PARQUE J. GALDINO CELEBRA 89 ANOS DE HISTÓRIA E TRADIÇÃO COM A MAIS ANTIGA VAQUEJADA DO BRASIL, EM SURUBIM

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De 15 a 20 de setembro, a Capital da Vaquejada recebe uma grande celebração da cultura nordestina, com competição, mais de R$ 430 mil em premiação e grandes atrações



João Galdino Neto - Administrador do Parque J. Galdino.



Surubim se prepara para viver mais uma página de uma história que começou há 89 anos e que, geração após geração, continua fazendo parte da identidade da cidade. Entre os dias 15 e 20 de setembro, o Parque J. Galdino abre as portas para uma das celebrações mais importantes do calendário do município, reunindo vaqueiros, criadores, competidores, famílias, visitantes e grandes nomes da música em uma programação que combina tradição, competição, entretenimento e solidariedade.

Chegar aos 89 anos não é apenas celebrar uma data. É reafirmar a força de uma história que ajudou a projetar Surubim para todo o Brasil. Afinal, quando se fala na cidade, a vaquejada surge naturalmente como uma de suas maiores referências culturais. E quando se fala na Vaquejada de Surubim, o nome Parque J. Galdino ocupa um lugar especial nessa trajetória.

A programação começou no dia 15 de setembro e se estende até o dia 20, transformando o Parque em ponto de encontro de diferentes gerações. A competição chega com uma premiação superior a R$ 430 mil, valor que reforça a dimensão alcançada pelo evento e deve atrair vaqueiros e equipes de diferentes regiões do país.

Mais do que o valor da premiação, existe toda uma tradição por trás da disputa. Na pista, a técnica, a habilidade, a coragem e a sintonia entre vaqueiro e cavalo continuam dando vida a uma manifestação que atravessa décadas e permanece presente na cultura nordestina.

Uma das novidades desta edição está na organização da programação das competições, pensada para valorizar ainda mais os grandes nomes da vaquejada profissional e aproximá-los do público. A mudança também acompanha uma transformação vivida pelo próprio esporte, que ganhou enorme projeção nos últimos anos e passou a alcançar milhões de pessoas por meio das redes sociais.

Na quinta-feira, 17 de setembro, a festa ganha um significado especial com o show solidário “Vaquejada Eu Tô no Meio”. O Parque J. Galdino recebe Fabinho Testado, Vitor Fernandes, Kátia e Aduílio, Raí Saia Rodada, Luan Estilizado e Iguinho e Lulinha em uma noite de música e celebração. O acesso será gratuito mediante a doação de alimentos, fazendo da programação uma oportunidade de reunir diversão e solidariedade.

A sexta-feira, 18 de setembro, também terá música e atrações, dando continuidade à programação festiva no Parque. Entre os destaques está o Muído do Lipe e convidados: Eric Land, Wallas Arrais, Núzio e Marcynho Sensação, mantendo o público em clima de celebração enquanto a vaquejada segue movimentando Surubim.

Mas é no sábado, 19 de setembro, que a programação musical ganha um dos seus momentos mais aguardados. O palco recebe Nattan, Xand Avião, Zé Vaqueiro e Limão com Mel, reunindo artistas de diferentes gerações e estilos em uma noite preparada especialmente para a celebração dos 89 anos.

A escolha de atrações desse porte não acontece por acaso. A programação é planejada com antecedência e começa, muitas vezes, quando termina uma edição da vaquejada. A equipe do Parque passa a pensar no ano seguinte, buscando novas atrações, novas possibilidades e maneiras de fazer cada edição superar a anterior.

Ao longo desses dias, porém, o movimento não ficará restrito aos portões do Parque J. Galdino. A chegada de visitantes de diferentes lugares movimenta hotéis, pousadas, restaurantes, comércio, farmácias, prestadores de serviços e diversos outros setores. A festa, assim, ultrapassa o universo da vaquejada e se transforma em um acontecimento que alcança toda a cidade e gera impacto na economia local e regional.

