FIM DA FOME NO MUNDO, FRUTAS SALVAM VIDAS

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Campanha Institucional 



No vídeo, de Campanha Institucional da ALB, de clamor pelo FIM DA FOME NO MUNDO, apontando as Frutas como um caminho alternativo minimizador e independente da resolução das múltiplas e complexas variáveis responsáveis pela Fome no Mundo, como desemprego, distribuição de renda, guerras, corrupção, produção, distribuição... Com Campanhas de plantio de Árvores Frutíferas e sua disponibilização às populações vulneráveis, enquanto combate-se estas variáveis, as Frutas ali estão, independentemente do desemprego, fim das guerras...  Não rotulamos, na Campanha, uma região, país ou Continente. No vídeo, as frutas, embora 'aparentemente' caiam dos Céus, de fato, por ser irreal tal instância, remetem, isto sim, à necessidade de transformação de posturas de gestões governamentais. No vídeo, bombas letais transformam-se, ainda no ar (Sonho, mente e decurso de gestão), em frutas. Em síntese, antes de investir-se em guerras, sugere a Campanha, investir-se em um alimento, retirando-o da linha de interesse econômico e mercado financeiro internacional, como Frutas, embora sua comercialização, concomitantemente, não venha a contar com restrições. No vídeo, as Frutas caem do céu, no sentido de independerem, idealisticamente, para serem colhidas, por aqueles que necessitam, de dispor-se ou não de recursos financeiros. Assim, frutas gratuitas, disponíveis em logradouros públicos, em bairros e áreas de grande carência e insegurança alimentar, Salvam Vidas, independentemente se no Brasil, Estados Unidos, África, Índia ou qualquer outro país ou Continente do Mundo.

Para uma superficial ideia da real problematização da Fome no Mundo, nos Estados Unidos, morrem anualmente, 300 mil pessoas em decorrência da FOME.

Citamos os Estados Unidos, para ampliar a visão real sobre o significado quando referimo-nos à Fome no Mundo, dicotomizando-se

o pragmatismo estigmatizador de associação esclusiva do Continente Africano à FOME CRÔNICA, que mata.

Esclarecido, agradecemos!

Saudações Literárias!

Por: Bel. Dinalva Carabajal - Diretora Global/ ALB Humanitária.



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