupas, estilo das festas e símbolos culturais. Cada região tem seu “jeito” de fazer a homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro. 

A Região Nordeste é o  coração do São João no Brasil. São megaeventos com forró, arrasta-pé, xaxado,  trios de sanfona, figurinos, competições. Há  fogueiras gigantes, quadrilhas profissionais, vilas cenográficas. As comidas típicas são canjica, pamonha, mungunzá, milho assado, bolo de milho, vilas cenográficas. Campina Grande, na Paraíba  (PB) e Caruaru, em Pernambuco  (PE), disputam o título de maior São João do mundo. São   33 dias de programação, shows de grandes artistas.  No Maranhão, o Bumba Meu Boi é  patrimônio cultural com influências indígenas, africanas e europeias. 

No Sudeste, são comuns  as quermesses comunitárias, comidas de milho. Em São Paulo, a grande população  nordestina traz  a  tradição  na  capital e regiões do Estado. Paróquias e escolas apresentam música ao vivo, comidas típicas, desde quermesses a festivais temáticos, quadrilhas, aulas de forró, feira nordestina e shows de artistas. As crianças se vestem  de matutos , com roupas típicas, camisas xadrez e chapéus de palha. A sociedade abarca a tradição nordestina sem ter traços dessa tradição . É destaque a festa do Milho de Bauru (SP) cm toneladas de milho e até sorvete. O Centro de Tradições Nordestinas (CTN) é a  melhor opção para viver um São João “raiz” com shows, quadrilhas e comidas típicas.

A região Norte  mistura o folclore amazônico, lendas indígenas, boi-bumbá, regadas com tacacá, maniçoba, vatapá paraense. O colorido é destaque no Festival de Parintins,  espetáculo dos bois Caprichoso e Garantido. Quadrilhas com ritmos amazônicos criam uma estética única. 

No Centro-Oeste, Pantanal e fronteiras, Corumbá (MS) há   religiosidade forte,, festas ribeirinhas, escolas, igrejas, bairros. Sem quadrilha e forró,   a música tem  influência pantaneira e fronteiriça. A influência paraguaia se apresenta  com música sertaneja e modas de viola, embalam as quadrilhas em ritmos como chamamé, cururu, viola de cocho. polca paraguaia, forró, polca paraguaia, cururu, viola de cocho. Comidas comuns são o arroz com pequi, pratos pantaneiros de milho (pamonha, curau, bolo, vinho quente, quentão). São símbolos a  pescaria, correio elegante, bingo ritmo com mistura pantaneira  As comidas são  arroz com pequi, pratos pantaneiros. São símbolos o  sotaque sertanejo e fronteiriço. É destaque o banho de São João,  às margens do Rio Paraguai. 

O Sul  junino tem alma gaúcha. Com  música regional , menos forró. Comidas são  pinhão, quentão, chimarrão. Os trajes são a bombacha, botas, lenço, vestido de prenda , não usam camisa xadrez. O estilo da festa é o clima frio e tradição campeira. Como destaques, em Camaquã (RS), tem arraial com trajes gaúchos e ausência de quadrilha tradicional.  A fogueira aquática  tem 30 metros de altura, acesa no lago. Quermesses reforçam convivência social e tradição local.

Por: Arlinda Lamêgo - Recifense, Médica, Escritora e Poeta.
Cel. Furtado (Pres. ALMEBRAS e AMCLAM), Cel. Rufino (Pres. ALMEP) e  Cadetes.


João Pessoa (PB) / São Luís (MA) – O ano de 2026 consolidou o protagonismo do Coronel Carlos Augusto Furtado Moreira no cenário cultural e acadêmico brasileiro. Na condição de Presidente da Academia de Letras dos Militares Estaduais do Brasil e do Distrito Federal (ALMEBRAS) e da Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares (AMCLAM), o dirigente esteve à frente da realização de dois grandes eventos nacionais que reuniram acadêmicos, escritores, pesquisadores, autoridades civis e militares, fortalecendo o intercâmbio intelectual e a valorização da cultura brasileira.