Por trás de toda essa estrutura existe também uma grande operação. Uma festa dessa dimensão exige planejamento, organização e trabalho conjunto. O Parque J. Galdino conta com a parceria das autoridades e dos órgãos envolvidos na segurança e na organização, em uma atuação que busca garantir que vaqueiros, equipes, moradores e visitantes possam participar da celebração com tranquilidade.

E se os números, os shows e a dimensão da programação impressionam, existe algo ainda maior por trás dos 89 anos: a memória.

A história do Parque J. Galdino está profundamente ligada à figura de Dão Galdino, homem simples que, mesmo sem saber ler ou escrever, possuía uma visão, uma inteligência e uma perseverança capazes de transformar um sonho em um legado que atravessaria gerações.

Foi ele quem ajudou a construir uma história que colocou o nome de Surubim no cenário da vaquejada brasileira. Seu nome tornou-se parte inseparável da identidade do Parque e da própria história da Vaquejada de Surubim.

Hoje, 89 anos depois, a responsabilidade é também de preservar essa memória e permitir que ela continue sendo conhecida pelas novas gerações. O Parque J. Galdino não representa apenas uma estrutura onde acontecem competições e shows. Ele representa uma história construída ao longo de décadas, uma tradição que passou de pais para filhos e uma identidade que Surubim carrega com orgulho.

É justamente entre o passado e o futuro que João Galdino Neto conduz o Parque. De um lado, a responsabilidade de honrar o nome e a obra de Dão Galdino; do outro, o compromisso de fazer a tradição avançar, acompanhando as transformações da vaquejada e mantendo o Parque como um dos grandes pontos de referência dessa cultura.

Aos 89 anos, o Parque J. Galdino celebra, portanto, muito mais do que uma festa. Celebra a capacidade de uma tradição permanecer viva, de uma cidade reconhecer suas raízes e de novas gerações encontrarem na vaquejada uma história que continua sendo escrita.

De 15 a 20 de setembro, Surubim será novamente palco de encontros, competições, música e celebração. Vaqueiros chegarão de diferentes lugares, famílias ocuparão o Parque, visitantes movimentarão a cidade e a tradição voltará a ocupar o centro das atenções.

São 89 anos de uma história que começou com Dão Galdino e que permanece viva através daqueles que hoje têm a missão de continuar escrevendo seus próximos capítulos.

Dão Galdino (In memoriam), fundador do Parque J. Galdino, a maior e mais antiga vaquejada do Brasil.


Dão Galdino (In memoriam), fundador do Parque J. Galdino, a maior e mais antiga vaquejada do Brasil.



Para entender a dimensão dessa trajetória, os desafios de manter uma tradição quase centenária e o significado de conduzir o Parque J. Galdino nos dias atuais, o Jornal Terra da Gente conversou com João Galdino Neto. Em uma entrevista marcada por memória, orgulho e emoção, ele fala sobre os 89 anos do Parque, a força da Vaquejada de Surubim, a grandiosidade da celebração e, sobretudo, sobre o legado de Dão Galdino, um nome que o tempo não apagou e que permanece vivo na história de Surubim.

ENTREVISTA

BLOG MALUMA MARQUES – João, o Parque J. Galdino chega aos 89 anos de história como um dos maiores símbolos da vaquejada e da cultura de Surubim. O que significa para você, que está à frente da administração do Parque, conduzir uma tradição que atravessa gerações?

JOÃO GALDINO NETO – Maluma, como a gente sempre vem dizendo, é motivo de muito orgulho poder conduzir uma tradição tão importante para Surubim e para a vaquejada brasileira. Esse orgulho não é apenas da nossa família, que há tantos anos está à frente da administração do Parque, mas de toda uma história que se confunde com a própria história da Vaquejada de Surubim.