O primeiro compromisso ocorreu entre os dias 2 e 3 de junho, na cidade de João Pessoa, Paraíba, com a realização do II Congresso Nacional da Academia de Letras dos Militares Estaduais do Brasil e do Distrito Federal (II CONAMBRAS). O encontro reuniu representantes de diversas unidades da Federação em uma ampla programação voltada ao fortalecimento da produção literária, da pesquisa histórica, da preservação da memória das instituições militares estaduais e da integração entre os sodalícios que compõem a ALMEBRAS.

Sob a presidência do Coronel Carlos Furtado, o congresso promoveu conferências, painéis temáticos, sessões acadêmicas, homenagens e debates sobre o papel das academias de letras militares na preservação da história, da cultura e dos valores institucionais. O evento reafirmou a vocação da ALMEBRAS como entidade nacional voltada à difusão do conhecimento, da cidadania e da identidade histórica das corporações militares estaduais brasileiras.

Poucas semanas depois, entre os dias 17 e 19 de junho, foi a vez de São Luís, Maranhão, sediar a I Feira Literária, Cultural e Artística da Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares (I FELICAM), evento idealizado e presidido pelo Coronel Carlos Furtado na qualidade de Presidente da AMCLAM.

A primeira edição da FELICAM transformou-se em um marco para o calendário cultural maranhense ao reunir escritores, poetas, historiadores, artistas, pesquisadores, estudantes, instituições de ensino, academias de letras e representantes de diversas entidades culturais em uma programação diversificada. Lançamentos de livros, palestras, exposições, apresentações artísticas, rodas de conversa e atividades voltadas à valorização do patrimônio histórico e cultural do Maranhão integraram a agenda do encontro.

Além de incentivar a produção literária e científica, a FELICAM destacou a importância da integração entre cultura, educação, história e cidadania, aproximando a sociedade das instituições acadêmicas e estimulando o surgimento de novos talentos no campo das letras e das artes.

Os dois eventos evidenciaram a capacidade de articulação institucional do Coronel Carlos Furtado e sua atuação permanente em defesa da cultura, da educação e da preservação da memória histórica. À frente da ALMEBRAS e da AMCLAM, o dirigente tem conduzido iniciativas voltadas à integração das academias de letras, ao fortalecimento do movimento acadêmico nacional e à valorização da produção intelectual brasileira.

A realização do II CONAMBRAS e da I FELICAM representa mais do que a promoção de encontros acadêmicos. Os eventos simbolizam a consolidação de um projeto institucional pautado na difusão do conhecimento, na valorização dos escritores, pesquisadores e artistas, na preservação da história e no fortalecimento das academias de letras como espaços permanentes de reflexão, produção científica e promoção da cultura.

Com essas realizações, o Coronel Carlos Furtado reafirma sua liderança no cenário acadêmico nacional, demonstrando que o compromisso com as letras, as ciências, as artes e a memória histórica constitui instrumento indispensável para a construção de uma sociedade mais consciente de sua identidade, de seus valores e de seu patrimônio cultural.

Por: Cel. Carlos Furtado - Historiador, Advogado, Coronel Veterano da Polícia Militar do Maranhão. Possui Especialização em Cidadania, Direitos Humanos e Gestão da Segurança Pública, bem como Especialização em Gestão Estratégica em Defesa Social. Preside atualmente a Academia Maranhense de Letras (AMCLAM), a Academia de Letras dos Militares Estaduais do Brasil e do Distrito Federal (ALMEBRAS) e é Vice-Presidente da Federação das Academias de Letras do Maranhão.

Cel. Furtado e Presidentes das Academias Literárias Militares.


Presidente do II CONAMBRAS homenageia Coordenador Geral.

Ed Des. TJMA Castro, Cel. Furtado, Prom. Just. Gonzaga, Profª Drª Dilercy e Juiz Baial Ramos.


Intervenção Cultural Canto da Terra e da Farda.

Cel. Furtado e Presidentes das Academias Literárias Militares.

Mulheres da Comitiva Maranhense.

Oficina Escrita Criativa.

PAINEL O DESAFIO DAS ANTOLOGIAS INSTITUCIONAIS - UNINDO VOZES E PRESERVANDO LEGADOS.

Plateia de pé ouve o Hino Nacional.


Furtado e a FELICAM.
Delegação Marnhense.


Stand.