É uma responsabilidade muito grande, mas também uma alegria enorme. A gente sabe do valor que essa tradição tem e quer fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que ela continue viva e seja perpetuada pelas próximas gerações. Enquanto tivermos força, garra e disposição para continuar, vamos seguir trabalhando para manter essa história de pé.

BLOG MALUMA MARQUES – A comemoração deste ano acontece de 16 a 20 de setembro e chega com uma premiação superior a R$ 430 mil. Qual foi o planejamento para transformar os 89 anos em uma edição ainda maior e à altura da história do Parque?

JOÃO GALDINO NETO – A gente procura, a cada ano, fazer uma edição melhor do que a anterior. Esse é o nosso pensamento: terminar uma vaquejada já pensando na próxima e procurando sempre o que pode ser melhorado, o que pode ser inovado e o que podemos oferecer de diferente ao público e aos vaqueiros.

O planejamento começa praticamente quando termina uma edição. A gente avalia o que deu certo, o que pode evoluir e começa a pensar nas atrações, na estrutura e em tudo aquilo que pode fazer com que o ano seguinte seja ainda melhor. É um trabalho contínuo, porque queremos sempre honrar a história do Parque e entregar uma festa à altura da importância que a Vaquejada de Surubim conquistou.

BLOG MALUMA MARQUES – Uma das grandes novidades desta edição é a realização da vaquejada na quinta-feira, dia 17. O que motivou essa mudança na programação e o que vocês esperam dessa novidade em relação à participação dos vaqueiros e do público?

JOÃO GALDINO NETO – Na verdade, a gente vem fazendo algumas mudanças na programação justamente para valorizar ainda mais a competição e proporcionar ao público a oportunidade de acompanhar de perto os grandes nomes da vaquejada. 

A vaquejada, que antes começava na terça-feira, passou por mudanças ao longo dos anos. Tivemos o Futboi na segunda-feira, que foi um grande sucesso, e agora antecipamos as competições para que o público que vier no domingo possa acompanhar, em um horário nobre, a disputa da categoria profissional.

Hoje, o vaqueiro profissional ganhou uma dimensão muito grande, principalmente através das redes sociais. Eles estão cada vez mais conhecidos em todo o Brasil. Eu costumo dizer que daqui a pouco eles estarão tão famosos quanto os jogadores de futebol.

Então, nossa intenção foi justamente valorizar essas estrelas da vaquejada e fazer com que o público tenha a oportunidade de assistir às grandes disputas em um momento especial da programação.

BLOG MALUMA MARQUES –A programação musical da quinta-feira está repleta de grandes nomes, passando por Kátia e Aduílio, Raí Saia Rodada, Luan Estilizado, Iguinho e Lulinha, Vitor Fernandes e Fabinho Testado. Como foi feita a escolha dessas atrações e qual foi a preocupação em montar uma programação que atendesse diferentes públicos?

JOÃO GALDINO NETO – Essas atrações chegaram até nós por meio dos próprios escritórios dos artistas, que nos procuraram para realizar esse grande evento gratuito. A entrada será mediante a arrecadação social de 1 kg de alimento, o que também permite unir a festa a uma ação importante para a nossa comunidade.

Na sexta-feira, teremos o Muído do Lipe e convidados. E, no sábado, teremos aquele grande show que é preparado durante o ano inteiro, com Xand Avião, Limão com Mel, Zé Vaqueiro, que está vivendo um momento enorme na carreira, e Nattan.

Ao todo, estamos com 15 atrações nesta edição da Vaquejada de Surubim. Só esse número já mostra a dimensão e a importância que a nossa vaquejada alcançou. É uma programação pensada para reunir diferentes públicos e fazer com que todos possam participar dessa grande celebração.

BLOG MALUMA MARQUES – No dia 19, o público terá um dos grandes momentos da programação, com shows de Nattan, Xand Avião, Zé Vaqueiro e Limão com Mel. O que representa para você e para o Parque conseguir reunir atrações desse nível na comemoração dos 89 anos?

JOÃO GALDINO NETO – Maluma, conseguir reunir grandes artistas exige muito planejamento e antecedência. Não é difícil quando a gente se prepara durante o ano, mas, se deixar para procurar em cima da hora, fica muito mais complicado. Muitas vezes, a agenda do artista já está fechada e aquela data já foi vendida para outro lugar.

Por isso, a gente trabalha com bastante antecedência para conseguir trazer esses grandes nomes para Surubim. Ter artistas desse nível aqui, justamente na comemoração dos 89 anos do Parque, representa a força e a dimensão que a Vaquejada de Surubim alcançou. É uma alegria muito grande poder proporcionar isso ao nosso público.

BLOG MALUMA MARQUES – Uma festa dessa dimensão exige muito planejamento e uma grande estrutura. Como está sendo preparada a operação do Parque para receber vaqueiros, competidores, equipes, moradores e visitantes que chegam a Surubim durante esses dias?

JOÃO GALDINO NETO – Uma festa dessa dimensão realmente exige muito planejamento e uma estrutura muito grande, e isso não se faz sozinho. Existe todo um trabalho de organização e uma parceria muito importante entre o Parque J. Galdino e as autoridades do município.

Trabalhamos em conjunto com a Polícia Militar, com o Ministério Público e com a SDS da Prefeitura de Surubim, que nos dá todo o apoio necessário. Cada um tem o seu papel e todos trabalham em parceria para que a festa aconteça da melhor maneira possível.

Nós somos uma equipe. O Parque J. Galdino, as autoridades e todos os envolvidos na organização fazem parte de um mesmo trabalho. A nossa preparação é conjunta, porque um ajuda o outro. É essa união que permite receber bem os vaqueiros, as equipes, os moradores e todos os visitantes que chegam a Surubim durante esses dias.

BLOG MALUMA MARQUES – O aniversário do Parque J. Galdino já se tornou um acontecimento que ultrapassa os limites da vaquejada e movimenta toda a cidade. Qual é a expectativa de vocês para o impacto econômico e turístico dessa edição em Surubim e na região?

JOÃO GALDINO NETO – A nossa expectativa é que toda a população de Surubim possa ganhar com esse evento. Quando realizamos uma festa desse tamanho, recebemos turistas de várias partes e movimentamos não apenas o Parque, mas toda a economia da cidade e da região.

O impacto chega à rede hoteleira, aos restaurantes, ao comércio, às farmácias, aos materiais de construção e a tantos outros segmentos. É uma movimentação que beneficia muita gente e gera oportunidades para diversos setores.

Então, esperamos que todos fiquem satisfeitos e tenham bons resultados. A Vaquejada de Surubim é uma festa que pertence à nossa cidade, e queremos que esse movimento se transforme também em benefícios para a população e para toda a economia local.

BLOG MALUMA MARQUES – Em 89 anos, muita coisa mudou na vaquejada, mas algumas tradições permanecem. Na sua visão, quais são os valores e características que fizeram o Parque J. Galdino chegar até aqui e continuar sendo tão importante para a cultura de Surubim? 

JOÃO GALDINO NETO – A principal característica é justamente a tradição. A Vaquejada de Surubim é reconhecida como a mais antiga do Brasil, e isso tem um valor histórico muito grande.

Eu sempre digo que, quando você chega a qualquer lugar do Brasil e diz que é de Surubim, muitas vezes a primeira coisa que as pessoas associam à cidade é a vaquejada. Isso tem um valor enorme para nós. A própria população de Surubim, quando chega a outros lugares, muitas vezes é reconhecida como sendo da Capital da Vaquejada.

Nós temos tradições muito fortes, como a história do boi-carrapeta e tantos costumes das vaquejadas de antigamente. Ao longo dos anos, algumas coisas mudaram, outras precisaram evoluir, mas procuramos sempre resgatar aquilo que faz parte da nossa história.

É justamente essa capacidade de preservar as raízes e, ao mesmo tempo, acompanhar as mudanças que ajuda a manter viva a tradição da Vaquejada de Surubim.

BLOG MALUMA MARQUES – Para finalizar, João, olhando para tudo o que o Parque J. Galdino já construiu nesses 89 anos, qual é o maior legado que você gostaria de deixar e qual é o seu convite para os vaqueiros e para o público que vai participar dessa grande celebração?

JOÃO GALDINO NETO – Quando penso nesses 89 anos de história, penso, antes de tudo, em Dão Galdino. É impossível falar do Parque J. Galdino, da Vaquejada de Surubim e de toda essa tradição sem lembrar do homem que começou tudo isso e que teve a coragem, a inteligência e a perseverança de transformar um sonho em uma história que atravessou gerações.

Meu avô era um homem simples, não sabia ler nem escrever, mas tinha uma inteligência extraordinária, uma visão muito à frente do seu tempo e uma determinação enorme. Foi com essa força que ele colocou o nome de Surubim no mapa da vaquejada e fez com que a nossa cidade fosse conhecida em todo o Brasil e também fora dele.

Dão Galdino não construiu apenas um parque. Ele ajudou a construir uma identidade para Surubim. Deixou uma marca na cultura, na vaquejada e, principalmente, na memória do nosso povo. Quando alguém fala em Surubim e lembra imediatamente da Capital da Vaquejada, existe ali um pouco da história que ele começou a construir.

E o maior legado que eu gostaria de deixar é justamente continuar essa história com respeito às nossas raízes, mantendo vivo o nome de Dão Galdino e entregando às próximas gerações aquilo que nós recebemos. Quero que o Parque J. Galdino continue sendo um lugar de tradição, de encontro, de valorização da vaquejada e da cultura de Surubim. Quero que, daqui a muitos anos, quando falarem do Parque J. Galdino, as pessoas saibam que nós tivemos o cuidado de preservar aquilo que meu avô começou e de fazer essa história avançar sem perder a sua essência.

Para mim, administrar o Parque não é apenas cuidar de uma estrutura. É carregar uma responsabilidade histórica. Nós recebemos um nome muito grande e temos o dever de honrá-lo. Se eu puder deixar alguma coisa para as próximas gerações, quero deixar justamente isso: a continuidade de uma história construída com coragem, trabalho, perseverança e amor pela Vaquejada de Surubim.

Meu maior desejo é que Dão Galdino jamais seja esquecido. Que as novas gerações conheçam quem foi esse homem, o que ele representou e tudo o que fez pela Vaquejada de Surubim. Os registros, os DVDs, os jornais a exemplo do Jornal Terra da Gente, que há 30 anos acompanha de perto a trajetória de Dão Galdino, registrando suas histórias, suas conquistas e cada edição das vaquejadas, além das histórias contadas pelos mais antigos e de tudo aquilo que foi construído ao longo desses anos, fazem parte de uma memória que precisa ser preservada.

Dão Galdino está eternizado na história de Surubim. E enquanto existir Vaquejada de Surubim, enquanto existir o Parque J. Galdino e enquanto houver alguém contando essa história, o nome dele continuará vivo.

E é com esse sentimento que faço o convite a todos os vaqueiros, às famílias de Surubim, aos visitantes e a todos que têm carinho pela nossa cultura: venham celebrar conosco esses 89 anos. Venham viver essa festa, prestigiar a nossa vaquejada e fazer parte de mais um capítulo dessa história. Porque celebrar os 89 anos do Parque J. Galdino é também celebrar a memória de Dão Galdino e tudo aquilo que ele deixou para Surubim e para a vaquejada brasileira.


João Galdino Neto - Administrador do Parque J. Galdino e seu avô Dão Galdino (In Memoriam) - Fundador do Parque J. Galdino.

João Galdino Neto - Administrador do Parque J. Galdino.

João Galdino Neto - Administrador do Parque J. Galdino.

João Galdino Neto - Administrador do Parque J. Galdino.
















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